Grupo Positivo completa 50 anos e prepara abertura de novas unidades

O grupo educacional paranaense Positivo acaba de completar 50 anos com motivos para comemorar. Depois de dois anos de pandemia, entre o choque do isolamento, a adaptação ao ensino presencial, a perda de renda das famílias e a readaptação à nova realidade pós-pandemia, o Positivo começa a apresentar sinais de retomada de crescimento. “Em 2020 e 2021 fomos afetados sobremaneira por conta da crise econômica decorrente da covid-19. Muitas famílias perderam suas rendas e, embora tivéssemos adotado alguns programas de suporte a essas pessoas, muitos ficaram inadimplentes e outros não conseguiram manter os filhos na escola particular”, conta Lucas Guimarães, presidente da Positivo Educacional.

Mesmo sem conseguir retomar o número de alunos de antes da pandemia em todas as unidades escolares, o grupo chegou ao fim de 2022 com crescimento de 30% em relação ao ano anterior, com uma receita de R$ 850 milhões. O presidente atribui a retomada à estratégia de posicionamento do grupo de concentrar esforços na Educação Básica. Em 2016, a Positivo Educacional deu início a um movimento de vendas e aquisições, com o objetivo de reorganizar o portfólio, e se fortalecer nesse segmento.

Atualmente, o Positivo conta com 20 escolas próprias em sete municípios dos estados do Paraná e Santa Catarina, que vão da Educação Infantil ao Ensino Médio, incluindo o curso pré-vestibular. De acordo com Guimarães, o grande segredo para essa retomada é nunca ter medo de se reinventar. “Algumas vezes, mesmo quando estamos diante de um negócio de sucesso, é preciso repensar, acreditar e investir, inclusive em tempos de crise”, revelou o presidente.

Segundo ele, o momento é oportuno para retomar as aquisições. “Estamos estudando algumas oportunidades no Sul, Sudeste e Centro-Oeste do Brasil. Mas de forma conservadora, sem a agressividade que se tornou a tônica de outros grupos nacionais no segmento”, revela. Desde 2016, quando optou pelo reposicionamento, o Positivo tem mantido a média de uma aquisição por ano. 

De acordo com Guimarães, o Grupo Positivo deve inaugurar até 2024 uma unidade própria em um novo estado. Além disso, está em negociação para aquisição de três outras escolas também em outros estados, sendo que pelo menos uma deve ter o martelo batido já neste primeiro semestre de 2023. “Queremos ir para outros estados. A gente quer aprender nessas novas praças. E as três escolas que estamos avaliando a aquisição são bem tradicionais na região em que atuam”, revela o presidente.

A última aquisição do grupo foi em 2021, quando incorporou a St. James’ International School, de Londrina. “Desde que iniciamos a estratégia de expansão com foco no Ensino Básico, buscamos unidades que agreguem know how e se identifiquem com o nosso propósito, para que possamos garantir a continuidade do negócio, crescimento planejado e, acima de tudo, para assegurarmos a oferta de ensino de qualidade”, pontua Guimarães. no último ano, os colégios do grupo tiveram incremento de 7,2% no número de alunos e 28% em receita.

Além do Colégio e Curso Positivo, a Positivo Educacional compreende a Editora Aprende Brasil, que fornece sistema de ensino para mais de 400 mil alunos de escolas públicas municipais de todo o Brasil; a gráfica Posigraf, que imprime e distribui mais de 50 milhões de livros por ano; o Centro de Eventos Positivo, localizado no Parque Barigui; e o Instituto Positivo, cujo foco é o investimento social por meio de ações voltadas para a melhoria da educação pública. Atualmente, beneficia 32 mil alunos da rede pública de ensino. 

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Oito dicas para ajudar na escolha da escola

Entrada na vida escolar, mudança de bairro ou de cidade, encerramento de uma fase escolar e questões financeiras são alguns dos motivos que levam os pais a procurarem uma nova escola para os filhos. Seja na educação infantil, no ensino fundamental ou médio, essa tarefa não é nada fácil e requer um olhar atento por parte da família, pois o espaço escolhido será o “segundo lar” do estudante.

De acordo com o diretor-executivo dos Colégios do Grupo Positivo, Celso Hartmann, a dúvida é comum e a preocupação se a criança irá se adaptar, gostar da professora e fazer amigos, são frequentes. “Muitas vezes, os pais ficam mais aflitos que as crianças. E para que a decisão seja mais assertiva é preciso visitar o local, buscar informações, conhecer a metodologia de ensino e os valores da escola, que deverão estar alinhados com os da família, e ponderar o investimento. Além disso, observar questões de logística, como distância, trânsito e se oferece atividades culturais, esportivas e cursos de línguas na própria escola, o que facilita e otimiza tempo”, completa.

O Colégio Positivo preparou um e-book com informações para orientar as famílias na escolha da escola. O material pode ser acessado por meio deste link. Não existe uma fórmula mágica, no entanto algumas dicas podem ajudar:

  • Religião

É importante analisar qual é o peso da religião para a família e se a orientação da escola pode conflitar com a educação familiar.

  • Formação da equipe

A formação dos profissionais é muito importante. Avalie como é a seleção da equipe, quais as exigências para a contratação, a rotatividade e se há investimento na continuidade dos estudos para que os professores se mantenham atualizados.

  • Conteúdo

Conheça a proposta pedagógica da instituição e como ela é aplicada em sala de aula, se está alinhada ao desenvolvimento de habilidades e competências dos estudantes com foco na formação de cidadãos que tenham compromisso com a sociedade, atuantes e conscientes de suas responsabilidades, e às novas demandas, como o uso da tecnologia, inclusão social, meio ambiente, ética e cidadania.

  • Distância

Longos deslocamentos sempre geram desgaste físico e emocional. Chegar cansado pode interferir na produção escolar.

  • Faça as contas

Além do valor da mensalidade, é preciso pôr na ponta do lápis outras despesas, como aulas extracurriculares, lanches e lista de materiais de apoio. Assim, é possível chegar ao investimento real da escola e do impacto que ela terá no orçamento familiar.

  • Criatividade

Durante a visita, analise a criatividade da instituição escolar observando o mobiliário. A disposição de mesas e cadeiras, design, espaço de lazer e orientação dos professores pesa muito nessa questão.

  • Tamanho da escola

Analise se prefere uma escola focada em determinada fase da vida do seu filho ou se optaria por uma que reúne toda a educação básica em um mesmo espaço. Ambas têm suas vantagens e desvantagens.

  • Apoio

Avalie se existe uma equipe que fornece apoio pedagógico e psicológico para ajudar a lidar com a complexidade inerente ao ser humano em formação.

Sobre o Colégio Positivo

O Colégio Positivo compreende sete unidades na cidade de Curitiba, onde nasceu e desenvolveu o modelo de ensino levado a todo o país e ao exterior. O Colégio Positivo – Júnior, o Colégio Positivo – Jardim Ambiental, o Colégio Positivo – Ângelo Sampaio, o Colégio Positivo – Hauer, o Positivo International School, o Colégio Positivo – Água Verde e o Colégio Positivo – Boa Vista atendem alunos da Educação Infantil ao Ensino Médio, sempre combinando tecnologia aplicada à educação, material didático atualizado e professores qualificados, com o compromisso de formar cidadãos conscientes e solidários. Em 2016, o grupo chegou em Santa Catarina – onde hoje fica o Colégio Positivo – Joinville e o Colégio Positivo – Joinville Jr. Em 2017, foi incorporado ao grupo o Colégio Positivo – Londrina. Em 2018, o Positivo chegou a Ponta Grossa (PR), onde hoje está o Colégio Positivo – Master. Em 2019, somaram-se ao Grupo duas unidades da escola Passo Certo, em Cascavel (PR), e o Colégio Semeador, em Foz do Iguaçu (PR). Em 2020, o Colégio Vila Olímpia, em Florianópolis (SC), passou a fazer parte do Grupo. Em 2021, com a aquisição da St. James’, em Londrina (PR), o Colégio Positivo passa a contar com 16 unidades de ensino, em sete cidades, no Sul do Brasil, que atendem, juntas, aproximadamente 16 mil alunos desde a Educação Infantil ao Ensino Médio.

Dúvidas na hora do vestibular são comuns, principalmente em um mundo cada vez com mais opções de profissões, afirma coordenador pedagógico

Escolher o curso que irá prestar no vestibular é um passo importante na vida de todo estudante da terceira série do Ensino Médio. É quando ele precisa escolher a profissão que mudará o seu futuro. Ao escolher o curso, o estudante leva em consideração toda sua bagagem cultural, social e as habilidades e afinidades que têm com determinadas disciplinas, conteúdos e ensinamentos adquiridos durante sua trajetória acadêmica.

Em muitos casos os pais são responsáveis e influenciam a escolha dos filhos. Por exemplo, médicos tentam encaminhar seus filhos para cursar Medicina, assim como outros profissionais para outras áreas, como Direito ou Engenharias. “Isso se dá pela base no histórico familiar ou até mesmo pelo imaginário de que o(a) estudante será auto suficiente, terá estabilidade financeira ou será bem-sucedido(a). Essa influência, caso seja bem conduzida e orientada, desde que o estudante realmente queira seguir a profissão dos pais ou a que eles julguem apropriada, é válida. Do contrário, pode frustrá-los e isso é muito ruim”, explica o coordenador pedagógico do Elite Curitiba unidade Ponta Grossa, Gilberto Santos Gueretz.

Fazer testes vocacionais, estudar o mercado de trabalho, avaliar as competências e habilidades técnicas e socioemocionais, conversar com profissionais da área, analisar a credibilidade e como ingressar em determinada instituição de ensino e pensar em construir uma carreira de acordo com as expectativas e prioridades são formas que contribuem na hora de escolher qual graduação cursar. Segundo Gueretz, o momento de escolher qual vestibular prestar é de empolgação, mas também pode causar medo e dúvida nos estudantes, principalmente no mundo atual que surgem novas opções de profissões a cada momento e que as informações estão cada vez mais rápidas. 

“A escolha do aluno deve ser baseada na sua identificação com a área de interesse a fim de detectar afinidades e domínio das disciplinas ou conteúdos condizentes com a área. Isso é necessário para que, em seguida, o estudante possa direcionar sua atenção para o curso de preferência, que pode ser por meio da interação e da identificação com profissionais das áreas de interesse. Além disso, é válido ler e estudar bastante a respeito do curso que pretende fazer, pois informação e conhecimento contribuem com a melhor tomada de decisão”, aconselha o coordenador pedagógico do Elite Curitiba unidade Ponta Grossa.

Ensino de base

A vida universitária é o início de uma caminhada profissional e contribui para o crescimento pessoal, aquisição de novos conhecimentos e aumento de networking.  Assim, independente de qual for o curso que o estudante escolher, é importante estar preparado para o vestibular, e isso requer muito foco nos estudos, bastante dedicação, disciplina e determinação.

Além disso, um ensino de base bem estruturado desde a primeira série do Ensino Médio é fundamental no momento de prestar o vestibular. “Isso fortalece e prepara o(a) estudante para esse evento que, muitas  vezes, é apavorante. Então, independente de qual seja a área ou curso que o(a) estudante escolher, estará confiante para enfrentar esse desafio”, garante Gilberto.

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