Morre cão que atuou no resgate de vítimas em Mariana e Brumadinho

Morreu no último sábado o cão Thor, que atuava na equipe de busca, resgate e salvamento do Corpo de Bombeiros de Minas Gerais. Segundo a corporação, o cachorro da raça border collie tinha 5 anos e dois meses de idade e estava em tratamento após ser diagnosticado com diversos problemas de saúde.

O cão atuou em várias missões, entre elas o resgate de vítimas do rompimento das barragens de Mariana e Brumadinho, o desaparecimento de um esportista francês no pico dos Marins, na Serra da Mantiqueira, e o desabamento de imóveis no bairro Mantiqueira, em Belo Horizonte.

Thor apresentava um quadro de leishmaniose e infecção generalizada causada por uma inflamação do pâncreas. Ele morreu após a ruptura do intestino delgado, o que gerou uma hemorragia abdominal. O animal será cremado em uma cerimônia fechada.

“Graças à atuação dele, inúmeras famílias puderam ter seus entes queridos localizados e velados. Thor era considerado uma referência nacional na localização de pessoas desaparecidas”, diz o comunicado da corporação.

Durante o trabalho em Brumadinho, Thor atuou ao lado do sargento Leonardo, que escreveu um texto exaltando companheiro de quatro patas:

“Eu sou o sargento Leonardo, esse aqui é o Thor. O Thor tem cinco anos e tá trabalhando muito, já encontrou um monte de vítimas por aí debaixo dessa lama. Agora ele vai descansar, tomar um suplemento vitamínico que os médicos veterinários vão passar pra ele e amanhã volta a trabalhar. Eu já perdi a conta de quantas pessoas ele achou já. Infelizmente, poucas vivas”.

Em maio, o cão bombeiro Barney, que também atuou na tragédia de Brumadinho, morreu ao pular em um rio quando trabalhava nas buscas por desaparecidos no município de Içara, em Santa Catarina.

Via: Extra

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Eduardo Matysiak, fotojornalista paranaense, ganha o “oscar da fotografia”

fotojornalista Eduardo Matysiak foi o vencedor da categoria especial ‘Lockdown’, do Brasília Photo Show, neste domingo (22). O paranaense levou a estatueta do maior festival de fotografia da América Latina com a imagem ‘fique em casa’.

Natural de Guarapuava, no centro-oeste do estado, e atualmente morando na capital, Matysiak acredita que sua fotografia ganhou o primeiro lugar porque é uma imagem de certa forma chocante e que faz as pessoas refletirem.

“Primeiro, não é uma fotografia montada, é um retrato da vida real, da vida de uma pessoa que não tem casa e vive na rua. O que já é absurdo em qualquer época, mas o fato da foto ter sido tirada durante a fase mais intensa de isolamento no Paraná, quando quase todas as pessoas estavam em casa isoladas e protegidas da covid-19, torna a situação ainda mais cruel. Acho que esse tipo de abordagem é importante porque faz as pessoas se questionarem sobre o mundo que elas querem e sobre o que fazer para mudar”, diz o fotojornalista.

Apelidado de o ”Oscar da Fotografia”, a 6 ª edição do evento ocorreu neste final de semana entre os dias 21 e 22 de novembro e contou com 46 mil fotos participantes, entre fotógrafos brasileiros e estrangeiros.

Matysiak ficou conhecido com sua cobertura fotográfica da Operação Lava Jato em Curitiba. Como poucos, ele registrou o dia a dia dos movimentos de direita e esquerda que permaneceram acampados em frente à sede da Polícia Federal.

Para ver todas as fotos do Eduardo que concorreram no festival ‘Brasília Photo Show’ e conhecer um pouco mais da história do fotojornalista clique aqui.

Via RICMAIS

Taxa de transmissão da covid no país é a maior desde maio.

A taxa de transmissão (rt) do novo coronavírus voltou a subir no país e já é a maior desde maio, de acordo com dados divulgados hoje pelo Centro de Controle de Epidemias do Imperial College, de Londres.

Nesta semana, a taxa passou a ser de 1,30, contra 1,10 no último balanço divulgado em 16 de novembro. Esse é o maior número desde a semana de 24 de maio, quando o índice atingiu 1,31.

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