Motorista de ligeirinho agride outro motorista

Motorista de ligeirinho agride outro motorista


“O motorista do ônibus prefixo EL071, da empresa São José, e que fazia a linha Barreirinha/São José, desceu do veículo cheio de passageiros e agrediu fisicamente o motorista do automóvel que estava na sua frente. Isso aconteceu por volta das 18h30 de hoje (08/08/2013), em frente ao Carrefour do Parolin, próximo da esquina entre a rua João Viana Seiler e a Avenida Marechal Floriano Peixoto. Ambos estavam parados no sinal fechado.

Não se sabe o que pode ter acontecido entre os dois, mas o que foi visto anterior a isso, foi o ligeirinho fechando mais de uma vez os carros na rua João Negrão. Ali mesmo no cruzamento, a conversão para entrar Marechal, é feita somente pela faixa da esquerda, e como podemos ver, ele estava na faixa do meio, e obrigou os carros a pararem para que ele pudesse entrar na canaleta.”

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  1. ja peguei esse busão com um motorista assim, talvez seja o mesmo, aconteceu exatamente uma cena dessas igualzinha no começo do ano no barreirinha sao josé e foi bem ali na frente do Carrefour, isso foi em março de 2013

  2. Peça para a URBS aumentar os horários já apertados e saturados dos ônibus que talvez nã precise entrar na frente de ninguém pra conseguir fazer horário e não levar multa pra casa.. sou motorista de ônibus da mesma empresa desse cabloco, repudio esse tipo de atitude, até porquê, como motorista, sei que a classe é muito desrespeitada e humilhada pelos outros, sinto na pele todo dia um trânsito cada vez mais absurdo, horários muito mais apertados e falta de respeito total.. Mas, convenhamos, eu, como profissional, não posso me exaltar psicologicamente por causa dos outros, é estressante, eu sei, mas levo vidas comigo, e uma atitude dessas só faz aumentar a "má fama" que temos, não é todo motorista e cobrador que é assim, mas por causa de um, todos nós sofremos. A cada dia, fica mais difícil trabalhar no transporte, e se ele fez isso, não foi por nada… Como eu disse, não aprovo esse tipo de atitude, mas temos que ver AMBOS os lados.

  3. Briga de trânsito é uma M mesmo, dá vontade de fazer isto, mas o profissional tem que ter cabeça fria porque ele está carregando muitas vidas ali no ônibus, e quando acontece isto, os passageiros ficam muito inseguros em continuar no ônibus com o motorista. Mas o Diego Rodrigues disse a mais pura verdade, como em todos as profissões, as empresas exigem cada vez mais dos empregados sem levar em conta as variáveis relativas a profissão!

  4. cara eu penso de outra forma quando vc sentou sua bunda na cadeira do RH foi passado pra vc como seria sua vida dentro da empresa quanto vc ganharia enfim vc saberia como seria sua vida virando um motorista de ônibus eu fico puto da cara quando veem querendo fazer grevinha de bosta prejudicar as pessoas por causa de salario quando vc assinou seu contrato estava la tudo certinho o que vc tinha que fazer quanto e quando vc iria receber e todos saber como a vida é estressante então meu velho não velha dizer que temos que ver ambos os lados pois vcs motorista acha que mandam na cidade acha que vcs estão acima de tudo e de todos se não ta bom saia acredito que vc é bem competente e inteligente para arrumar um emprego aonde vc não vai se estressar e precisar reclamar a empresa ta la quem foi atrás foi vc ela não foi la na sua casa pedindo pra vc ir trabalhar pra ela foi vc então fica bem de boa ai deu tempo deu não deu não deu ponto eu duvido q ao invez de vcs descerem do ônibus ou ficarem andando que nem uns loucos pela ruas se vcs se unissem e fizessem as corridas no ritmo do transito a ubs não ia se cossar e colocar mais ônibus mais vcs são muitos pau mandados do sindicato que leva uma grana de vcs sem fazer porra nenhuma vcs são uns otarios do transporte publico deveria ser que nem são Paulo deu deu não deu não deu e se não tiver bom cruza os braços mais não vcs são europeus curitibanos meditos a europeus que vai pra rua de bola Prada e não pinta a cara pq vai fazer mal pra pele duvida se todos vcs andarem no ritmo que uma cidade grande anda que é devagar todos ubrs governantes iriam respeitar mais a classe de vcs não mais vcs são os manchões do transito é mais fácil jogar o ônibus em cima do carro da moto ou agredir uma pessoa até o dia que alguém fazer o que eu fiz dar uma surra em um motorista pra ele toda vez q olhar no espelho ele lembrar que ele é um ser humano igual a todos ali dentro e que se ele se propôs a atralhar com isso que faça de forma honra sem prejudicar ninguem

  5. Ricardo Camargo tá vendo? é isso que eu falo.. respeito nenhum… pra que esse tom? pra que esse linguajar? eu disse que acho ruim? a falta é de respeito, trabalho no transporte porquê gosto, não estou reclamando, estou falando da categoria. e como eu disse.. na sua frase tem muitos vocês isso, vocês aquilo… é muita generalização… nunca agredi ninguém e não me estresso no volante, por favor, somos trabalhadores e temos direitos também, e como é.. a cada ano impostos sobem mais e queremos ficar com o salário estagnado também? Médicos fazem greve, prejudicando milhares de pessoas, correios, eng. civil, e não podemos, porquê? não somos seres humanos, não trabalhamos pra sustentar nossas famílias? nosso emprego não é digno? reveja seus valores antes de postar tudo isso que você disse meu querido.

  6. Diego amigo, a URBS está repleta de universitários formados e recém formados, que fizeram concurso público ( estudantes ) e estão administrando os horários das linhas de ônibus, gentes supercompetentes ( eu acreditava ), gente que se formou em várias instituições de ensino superior com grande valor ( não é necessário citar as tantas que existem em Curitiba, porque a TV já faz a sua propaganda ), é por isso que pensam de outra forma e se acham os tais atrás de um computador…… Agora quero ver inverter a situação coloca um universitário desse atrás de um volante de um ônibus ou caminhão vê se ele aguenta a pressão?????????? Olhar para a tela do computador, tomando cafezinho preto de garrafa térmica no escritório em copo de plástico feito pela cozinheira. Falo com experiência de ambos os lados, como um profissional do escritório e hoje um profissional do volante do transporte coletivo. Diego assim como muitos motoqueiros e motoristas de veículos menores que só sabem xingar e mostrar gestos obscenos quando a gente passa na frente de um desses não porque queremos mais em alguns casos, a situação nos obriga. É errado, é, mas se os mesmos que nos atacam fossem educados e respeitosos, e agissem de consenso e não de ignorância, não precisaria tudo isso.
    Não só vocês, mas eu também acho que não precisaria chegar a esse ponto, mas quem sabe os playboyzinhos filhinhos de papai que ganham dinheiro do bolso dos seus pais e que pensam diferentes dos demais não aprendem que respeito é tudo do maior para o menor, como do menor para o maior. Se pelo computador o nosso caro colega já é estressado em usar esses tipos de palavras imagine se nós precisar passar na frente do moço hehehehehehehe.

    " Eu também como profissional do volante do transporte coletivo, eu também sou contra esse tipo de situação".

  7. Ah e avisa pra ele que contrato de trabalho é um simples documento, um vínculo por questões de ministério do trabalho não é o que cai na conta de verdade ( dinheiro ) para o sustento da família……

  8. Diego amigo, a URBS está repleta de universitários formados e recém formados, que fizeram concurso público ( estudantes ) e estão administrando os horários das linhas de ônibus, gentes supercompetentes ( eu acreditava ), gente que se formou em várias instituições de ensino superior com grande valor ( não é necessário citar as tantas que existem em Curitiba, porque a TV já faz a sua propaganda ), é por isso que pensam de outra forma e se acham os tais atrás de um computador…… Agora quero ver inverter a situação coloca um universitário desse atrás de um volante de um ônibus ou caminhão vê se ele aguenta a pressão?????????? Olhar para a tela do computador, tomando cafezinho preto de garrafa térmica no escritório em copo de plástico feito pela cozinheira. Falo com experiência de ambos os lados, como um profissional do escritório e hoje um profissional do volante do transporte coletivo. Diego assim como muitos motoqueiros e motoristas de veículos menores que só sabem xingar e mostrar gestos obscenos quando a gente passa na frente de um desses não porque queremos mais em alguns casos, a situação nos obriga. É errado, é, mas se os mesmos que nos atacam fossem educados e respeitosos, e agissem de consenso e não de ignorância, não precisaria tudo isso.
    Não só vocês, mas eu também acho que não precisaria chegar a esse ponto, mas quem sabe os playboyzinhos filhinhos de papai que ganham dinheiro do bolso dos seus pais e que pensam diferentes dos demais não aprendem que respeito é tudo do maior para o menor, como do menor para o maior. Se pelo computador o nosso caro colega já é estressado em usar esses tipos de palavras imagine se nós precisar passar na frente do moço hehehehehehehe.

    " Eu também como profissional do volante do transporte coletivo, eu também sou contra esse tipo de situação".

  9. Ah e avisa pra ele que contrato de trabalho é um simples documento, um vínculo por questões de ministério do trabalho não é o que cai na conta de verdade ( dinheiro ) para o sustento da família……

  10. Ah e avisa para o Ricardo Camargo que contrato de trabalho é um simples documento, um vínculo por questões de ministério do trabalho não é o que cai na conta de verdade ( dinheiro ) para o sustento da família dos motoristas. Não é o contrato que dirige ônibus, e sim um ser humano que transportam vários ser humanos, e inclusive pode até ser o integrante da própria família dele……………

  11. NÃO AOS ABUSOS NO TRÂNSITO. NÃO AOS ABUSOS DOS VEÍCULOS DE GRANDE PORTE EM CIMA DOS DE PORTE MENOR. POR UM TRÂNSITO MAIS HUMANO, SEJA EM CURITIBA, SEJA EM QUALQUER OUTRA CIDADE OU ESTADO DO BRASIL! RESPEITO NO TRÂNSITO JÁ!!!!!

  12. essa filmagem não acrescenta nada na vida de ninguém, só demonstra o ódio e a indignação de ninguém fazer nada. O tempo que ficava filmando podia ter acionado a polícia militar ou a guarda municipal… deixem de bisbilhotar a vida alheia e melhorem suas vidas…

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Grupo Risotolândia, em Araucária, anuncia 150 novas vagas de emprego

O avanço da vacinação e o alívio das medidas de restrição frente à pandemia da COVID-19 já reflete na economia. A retomada do mercado faz crescer a oferta de empregos ao redor do Brasil. Aqui no Paraná, o Grupo Risotolândia (especializado em refeições coletivas) acaba de anunciar 150 novas oportunidades para sua matriz, em Araucária. Nos próximos meses, ainda mais vagas serão abertas devido à expansão do Grupo para novos negócios.

As vagas são para auxiliares de cozinha e auxiliares de higienização, para os três turnos de trabalho. O Grupo anunciou que também vai fazer contratações para primeiro emprego e profissionais com mais de 50 anos.

Benefícios: ambiente de aprendizagem, com formação profissional gratuita, Universidade Corporativa, parceria com universidades e escolas de idiomas; alimentação no local de trabalho, vale alimentação, vale transporte, estacionamento gratuito, pagamento de bônus, premiação por tempo de casa, seguro de vida, seguro funeral, plano de saúde, plano odontológico, kit maternidade, convênio com farmácia e para compra de material de construção; para vagas noturnas, adicional noturno de 30%.

SERVIÇO

Os interessados devem comparecer na seda da empresa, em Araucária, com documentação pessoal (CPF, RG, CTPS, Título de Eleitor) nos dias 20 e 21/09 às 14h00.

Endereço: R. Luís Franceschi, 657 – Thomaz Coelho, 

Site: www.risotolandia.com.br

Exposição dos artistas OSGEMEOS no MON reúne 850 itens e atmosfera urbana

Depois do sucesso de público na Pinacoteca de São Paulo, a retrospectiva da carreira dos irmãos Gustavo e Otávio Pandolfo chega a Curitiba. A dupla, famosa no mundo todo pelos grafites urbanos, ficará seis meses em cartaz no Museu Oscar Niemeyer.

OSGEMEOS receberam a imprensa nesta quinta-feira (16) no auditório do Museu Oscar Niemeyer. Acompanhados da diretora-presidente do MON, Juliana Vosnika e do curador da Pinacoteca de São Paulo, Jochen Voltz, eles falaram sobre a carreira e a organização da exposição que entra em cartaz neste sábado (18).

A diretora disse que a ideia de trazer essa retrospectiva para o Paraná surgiu em uma visita na Pinacoteca de São Paulo. “É um trabalho incrível, maravilhoso, crítico, profundo e, para nós no MON, essa é uma experiência única”, afirmou.

Foto: José Fernando Ogura/AEN

Diversas ações com a participação dos artistas estão previstas ao longo desse período. Uma das ideias é chamar paranaenses para interagir com os irmãos. “Existe um trabalho curatorial que precisa ser feito a partir da abertura da exposição. A nossa intenção é gerar essa troca, esses diálogos e poder trazer outros artistas para o MON”, disse Vosnika.

PRIMEIRA INFÂNCIA – No bate-papo com a imprensa, os artistas falaram sobre a relação com o desenho, que surgiu na primeira infância, na década de 1980. A dupla ficou famosa no mundo todo pela qualidade das intervenções urbanas a partir de artes coloridas, lúdicas e críticos. A relação com o hip-hop e o cenário undergound de São Paulo foi determinante na formação da identidade cultural dos irmãos.

“A gente se sentiu muito confortável para abrir esse baú e os nossos segredos para as pessoas. Era muito difícil, no início dos anos 80, conseguir informações e materiais, acho que hoje temos a oportunidade de revelar isso”, disse Otávio. “Nessa exposição sentimos vontade de mostrar essas etapas criativas, nossos erros e acertos, como foi esse processo que nunca parou”, afirmou Gustavo.

Eles sempre tomaram o espaço urbano como lugar de vivência e de pesquisa. A relação com a música e as danças urbanas, o muralismo e a cultura popular foi decisiva para desenvolver um estilo singular, com atmosfera alegre, que acabou se tornando um emblema dos espaços urbanos pelo Brasil e pelo mundo.

EXPOSIÇÃO – A exposição reúne 850 itens, entre pinturas, instalações imersivas e sonoras, esculturas e intervenções. O visitante começa a viagem pelo subsolo da torre do Olho e acompanha a evolução do traço em cada um dos andares até alcançar as características dos personagens mais marcantes.

Para o curador, a mostra surgiu da vontade de trazer para dentro dos museus uma coletânea das obras dos artistas. “Eles trabalham muito com o imaginário coletivo, com o grafite, mas poucas pessoas sabem do trabalho desses artistas no ateliê. Trazer essa visão mais completa é muito importante”, destacou Jochen Voltz.

Foto: Kraw Penas/SECC

Objetos pessoais, como cadernos, fotos, desenhos e pinturas da infância e atuais dos dois irmãos são apresentados ao público pela primeira vez. São peças que fazem um apanhado da carreira da dupla.

As maiores instalações estão distribuídas no Olho. “A gente acredita que a arte tem que te tocar, despertar o imaginário, o lúdico que existe dentro de cada um de nós”, disse Gustavo. “Parece que o Olho é a nossa cabeça hoje porque está tudo junto. A nossa cabeça funciona assim”.

Seus trabalhos contam histórias – às vezes autobiográficas – cujas tramas envolvem fantasia, relações afetivas, questionamentos, sonhos e experiências de vida.

A dupla mantém seu ateliê no Cambuci, antigo bairro de operários e imigrantes na região central de São Paulo, no qual passou a infância e a juventude. A partir da década de 1990, suas experimentações – não só em grafite, mas também pintura em telas e esculturas estáticas e cinéticas – ultrapassaram os limites bidimensionais, culminando na construção de um universo próprio que opera entre o sonho e a realidade.

RETORNO – A primeira visita de Gustavo e Otávio a Curitiba aconteceu em 1994. “Curitiba tem uma cena muito forte de artistas de rua, acho que a gente acompanha muitos deles, sempre trocamos ideias. Gostamos de passar nas ruas, nas avenidas e ver o trabalho deles”, disse Otávio.

OSGEMEOS PELO MUNDO – A volta ao mundo da dupla inclui a participação em mostras nas principais instituições internacionais, como o Hamburger Bahnhof, em Berlim, em 2019, com um projeto concebido em parceria com o grupo berlinense de breakdance Flying Steps – um dos mais premiados mundialmente; a Vancouver Biennale, Canadá (2014); o Moca – Museum of Contemporary Art, em Los Angeles (2011); o MOT – Museum of Contemporary Art Tokyo, em Tóquio, Japão (2008); a Tate Modern, em Londres, Reino Unido (2008), onde os artistas pintaram a fachada; e a Trienale de Milão (2006), entre outros.

Ao longo de sua carreira, os irmãos também receberam convites para criar para os principais espaços públicos de mais de 60 países, incluindo Suécia, Alemanha, Portugal, Austrália, Cuba, Estados Unidos – com destaque para os telões eletrônicos da Times Square, em Nova York (2015) –, entre outros.

SOBRE O MON – O Museu Oscar Niemeyer (MON) é patrimônio estatal vinculado à Secretaria de Estado da Comunicação Social e da Cultura do Paraná. A instituição abriga referenciais importantes da produção artística nacional e internacional nas áreas de artes visuais, arquitetura e design, além da mais significativa coleção asiática da América Latina.

No total, o acervo conta com mais de 9 mil peças, abrigadas em um espaço superior a 35 mil metros quadrados de área construída, sendo 17 mil metros quadrados de área para exposições, o que torna o MON o maior museu de arte da América Latina.

Os principais patrocinadores da instituição, empresas que acreditam no papel transformador da arte e da cultura, são: Copel, Sanepar, Grupo Volvo América Latina, Vivo e Moinho Anaconda.

Serviço

“OSGEMEOS: Segredos”

Produção original da Pinacoteca de São Paulo

Data: a partir de 18 de setembro

Local: Museu Oscar Niemeyer (MON)

Venda de ingressos exclusivamente online, pela plataforma Inti, mais informações AQUI

Olho, Torre do Olho e espaços externos

De terça a domingo, das 10h às 18h

www.museuoscarniemeyer.org.br