Morre Diego Maradona aos 60 anos, na Argentina

Considerado o maior jogador da história do futebol argentino, Maradona morreu nesta quarta-feira (25) aos 60 anos de idade.

Segundo o jornal argentino “Clarín”, o ex-jogador sofreu uma parada cardiorrespiratória em sua casa em Tigre.

Ainda no começo do mês, Maradona passou por uma delicada cirurgia no cérebro.

Brilhante, Maradona teve sua carreira marcada pela genialidade em campo e polêmicas. O camisa 10 defendeu a seleção em 91 jogos, atuando em quatro Copas do Mundo: 1982, 1986, 1990 e 1994. O gênio encerrou sua carreira no Boca, em 1998, e passou a ser figura comum em jogos na Bombonera.

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Silvia Machete apresenta em Curitiba o show do aclamado álbum ‘Rhonda’

Após 11 anos, Silvia Machete retorna aos palcos de Curitiba e faz o show de lançamento do “Rhonda”, o sétimo álbum da cantora, compositora, performer, malabarista e trapezista brasileira. A apresentação acontece nesta sexta-feira (11), a partir das 23h, no Camaleão Cultural, com ingressos disponíveis pela plataforma Shotgun.

Na década passada, Silvia Machete deixou a sua marca no icônico Teatro Paiol. Envolta de um bambolê que bailava pelo seu corpo e, entre performances provocantes onde a sensualidade aflorava-se por danças ao léu, o show da artista foi eleito o melhor pela APCA – Associação dos Críticos Paulistas de Arte – em 2010.

Hoje, aos 46 anos, Silvia Machete está em turnê pelo país com a divulgação do seu álbum mais recente: “Rhonda“. Introspectivo e inteiramente em inglês, ao longo de 11 faixas, não bastasse o deleite além da língua materna, Silvia interpreta a faixa “With no one else around” – também lançada em single -, regravada em estúdio, ao vivo, após 46 anos de Tim Maia (1942-1998) a ter registrado em um álbum homônimo, em 1978.

Ouça o álbum “Rhonda”

Entre as outras faixas de “Rhonda“, ao lado do requisitado instrumentista, arranjador e produtor Alberto Continentino, a dupla assina a maioria das composições que, contam ainda com parcerias dela e os músicos músico Emerson Villani, o norte-americano Nick Jones – escritor das séries Orange is the new black e Glow – e o compositor Rafael Torres. O álbum “Rhonda” conta com Guilherme Monteiro (guitarra), Vitor Cabral (bateria), Chicão (teclados) e do tecladista norte-americano Jason Lindner.

Com sonoridade distinta dos trabalhos anteriores, o álbum de Silvia clama, de fato, outra estética pelas composições em inglês. A atmosfera de “Rhonda” também reflete a necessidade da artista em ampliar a sua discografia para outros públicos e novos territórios, além da sua tropicalidade nata – que permeia o álbum pela faixa “Messy Eater“. 

Tanto que, deste sétimo álbum, Silvia segue a tendência fonográfica e enaltece novas possibilidades com a edição remix em “Rhonda revisite” (2021/Biscotio Fino) e a participação de nomes que ampliam a potência das versões originais. 

Ouça o álbum “Rhonda revisite”

O show de lançamento do “Rhonda” em Curitiba conta com as participações dos músicos Dudinha Lima (direção musical e baixo), Conrado Goys (guitarra), Chicão Mortofano (teclados) e Antonio Loureiro (bateria). Com realização do selo Saliva, a apresentação tem início a partir das 23h, no Camaleão Cultural, com ingressos disponíveis pela plataforma Shotgun.

Show de lançamento do álbum “Rhonda” com Silvia Machete

Onde: Camaleão Cultural 

Endereço: Rua São Francisco, nº 43 – Centro

Quando: 11 de novembro (sexta-feira)

Horário: A partir das 23h

Ingressos: Disponíveis pela plataforma Shotgun.

Ficha Técnica 

Realização: Saliva 

Arte: Pedro Colombo

Foto: Alex Santana

Direção: Gui Pondé 

Assessoria de imprensa: Cabana Assessoria

Apoio cultural: Música é o Canal

Redes Sociais Silvia Machete

Instagram: @silvia.machete

YouTube: @SilviaMachete

Facebook: @SilviaMachete

Grupo de pesquisa da UFPR lança nova versão de plataforma educacional que oferece mais de 300 mil recursos para professores de forma gratuita

Imagina uma plataforma em que professores de todos os níveis podem encontrar vídeos, textos, mapas, experimentos, planos de aula e até mesmo livros didáticos disponíveis para download de graça. Pois essa é a plataforma Recursos Educacionais, conhecida como MecRED, criada pelo Centro de Computação Científica e Sotware Livre, o C3SL, da Universidade Federal do Paraná, em parceria com o Ministério da Educação. A plataforma, que ganhará uma nova versão no final de outubro, foi lançada em 2014, e agora oferecerá mais recursos, como a gamificação, por exemplo.

“O objetivo da plataforma é criar uma rede de apoio entre professores, para que eles possam ter um local em que não só eles possam acessar conteúdos que irão ajudar em sala de aula, mas também compartilhar conteúdos entre si, realizar avaliações, enfim, um modelo bem próximo a uma rede social, mas com o intuito principal de colaborar com o dia a dia em sala de aula”, conta Luis Carlos Bona, professor do C3SL e coordenador do projeto.

Na nova versão, o processo de gamificação possibilitará que os usuários sejam capazes de adquirir conquistas e, com o uso, atingir níveis diferenciados. “É uma forma de qualificar o usuário e, com isso, ir liberando mais e mais recursos. Ainda, para cada uso, o professor ganhará uma espécie de dinheiro virtual que será usado para a ‘compra’ de insígnias dentro da plataforma”, explica o também professor e coordenador Marcos Castilho.

Hoje, são mais de 27 mil usuários cadastrados na plataforma, que tem capacidade para muito mais, e entre os mais de 300 mil recursos disponibilizados estão vídeos, mapas, softwares educacionais, apresentações, infográficos, jogos, apps, imagens e outros recursos similares, e todos os conteúdos passam por um processo de curadoria a fim de filtrar conteúdos inadequados. Ainda, é possível realizar denúncias, caso o material seja impróprio. Para acessar, não há nenhuma restrição. Os professores e interessados que queiram fazer parte do repositório somente precisam realizar um cadastro simples, já estando habilitados a realizar downloads e subir materiais para a plataforma. Ainda, dentro da plataforma, é possível seguir e interagir com outros perfis, de forma a estabelecer realmente uma rede de apoio.

“A maioria do conteúdo disponibilizado faz parte do dia a dia de sala de aula de alunos da Educação Infantil e do Ensino Fundamental, mas existem recursos para aulas de cursos de graduação ou técnicos, como artigos, por exemplo. A nossa ideia é ampliar cada vez mais e transformar essa plataforma no maior repositório de conteúdos educacionais e que faça parte da rotina de professores”, explica Bona. O projeto é coordenado por dois professores do C3SL e um bolsista, aluno do curso de Ciência da Computação.

Para facilitar a usabilidade, dentro da plataforma é disponibilizada a possibilidade de criar coleções de materiais, organizando conteúdos por área, por exemplo. Além disso, é possível encontra materiais de formação desenvolvidos pelo Ministério da Educação com uma grande diversidade de temas. “Esperamos que essa nova versão atinja ainda mais professores e seja um grande espaço de troca de experiências. Mas, sobretudo, queremos que os alunos sejam impactados com novas possibilidades. A gente sabe como é difícil encontrar conteúdos de qualidade, e que realmente sejam aplicáveis em atividades de sala de aula, e foi pensando nisso que dedicamos tempo de estudo, pesquisa e desenvolvimento da plataforma”, finaliza Castilho.

Sobre o C3SL
O Centro de Computação Científica e Software Livre (C3SL) é um grupo de pesquisa do Departamento de Informática da UFPR, registrado no Diretório de grupos de pesquisa do CNPq. Realiza pesquisas que dialogam com diferentes áreas do conhecimento e que podem ser empregadas para aprimorar processos e serviços tanto para empresas  por meio da Lei de Informática e Lei do Bem, quanto para instituições e órgãos públicos. 

As pesquisas do C3SL estão em diversas áreas da ciência da computação, como Banco de Dados, Engenharia de Software, Redes e Sistemas Distribuídos, Redes de Computadores e Inteligência Artificial. O grupo também atua na migração de sistemas proprietários para plataformas de software livre e na otimização de pessoal e de custos de soluções de hardware e software.

São seis linhas de pesquisa ativas, todas elas com diversos projetos em andamento ou já concluídos, os quais se encontram em uso pelas empresas ou órgãos solicitantes: Ciências Forenses Computacionais; Inteligência Artificial Aplicada; Medicina Assistida por Computação Científica; Preservação Digital; Sistemas Computacionais Avançados; Sistemas para Informática na Educação.

Os projetos realizados pelo grupo de pesquisadores são direcionados para a inclusão digital, buscando sempre beneficiar a sociedade brasileira de maneira geral. Assim, todo pacote de software que resulta destes estudos é publicado em forma de software livre.