Guinness divulga cão com orelhas mais longas do mundo e outros recordes

O Guinness World Record divulgou na madrugada desta quinta-feira (16) alguns dos recordistas que aparecerão na edição 2022 de sua publicação. A organização registra desde 1955 realizações de humanos notáveis, animais de estimação, veículos e também eventos extremos da natureza.

Um dos recordistas estreantes é Lou, um cãozinho americano de 3 anos. Ele recebeu o título de cachorro com as orelhas mais longas do mundo. São 34 centímetros, de acordo com a publicação.

Segundo Paige Olsen, a dona de Lou, as orelhas de Lou não requerem manutenção especial por causa do comprimento. Porém, no inverno ela diz que costuma usar um aquecedor de orelhas para que elas não fiquem se arrastando na neve.

Outros recordistas são o cachorro Lollipop e o gato Sashimi, do Canadá. Eles se tornaram a dupla animal que conseguiu fazer o percurso de 5 metros de forma mais rápida usando um patinete. Foram apenas 4,37 segundos.


Melissa Millett, a dona, disse que os dois criaram o truque sozinhos. Ambos gostavam de fazer isso separadamente, mas um dia resolveram subir juntos na motinha.


Também ganharam destaque o mexicano Jorge Arias, que tem a maior coleção de memorabilia do filme “Carros”, da Pixar. São 1.200 itens, que ele vem juntando desde o lançamento do primeiro filme (que já teve duas sequências), em 2006.

Jorge Arias e a coleção

Já o americano Zion Clark, 23, que nasceu sem as pernas por causa de uma síndrome rara, aparece como o recordista em caminhada mais rápida de 20 metros com as mãos. Ele fez o percurso em 4,78 segundos.


Também entraram no livro o indiano Pratik Mohite, 25, que é o fisiculturista competitivo mais baixo do mundo (com 102 centímetros); o canadense Olivier Rioux, que é o adolescente mais alto vivo (com 226,9 centímetros); e o também canadense Morgan Parsley, que tem os maiores pés em um adolescente (30,9 centímetros).

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iPhone 13, da Apple, promete vídeos com qualidade de cinema

A Apple apresentou nesta terça-feira (14) o iPhone 13, com novo posicionamento de lentes traseiras, processador mais rápido e uma função que promete qualidade cinematográfica nas filmagens. O novo smartphone da Apple foi lançado em um evento virtual da companhia, transmitido de Cupertino, na Califórnia (EUA).

Com vídeos ganhando cada vez mais espaço em aplicativos do mercado, a Apple apostou, mais uma vez, em reforçar a qualidade de câmera de seus produtos: acrescentou ao novo smartphone o recurso chamado de “Cinematic Mode”, que emula recursos de cinema.

Com avançado sistema de inteligência artificial de vídeo conectado às câmeras, a função permite que o foco se adapte instantaneamente à velocidade da filmagem, o que dá mais fluidez aos movimentos das cenas registradas.

O iPhone 13, que também tem a versão mini, possui duas câmeras 12MP, além da frontal. Já a versão PRO, mais evoluída, tem três câmeras.


Além de reforço para filme e fotografia, o novo iPhone tem a tela maior em relação ao produto do ano passado, e inovações de infraestrutura. São 15 bilhões de transitores que funcionam em um CPU 50% mais rápido que o dos concorrentes, segundo a empresa americana.


O iPhone 13 será lançado nas cores rosa, azul, branco, vermelho e preto. Sua produção contém materiais reciclados, como garrafas de plástico.

França anuncia fim do toque de recolher e da obrigatoriedade do uso de máscaras

O primeiro-ministro da França, Jean Castex, anunciou nesta quarta-feira (16) que o uso de máscaras de proteção contra o coronavírus não será mais obrigatório no país em espaços ao ar livre a partir desta quinta-feira (17). O item continuará sendo exigido, no entanto, em ambientes com muita gente, como os estádios esportivos.

O toque de recolher a partir das 23h, que foi instituído no final do ano passado e estava planejado para durar até o final de junho, será suspenso no próximo domingo (27). Segundo Castex, as decisões foram tomadas porque a situação sanitária da França melhorou mais rapidamente do que as autoridades estavam antecipando.

Depois que restaurantes, bares e cafés foram autorizados na semana passada a reabrir em ambientes fechados pela primeira vez em sete meses, Castex disse que a vida na França estava finalmente começando a voltar ao normal.

“Estamos no caminho certo. Vamos permanecer juntos responsáveis, unidos e mobilizados”, escreveu o premiê em uma publicação no Twitter, após uma reunião de gabinete em que a suspensão das medidas foi determinada.

De acordo com dados da Universidade Johns Hopkins, o país registrou 3.243 novos casos de Covid-19 nas últimas 24 horas. É o número mais baixo desde agosto de 2020 e representa uma queda de mais de 97% em relação ao pico registrado em abril deste ano, quando foram confirmados quase 118 mil casos em um único dia.

A média móvel de casos, que chegou a mais de 56 mil em novembro do ano passado e, há dois meses, estava na faixa dos 45 mil, agora não passa de 4.000. Segundo especialistas em saúde da França, pode-se dizer que a pandemia está controlada quando essa taxa é inferior a 5.000 casos diários.

Considerando a incidência proporcional ao tamanho da população, a França registra 52,22 novos casos diários por milhão de habitantes. Para comparação, a taxa do Brasil é de 333,41, a maior incidência entre os cinco países com os maiores números absolutos de infecções –EUA tem 40,97, Turquia, 70,79, e Índia, 56,32.

Castex anunciou ainda que a nova meta de vacinação do governo francês é aplicar duas doses do imunizante em pelo menos 35 milhões de pessoas até o final de agosto, contingente que representa pouco mais da metade da população francesa. Até agora, cerca de 45% da população recebeu ao menos uma dose da vacina, e os que já estão completamente imunizados correspondem a 21,43% dos franceses.

As autoridades de saúde da França seguem monitorando o avanço das variantes do coronavírus. Na Inglaterra, do outro lado do Canal da Mancha, o governo precisou adiar a suspensão da maior parte das restrições devido à disseminação da variante delta, identificada primeiro na Índia.

De acordo com o ministro da Saúde francês, Olivier Verán, a delta é responsável por apenas 2% a 4% dos novos casos de Covid-19 identificados na França. Se tornar-se dominante, no entanto, o risco é de que o país enfrente uma nova alta no número de infecções, já que as diferentes cepas tendem a se propagar mais rápido, aumentar o número de hospitalizações e reduzir a porcentagem de eficácia das vacinas.

Informações Banda B