Flamengo vence Athletico e larga bem na Copa do Brasil

Na Arena da Baixada, a noite desta quarta (28) foi de reencontro de rubro-negros. Athletico Paranaense e Flamengo fizeram a partida de ida das oitavas de final da Copa do Brasil desta temporada. O confronto foi uma reedição das quartas de final do torneio de 2019, que teve a classificação do Furacão, e da final da Supercopa de 2020, com o título da equipe carioca. 

Dessa vez o Flamengo saiu na frente mesmo sem forçar muito o ritmo. Até os 19 minutos, quando marcou o gol, o jogo era todo do time do Rio de Janeiro. Quem abriu o placar foi Bruno Henrique, que alcançou a marca de 50 gols com a camisa do Flamengo e fez o décimo quinto na temporada. 

A jogada começou com um cruzamento do lateral-direito Isla. A bola foi na cabeça do centroavante Pedro. Ele dividiu com o goleiro Santos, a bola foi na trave e caiu no pé do Bruno Henrique que só empurrou para o gol vazio. À frente no placar, o Flamengo administrou a partida. A primeira chegada relativamente perigosa dos donos da casa aconteceu aos 42 minutos. O centrovante Walter cobrou forte uma falta. E o goleiro Hugo Souza fez boa defesa. No rebote, Reinaldo bateu perto do gol adversário.

Na etapa final, o goleiro Hugo foi a estrela. Aos 10, Nikão ganhou do zagueiro Léo Pereira e rolou para Walter. O centroavante finalizou e o goleiro flamenguista fez uma grande defesa. Aos 18, mais uma grande defesa depois do Reinaldo invadir a área carioca e finalizar rasteiro. Depois, ele pegou um pênalti. A infração do lateral-esquerdo Renê sobre Léo Cittadini foi confirmada pelo árbitro Ricardo Marques Ribeiro após chamar o auxílio do VAR. Hugo pulou no canto direito e fez uma bela defesa. Foi o primeiro pênalti defendido pelo garoto no time profissional do Flamengo.

As duas equipes voltam a se enfrentar na quarta-feira (4), às 21h30, no Maracanã. O Furacão precisa vencer para ter chances. Qualquer vitória por um gol dos paranaenses leva a decisão aos pênaltis.

Corinthians perde

Na Neo Química Arena, a noite de quarta teve outro duelo de abertura das oitavas de final. O jogo envolveu o Corinthians, que vive uma temporada de muita instabilidade, e o América Mineiro, embalado pela vice-liderança na Série B. E quem se deu bem foi a equipe que busca retornar à elite do futebol brasileiro.

Nos primeiros 45 minutos, os dois times apresentaram muita vontade, mas ficaram devendo inspiração. Os paulistas tiveram mais posse de bola, só que a primeira boa oportunidade do Timão só veio aos 22 minutos. Depois do escanteio batido por Cazares, a bola bateu no zagueiro Messias do América e ia em direção ao gol. Mas, Diego Ferreira, bem posicionado, afastou quase sobre a linha. 

Aos 26, foi a vez do América chegar. Em boa jogada, Ademir foi no fundo e cruzou. Só que o lateral alvinegro Fagner acompanhou bem a jogada e evitou a conclusão de Felipe Azevedo.

Na etapa final, o cenário do jogo mudou pouco. O América reclamou pênalti quando Ademir invadiu a área, dividiu com Marllon e caiu na área aos 8 minutos. O árbitro Rodrigo Dalonso Ferreira mandou seguir. 

O próximo lance digno de registro veio só aos 43 minutos de jogo e foi o gol dos visitantes. O atacante Marcelo Toscano aproveitou a falha do goleiro Cássio, que saiu jogando errado. O artilheiro recebeu um bom passe de Neto Berola e não desperdiçou a oportunidade. Fez o único gol da noite de futebol em São Paulo.

A partida de volta acontece na quarta-feira (4), às 21h30, na Arena Independência, em Belo Horizonte. Com o gol fora não é critério de desempate na Copa do Brasil, para avançar nos 90 minutos, o Corinthians precisa vencer por dois gols de diferença. Qualquer vitória mínima do Timão leva o jogo aos pênaltis.

Veja aqui a tabela da Copa do Brasil


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Tecnologia paranaense auxilia na gestão da maior rede de Dark Kitchens 100% delivery do mundo

O conceito de Dark Kitchen (ou Dark Restaurant ou Ghost Kitchen) surgiu antes mesmo da pandemia de Covid-19, mas foi durante este significativo período que a modalidade teve um grande crescimento em inúmeros mercados pelo mundo, incluindo o Brasil. Um modelo de negócio inovador que nada mais é do que um restaurante que concentra suas vendas no delivery, sem lojas físicas ou espaços para atendimento ao público. Tratando apenas de uma operação, geralmente formada por uma cozinha e um estoque, cujo foco está na preparação de pratos que serão despachados e entregues ao consumidor, o que reflete tanto em um melhor controle da performance do negócio como na redução de custos operacionais.

Ou seja, um negócio promissor que veio para ficar. De acordo com um levantamento da Statista, a projeção é que o mercado exclusivo de Dark Kitchens chegue a 71 bilhões de dólares em 2027, sendo uma tendência que terá grande projeção nos próximos anos.

Frente a este novo cenário, a tecnologia tem sido fundamental no desenvolvimento deste nicho de empresas, pois ajuda a centralizar a gestão e a escalar as operações, principalmente para grandes redes, de uma maneira natural e organizada, evitando que problemas fiscais, financeiros ou de ordem operacional impactem negativamente o negócio.

Foi assim que o ATW Delivery Brands – maior rede de Dark Kitchens 100% delivery do mundo – organizou a sua expansão. A empresa surgiu em 2017 e se especializou em desenvolver marcas e processos otimizados 100% focados no delivery, que vão desde os temperos utilizados nos alimentos, passando pela montagem da cozinha e desenvolvimento da marca, até a entrega de uma solução completa, com o objetivo de formar empreendedores livres que queiram apostar no Food Service.

Um dos grandes passos foi investir desde cedo em automação e em uma gestão baseada em tecnologia. Além de criar uma forma eficiente de gerenciar o estoque dos franqueados, toda a integração permitiu ao ATW se transformar em um dos líderes do mercado de franquias de Dark Kitchen. O grupo capixaba conta com dois modelos: a Dark Kitchen denominada “NGJ”, com as marcas Number One Chicken, Julius Doggs, Gringo Wings, Refeições Delivery, Perfeito Smash Burger e N1 Chicken feito com NotCo; e o Dark Kitchen “FUA”, com as marcas: O Que Comer, Fernando?, Uma Yá, Arroz & Feijão, Fernanjoada e Parmeginando. Cada unidade Dark Kitchen opera com cinco ou seis restaurantes digitais: todo processo é voltado para uma produção focada no delivery, de forma a criar uma linha de produção única e de alta eficiência.

Atualmente, a empresa tem mais de 315 Dark Kitchens no Brasil e no exterior (214 em funcionamento e 101 em fase de implantação). Cinco estão em Portugal (três em funcionamento e duas em implantação), e uma será implantada no México. O grupo ATW Delivery Brands conta atualmente com mais de 1000 restaurantes digitais no Brasil e no exterior. O faturamento do ATW em 2021 foi de R$ 153 milhões e a previsão de faturamento é de R$ 220 milhões para 2022.

A empresa atua junto aos franqueados desde a implantação da loja até a consultoria de resultados, disponibilizando treinamento prático para aplicação de temperos e receitas desenvolvidas pelos chefs do ATW, bem como cardápio, contato de fornecedores, itens promocionais e uniformes.

Parceria de sucesso

Foi com a ACOM Sistemas, foodtech responsável pelo ERP EVEREST, que a operação do ATW encontrou o caminho para um desenvolvimento com grandes resultados. Como a empresa trabalha com marcas que funcionam em um mesmo ambiente, com o mesmo quadro de colaboradores e funcionários e, também, com a distribuição de insumos para os franqueados, o sistema precisava oferecer um controle completo do backoffice dos negócios.

“O EVEREST acabou se tornando um grande parceiro do ATW, tendo em vista que é uma solução que contempla as operações comerciais, passando pela gestão de estoque e compras, faturamento, gestão financeira e contábil do negócio. Tudo de forma integrada, mas olhando para cada necessidade apontada pelo cliente em suas operações”, comenta Eduardo Ferreira, CCO da ACOM Sistemas.

O olhar cuidadoso sobre o que o cliente precisa é reforçado pelo poder de customização que a plataforma EVEREST apresenta. Algumas demandas são muito particulares e, como o ATW trabalha hoje sendo um “portal de franquias” (expressão oficializada internamente), a ACOM Sistemas tem oferecido a possibilidade de desenvolver soluções dentro dos moldes necessários para atender às rotinas de operação e ao grande volume de entregas. “Por exemplo, o controle de insumos, como o tempero secreto que faz parte dos pratos preparados pelas cozinhas, a reposição de uniformes, o envio de itens promocionais, como brindes, e até mesmo a verificação da ‘saúde financeira’ das franquias, tudo isso é feito por meio do EVEREST”, assinala Ferreira

Surfista paranaense é promessa da modalidade e sonha com campeonato mundial

Luara Mandelli, 14 anos, faz parte da nova geração do Brazilian Storm, grupo considerado promessa do surf brasileiro. Um dos destaques nas últimas competições realizadas no país, a jovem quer aumentar o grupo seleto de surfistas profissionais que, segundo a Associação Brasileira de Surf, conta com apenas 30 mulheres.

“Meu sonho é ser campeã mundial, por isso vou todos os dias para o mar. Comecei competindo no Open e quando ganhei foi demais. Agora é treinar para chegar cada vez mais perto do meu objetivo”, conta a surfista.

No ano passado, dos 16 campeonatos que participou, conquistou 12 vitórias. Agora, ela volta de uma temporada de 30 dias na Indonésia, onde aproveitou para treinar o backside, que é a manobra em que o surfista fica de costas para a onda. Só no mês de julho participou de campeonatos como o Paranaense, Brasileiros do Espírito Santo e Pernambuco e o Hang Loose, que venceu em São Paulo.

Sorriso no rosto

O sorriso no rosto fica escancarado assim que Luara vê o mar. A paixão começou desde pequena, herdada de seus pais, que são surfistas. Mas foi com sete anos que a vontade de subir na prancha falou mais alto e a adolescente começou a encarar as ondas diariamente.

Pela pouca idade, Luara precisa conciliar a rotina de viagens e treinos de alto rendimento com os cuidados e atividades de uma adolescente comum. Pela segurança e praticidade, ela começou um tratamento ortodôntico com alinhadores transparentes. Por ser discreto e não ter risco de machucar a boca nas manobras, como poderia acontecer com o tratamento com braquetes, foi possível usar os aparelhos mesmo durante as competições, sem precisar interromper o tratamento.

“O tratamento com alinhadores transparentes ClearCorrect permite que o paciente mantenha o cuidado mesmo em viagens ou períodos fora da cidade, porque ela recebe os alinhadores com dias certos para troca e nós fazemos o acompanhamento online. As visitas ao dentista são mais espaçadas, a cada três meses. Isso facilita a rotina de treinos e campeonatos”, explica a dentista e  especialista em alinhadores  ClearCorrect que acompanha Luara, Isabela Shimizu. A marca também apoia a atleta nas competições que participa, reforçando a importância de patrocínios para ampliar a presença de representantes femininas do surf brasileiro nos campeonatos.

Sobre a ClearCorrect

Presente em mais de 40 países, a ClearCorrect é a segunda maior marca de alinhadores transparentes para tratamentos ortodônticos do mundo. Desde 2018, a marca está presente no Brasil – trazida pelo Grupo Straumann -, se consolidando no primeiro mercado fora dos Estados Unidos, com produção concentrada em fábrica própria em Curitiba (PR). O sistema da ClearCorrect promove a movimentação dentária por meio de pressões exercidas em determinadas regiões da arcada, resultando na remodelação óssea, além de levar à correção da má-oclusão com a elaboração de um planejamento ortodôntico virtual. Mais informações em www.clearcorrect.com.br.