Hospital Erastinho e Rede Feminina de Combate ao Câncer promovem pré-evento para o McDia Feliz 2022

Como forma de promover as ações do McDia Feliz, uma das principais campanhas de arrecadação de fundos para causas infantojuvenis do país que chega em sua 34ª edição neste ano, o Hospital Erastinho, em Curitiba (PR), uma da instituições apoiadas pela iniciativa, promoveu o pré-evento para convidados com o intuito de motivar o apoio à campanha.

Para iniciar as vendas dos tíquetes deste ano, o Hospital Erastinho e a Rede Feminina de Combate ao Câncer (RFCC) em Curitiba – que auxilia o hospital na campanha – promoveram um encontro na sede da RFCC em Curitiba, onde compartilharam com os convidados as conquistas dos anos anteriores e realizaram uma visita guiada pelo Espaço da Família Ronald McDonald.

As voluntárias da RFCC, a Diretora de Comunicação Corporativa da Divisão Brasil da Arcos Dorados, Mariana Scalzo, os franqueados do McDonald’s em Curitiba, Marcio Moreira e Edson Tomihama, e um grande apoiador do McDia Feliz em Curitiba, Rogério Cordoni, que interpreta o cantor Elvis Presley, participaram do evento, além da equipe do Hospital Erastinho.

Desde o seu lançamento, em 1988, o McDia Feliz já arrecadou cerca de R$350 milhões para as causas apoiadas. Só em 2021, cerca de R$22.5 milhões foram arrecadados, beneficiando um total de 66 projetos e 56 instituições que atuam com oncologia pediátrica lideradas pelo Instituto Ronald McDonald em 19 estados brasileiros mais o Distrito Federal, além de projetos educacionais conduzidos pelo Instituto Ayrton Senna, que apoiou mais de 170 mil educadores e 2,3 milhões de estudantes.

“Temos duas grandes causas que o McDonald’s trabalha no Brasil com o McDia Feliz: a saúde e a educação. E após dois anos de pandemia, a expectativa para esse ano é de um engajamento  ainda maior que se transformará em um apoio mais significativo para cada uma das instituições. Dentre todas as opções para ajudar no McDia Feliz, sem dúvida, o trabalho dos voluntários das instituições é essencial para levar a venda antecipada para conhecimento de todos”, destacou Mariana Scalzo.

Há 28 anos, o Hospital Erastinho é beneficiado pela campanha. Nos últimos cinco anos, a instituição usou a renda arrecadada para a construção e manutenção do Espaço da Família Ronald McDonald, que já atendeu quase oito mil crianças e adolescentes, que passaram pelo Hospital durante o tratamento contra o câncer. O espaço é uma área de descompressão social para os pacientes, com mais 200m², com ambientes para recreação e convívio com familiares, oferecendo um ambiente humanizado, com brinquedoteca, sala de aula, fraldário, espaço para adolescentes, banheiros acessíveis e sala de estar, além de uma passarela coberta para ligação com o hospital.

Como contribuir

A venda antecipada dos tíquetes já está disponível pelo site https://www.mcdonalds.com.br/mcdia-feliz/participe. O valor individual é de R$18 e estão disponíveis, ainda, opções de kits com dois, quatro e oito tíquetes.

Os tíquetes físicos também estão disponíveis para compra na sede da Rede Feminina de Combate ao Câncer, instalada no complexo do Hospital Erasto Gaertner (Rua Dr. Ovande do Amaral, 201 – Jardim das Américas, Curitiba/PR), até 24 de agosto.

Sobre o McDia Feliz

O McDia Feliz é o principal evento beneficente do McDonald’s e, atualmente, é uma das maiores mobilizações em prol de crianças e adolescentes no Brasil. A campanha é realizada no país desde 1988, gerando recursos para as instituições apoiadas pelo Instituto Ronald McDonald, que atuam para proporcionar mais saúde e qualidade de vida a crianças e adolescentes com câncer. Em 2018, o projeto ampliou seu impacto para beneficiar outra causa de grande importância para o país, a Educação, contribuindo para as ações do Instituto Ayrton Senna. Desde sua primeira edição, mais de R$350 milhões já foram arrecadados pelo McDia Feliz.

Sobre o Hospital Erastinho

Inaugurado em 2020, o Erastinho é pioneiro por seguir os parâmetros internacionais de sustentabilidade e de promoção da saúde, dentro do conceito Green Hospital. Possui 4.500m² e 43 leitos (entre clínicos, cirúrgicos, TMO e UTI). É especializado em oncopediatria e oferece também diversas outras especialidades médicas, inclusive com um Pronto Atendimento em Pediatria Geral. Possui estrutura moderna e humanizada para atender crianças e adolescentes de zero a 18 anos e tem capacidade anual para a realização de até 17 mil consultas, 500 cirurgias e mais de 85 mil procedimentos.

Sobre o Instituto Ronald McDonald

Organização sem fins lucrativos, o Instituto Ronald McDonald (IRM) há 23 anos atua para promover saúde e bem-estar de crianças, jovens e suas famílias e contribui para aumentar as chances de cura do câncer infantojuvenil no Brasil. Para atingir esse objetivo, o Instituto Ronald McDonald trabalha promovendo a estruturação de hospitais especializados, a hospedagem para famílias que residem longe dos hospitais, a capacitação de estudantes e profissionais de saúde para realizarem o diagnóstico precoce, incentiva a adesão a protocolos clínicos e promove disseminação de conhecimento sobre a causa. A ONG faz parte do sistema beneficente global Ronald McDonald House Charities (RMHC), presente em mais de 60 países, coordenando os programas globais: Casa Ronald McDonald, voltado para a hospedagem, transporte e alimentação dos pacientes; e o Programa Espaço da Família Ronald McDonald, que torna menos desgastante o dia a dia das famílias durante o tratamento. No Brasil, há ainda outros dois programas locais: Atenção Integral e Diagnóstico Precoce, com ações específicas de combate ao câncer infantojuvenil. O Instituto conta com o apoio de diversas empresas e pessoas físicas para desenvolver e manter seus programas. Saiba mais sobre os programas e as instituições beneficiadas em www.institutoronald.org.br

Sobre a Arcos Dorados

A Arcos Dorados é a maior franquia independente do McDonald’s do mundo e a maior rede de serviço rápido de alimentação da América Latina e Caribe. A companhia conta com direitos exclusivos de possuir, operar e conceder franquias locais de restaurantes McDonald’s em 20 países e territórios dessas regiões. Atualmente, a rede possui mais de 2.250 restaurantes, entre unidades próprias e de seus subfranqueados, que juntos empregam mais de 90.000 funcionários (dados de 31/03/2022). A empresa também mantém um sólido compromisso com o desenvolvimento das comunidades nas quais está presente e com a geração de primeiro emprego formal para jovens, além de utilizar sua escala para impactar de maneira positiva o meio-ambiente. A Arcos Dorados está listada na Bolsa de Valores de Nova York (NYSE: ARCO). Para saber mais sobre a Companhia por favor visite o nosso site: www.arcosdorados.com

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Laboratório passa a disponibilizar testes para diagnóstico da Monkeypox no Paraná e em outros estados do Sul do Brasil

O Paraná e o Sul do Brasil têm registrado um aumento significativo nos casos de Monkeypox, também conhecida porvaríola dos macacos”. Para se ter ideia, só o Paraná confirmou dez novos casos da doença, segundo boletim divulgado pela Secretaria de Estado da Saúde na primeira semana de setembro. Foram cinco novos casos em Curitiba, um em Cascavel, um em Londrina, dois em São José dos Pinhais e um em Maringá. O estado passou a somar 153 confirmações da doença em 16 cidades. Ainda de acordo com o boletim, são 145 homens e oito mulheres contaminados e contaminadas. As faixas etárias com mais registros são de 30 a 39 anos e 20 a 29 anos. A cidade com maior número de casos de varíola dos macacos é Curitiba, somando 115, seguida de muito longe por Paranaguá, com quatro casos, e São José dos Pinhais, com três. Araucária, Campo Largo, Colombo têm dois casos cada um.

No caso de Santa Catarina, houve um aumento de 30% de casos em apenas cinco dias. Até o começo de setembro, 115 casos da doença já foram confirmados. No Rio Grande do Sul, o Centro Estadual de Vigilância de Saúde do Estado confirmou, também no começo de setembro, um total de 120 casos de Monkeypox. Outros 358 casos suspeitos também estão em investigação. Em Porto Alegre, o total de casos chegou a 61, seguido por Canoas, com 10. Todos estão distribuídos em 28 municípios gaúchos.

No dia 20 de setembro, a ANVISA (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) aprovou o primeiro teste para o diagnóstico da Monkeypox no Brasil. O produto é o kit molecular Bio-Manguinhos, fabricado pela Fiocruz (Fundação Oswaldo Cruz), que detecta as regiões genômicas dos vírus da Orthopox, Monkeypox e Varicella Zoster. Porém, a capacidade de distribuição deste kit no país ainda está sendo avaliada. 

A baixa quantidade de exames que sejam capazes de identificar o Monkeypox, faz com que as pessoas busquem diagnósticos diferenciais, que são realizados através de testes para diagnóstico de outras doenças para que seja descartado o vírus. A análise clínica, em alguns casos, pode relacionar os sintomas apresentados pelos pacientes a outras doenças, como varicela, sarampo, infecções bacterianas da pele, escabiose (sarna), sífilis e reações alérgicas, o que dificulta o diagnóstico preciso.

A novidade é que o ID8 – Inovação em Diagnóstico disponibiliza a laboratórios do estado do Paraná e de outros estados do Brasil, métodos moleculares para o diagnóstico da doença, que se revela como a alternativa mais segura para o diagnóstico assertivo.

A partir do diagnóstico correto, a atenção clínica pode ser otimizada para aliviar ao máximo os sintomas, manejando as complicações e prevenindo as sequelas em longo prazo. Os sintomas do vírus podem incluir lesões na pele, febre, dor no corpo, dor de cabeça, entre outros. Segundo o Ministério da Saúde, os sinais duram de duas a quatro semanas.

Rodrigo Faitta Chitolina, supervisor de laboratório e responsável técnico do ID8, explica que o diagnóstico realizado pelo laboratório é por PCR em tempo real, considerada a técnica padrão ouro para a detecção de vírus. 

“O exame do iD8 Diagnóstico realiza a detecção viral do Monkeypox pela amplificação de uma região conservada dos genes G2R (que detecta as linhagens do vírus do grupo da África Ocidental) e F3L (que detecta as linhagens do vírus pertencentes ao grupo da Bacia do Congo). Essa detecção específica permite dirimir as dúvidas quanto a possíveis infecções de outros patógenos com sintomatologia semelhante, como é o caso da Herpes Simplex 1 e 2 e Varicela Zoster”, explica Chitolina.

O exame disponível no ID8 se trata de uma metodologia de PCR em tempo real, metodologia que é recomendada pelas principais instituições e órgãos da saúde (OPA, WHO e Ministério da Saúde) como sendo a metodologia adequada para realização do diagnóstico. Além disso, o exame permite a detecção do vírus por amostras de swab de lesão/vesícula, que é a amostra principal no que concerne ao diagnóstico da  doença. Ainda, para casos onde se demanda um diagnóstico diferencial, uma vez que, o vírus pode ser confundido com outras doenças como sífilis e herpes, se oferta coleta de amostra de swab orofaringe, para auxílio de diagnóstico.

Sobre a Monkeypox

A doença Monkeypox (MPX), também conhecida como “varíola dos macacos”, vem alertando autoridades sanitárias de diversos países a adotar ações precoces a fim de evitar um surto mundial. O último boletim divulgado pela Secretaria de Saúde do Paraná mostrou um aumento de 86% nos casos, reforçando o alerta sobre a transmissão do vírus.

O vírus causador da doença é estudado há décadas e já foi detectado em pelo menos onze países africanos desde os anos 1970. O primeiro caso no Brasil foi registrado em julho de 2022, em Minas Gerais, em um homem de 41 anos. Foi o primeiro fora da África registrado, de acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS).

O nome da doença, entretanto, ainda gera grande confusão entre pessoas pouco informadas, que acreditam que os macacos são transmissores do vírus. Isso ocasiona o assassinato de muitos animais, que não transmitem a doença e são infectados e vitimados por ela, assim como os seres humanos. A transmissão da varíola ocorre de humanos para humanos, no caso de contato próximo com as lesões na pele da pessoa infectada, com secreções respiratórias ou objetos usados por quem está infectado. Em comunicado publicado no início de junho deste ano, a Sociedade Brasileira de Primatologia reforçou que a transmissão da doença não está associada aos primatas. Além de não transmitirem a doença, os macacos, na verdade, são sentinelas para a presença de zoonoses que possam impactar a saúde humana.

Saiba mais sobre a Monkeypox:

  •     O período de incubação, no qual a pessoa infectada é assintomática, é tipicamente de 6 a 16 dias, mas pode chegar a 21 dias. Inicialmente, eles incluem febre súbita, dor de cabeça, dores musculares, dores nas costas, calafrios e exaustão;
  •     Já a manifestação na pele, mais conhecida pela população, ocorre entre 1 e 3 dias após os sinais e sintomas iniciais. Quando aparecem, as lesões têm diâmetro de meio centímetro a um centímetro, e podem ser confundidas com varicela ou sífilis;
  •     A transmissão do vírus Monkeypox entre pessoas ocorre, principalmente, através do contato direto, seja por meio do beijo ou abraço, ou por feridas infecciosas, crostas ou fluidos corporais;
  •     Também pode haver transmissão por secreções respiratórias durante o contato pessoal prolongado. Até o momento, não se sabe se o Monkeypox pode ser transmitido através do sêmen ou fluidos vaginais;
  •     A detecção correta do vírus é o primeiro passo para evitar a propagação e interromper as cadeias de transmissão.

 Sobre o ID8 – Inovação em Diagnóstico

Um laboratório de apoio focado no diagnóstico molecular com entrega rápida, oferecendo resultados em poucas horas após o recebimento da amostra, com um fluxo de trabalho operacional os sete dias da semana. Os serviços vão além do diagnóstico. Metodologias simples e ágeis que reduzem consideravelmente o tempo de entrega do resultado, possibilitando ao paciente a chance de um tratamento mais assertivo e direcionado. Saiba mais em: www.id8diagnostico.com.br.

Como o cabelo afeta a autoestima de quem está com câncer

Receber um diagnóstico de câncer não é fácil nem para homens e muito menos para as mulheres. Quase sempre, o tratamento mexe diretamente na autoestima da pessoa, pois a pessoa pode ficar mais inchada, ganhar peso e, em muitos casos, perder os cabelos e pêlos do corpo. Para a mulher a perda dos fios está diretamente ligada ao universo da feminilidade.

O cabelo é um ponto muito marcante para o público feminino. Ele tem sido tão importante quanto as vestimentas que usamos para nos identificar. Essa identificação pode ser em grupos ou dentro de uma cultura.

O paciente com o câncer deve estar ciente que nem todas as quimioterapias ou tratamento vai levar a perda dos fios. Mas as que sofrem com a queda, costumam relatar uma perda da identidade. Sendo assim, é muito comum que ela não se reconheça no espelho.

O trabalho que se faz no tratamento psicoterápico é fazer com que esse paciente consiga se enxergar além desses cabelos. É importante deixar claro que essa parte do corpo não define o que é o feminino, nem mesmo a identidade da pessoa. Isso é um trabalho de desconstrução.

Ao contrário de algumas outras doenças também incapacitantes ou debilitantes durante o tratamento, como, por exemplo, casos de transplantes, a pessoa fica muito debilitada, mas não é tão visível como no caso do câncer. Todo tratamento que envolve a queda dos pelos é muito visível e mexe com a imagem daquele indivíduo.

Lembrando que não é só o paciente que não se reconhece, como também quem está fora desse processo. Não devemos esquecer que algumas estratégias para ajudar na autoestima dessa pessoa são o uso de perucas, lenços e turbantes, no caso de mulheres e crianças. Os homens, muitas vezes, sentem a queda dos cabelos, mas eles lidam melhor com a falta de fios.

Infelizmente, os olhares que essa pessoa vai receber são muito devastadores. É um olhar de pesar ao ver a criança, a mulher ou até mesmo o homem sem os cabelos. Esse paciente está em processo de tratamento e haverá altos e baixos em relação ao comportamento e até mesmo o ânimo dele. Por isso, é fundamental que a família e amigos possam dar o suporte emocional ao paciente.

Falas de pesar neste momento não são adequadas. Evite frases como “que pena!” ou “Coitado!”. Devemos entender que a pessoa está passando por um tratamento e que devemos ter palavras positivas, incentivadoras, motivadoras e de conforto, como, por exemplo, “Estou torcendo por você e se precisar estou aqui”; ou “Tudo vai dar certo, fique tranquilo.”

Esse processo é doloroso. Por esse motivo devemos conscientizar a sociedade, mostrando que o olhar machuca muitas vezes até mais que a doença. Às vezes, o paciente é muito resolutivo e assertivo e isso faz com que ele lide muito bem com a doença. Porém, é possível que não consiga lidar bem com o olhar do outro e com a exclusão que o próprio meio social faz.

Ainda existe um tabu muito grande em relação ao câncer, mas não podemos ignorar os avanços da medicina em relação aos diagnósticos e tratamentos. Infelizmente, a primeira palavra que vem à mente de muitas pessoas é a morte. No entanto, a evolução na identificação cada vez mais precoce e dos tratamentos estão permitindo mais chances de cura, ou remissão da doença. Portanto, tenha fé e faça sempre consultas com o seu médico que esse momento irá passar e você vai sair mais forte dessa.

(*) Alessandra Augusto é formada em Psicologia, Palestrante, Pós-Graduada em Terapia Sistêmica e Pós-Graduanda em Terapia Cognitiva Comportamental e em Neuropsicopedagogia. É a autora do capítulo “Como um familiar ou amigo pode ajudar?” do livro “É possível sonhar. O Câncer não é maior que você”.