Exército Brasileiro em: Show das Poderosas

Exército Brasileiro em: Show das Poderosas

PRE-PA-RA

Esse desfile aconteceu hoje nas ruas do Rio de Janeiro e eles tocaram “Show das Poderosas”? Pode isso? Ok, sei que tocam algumas músicas populares, e sei que Anitta é popular atualmente, mas… Mc Mayara talvez? Quem sabe um funk Ostentação? Ou sei lá Belo?! AHAHHAHAHAHA Próxima vez, bora pedir pra tocar Raul?

Vi esse vídeo no twitter do Plantão 190, se você tem alguma sugestão de vídeo, envie para: busaocuritiba@hotmail.com

0 Comments

  1. A musica pode ser uma merda, mas esse exercito merece muito respeito, e só tocaram pq é musica que o povo lixo gosta de ouvir, o evento é popular, se eles tocassem hinos e canções militares ninguém iria apreciar ou se quer filmar…isso é uma apresentação o intuito é chamar atenção nem que para isso tenha que tocar lixo de musica!!!

  2. Tudo muito bonito, a fanfarra está de paarabéns, afinal, sem uma letra desgostosa daquelas e ao som se instrumentos dignos a sonoridade fica ímpar.. pena.. muita pena é que é impossível não ouvir a fanfarra e impedir seu cérebro de remeter-se à voz da annita que fica láááa no fundo da sua cabeça cantando prepara com aquele par de peitos subindo e descendo hm' o dó

  3. O exercito merece o respeito, eles trouxeram uma musica que todos ouviram pelo menos uma vez… para uma fanfarra que normalmente as pessoas ja dizem que so toca coisas "chatas"…

  4. quanta humilhação para estes soldados,.ao inves de mandarem tocar alguma outra sinfonia nao tocam a musica da Anitta, por isso o país nao vai para frente.

  5. Adorooooo ficar lendo os comentários uns descendo a lenha e outros elogiando, sempre, mas sempre me mato de rir… tem pessoas que levam a sério esse negocio de comentar… kkkk… Mas enfim vejo como louvável o exercito brasileiro tocar uma musica popular, pois a festa de 7 de setembro é um festejo popular então fica tudo bem, é claro que a banda militar não vai tocar uma Anitta da vida em uma apresentação formal militar, né!?

  6. Luke Tre Tenho amigos que fazem manutenção no pátio da cidade e existem mais de 30 blindados americanos do tipo bradley que estão sendo reformados pelo nosso exército pois eles já eram sucata para os americanos e iriam ser despejados no golfo do méxico, e mesmo assim falta uma quantidade enorme de peças e pessoal treinado, isso para o senhor é poder e eficiencia? hmm, acho que não.

  7. Luke Tre Talvez devessemos falar sobre o grande exército brasileiro que não tem nem a pachorra de fazer a manutenção básica dos beliches, paredes, tetos e chão dos alojamentos deixando-os cheios de buracos com massa corrida inacabada, os beliches cheios de ferrugem e os colchões tão velhos que o tecido rasga só de fazer um movimento mais brusco durante a noite após um treinamento inteso no campo, isso que estou falando das unidades militares de uma capital, eu posso falar pois já estive dentro de vários quarteis pela cidade e todos eles apresentam a mesma situação é obvio que o senhor, luke, como um bom soldado sempre irá protejer a sua corporação, mesmo sabendo lá no fundo que eu estou certo. Mas digo isso por pura parte de falta de recursos, não desmereço nada as ações do exército no Haiti antes, durante e após os terremotos, foram extremamente honrosas, sem nem falar no show que vocês deram nos americanos numa dessas simulações de combate, acompanhei de perto as notícias da mesma, agora não da nem para comparar um exército com o outro, apesar de que vocês estão indo bem o com o projeto Leopard 1, são blindados de alta tecnologia e deixam a armada cada vez mais forte, agora que vocês sofrem vocês sofrem.

  8. Kleon Rockenbach Kleon Rockenbach M-113 que estão a ser modernizados, M2/M3 Bradley é um veículo de combate de infantaria que só os EUA e a Arábia Saudita possuem.

  9. Se esta banda tivesse tocado a canção de uma arma qualquer com certeza não estaria bombando nas redes sociais tem que tocar o que o povo gosta e Anita esta com o poder no momento.

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Presidente diz que Brasil e o mundo não aguentam um novo lockdown

O presidente Jair Bolsonaro disse hoje (26) que o Brasil e o mundo não aguentam um novo lockdown, ao comentar sobre a possibilidade da chegada de uma nova variante da covid-19, como está sendo cogitada com a cepa surgida na África do Sul e que tem se espalhado por outros países. Ele participou, nesta tarde, das comemorações do 76° Aniversário da Brigada de Infantaria Pára-quedista, no Rio de Janeiro.

“Tudo pode acontecer. Uma nova variante, um novo vírus. Temos que nos preparar. O Brasil, o mundo, não aguenta um novo lockdown. Vai condenar todo mundo à miséria e a miséria leva à morte também. Não adianta se apavorar. Encarar a realidade. O lockdown não foi uma medida apropriada. Em consequência da política do ‘fique em casa e a economia a gente vê depois’, a gente está vendo agora. Problemas estamos tendo”, disse Bolsonaro.

Sobre a possibilidade de fechar fronteiras, o presidente disse que não tomará nenhuma medida irracional. Também disse que não tem ingerência sobre a realização de festas de carnaval, que são afeitas aos níveis estaduais e municipais de governo.

“Eu vou tomar medidas racionais. Carnaval, por exemplo, eu não vou pro carnaval. A decisão cabe a governadores e prefeitos. Eu não tenho comando no combate à pandemia. A decisão foi dada, pelo STF, a governadores e prefeitos. Eu fiz a minha parte no ano passado e continuo fazendo. Recursos, material, pessoal, questões emergenciais, como oxigênio lá em Manaus”, disse.

Segundo ele, o Brasil é um dos países que melhor está saindo na economia na questão da pandemia. “Nós fizemos a nossa parte. Se o meu governo não tiver alternativas, todo mundo vai sofrer, sem exceção. Não vai ter rico, pobre, classe social. Temos certeza que dá para resolver esses problemas. Eleições são em outubro do ano que vem. Até lá, é arregaçar as mangas, trabalhar. Tem 210 milhões de pessoas no Brasil que, em grande parte, dependem das políticas adotadas pelo governo”, ressaltou.

Sobre a aprovação do projeto de lei que limita o pagamento dos precatórios –  dívidas públicas com ordem judicial de pagamento -, a maioria com muitos anos de atraso, Bolsonaro frisou que não prejudicará os mais pobres.

“Dívidas de até R$ 600 mil, nós vamos pagar. Nenhum pobre, que há 20, 30, 40 anos tem dinheiro para receber, vai ficar sem receber. Agora, quem tem para receber mais de R$ 600 mil, e só Deus sabe como aparece esse precatório, nós vamos parcelar isso daí”, disse.

Brigada Pára-quedista

O presidente participou das comemorações do 76° Aniversário da Brigada de Infantaria Pára-quedista, onde serviu quando estava no Exército. Devido ao cancelamento no ano passado, por causa da pandemia, este ano o evento envolveu duas turmas de jubilandos de 25 anos e duas de 50 anos.

A cerimônia contou com demonstrações de salto livre dos Cometas, a Equipe de Salto Livre do Exército e da Companhia de Precursores Pára-quedista, tropa de destaque dentro da Brigada. Também teve desfile da tropa de veteranos paraquedistas.

A Brigada de Infantaria Pára-quedista, tropa de elite com alto grau de operacionalidade, foi criada em 1945, tendo como origem a Escola de Pára-quedistas. Ao longo das últimas décadas, a Brigada conquistou a confiança e o respeito no país e na comunidade internacional, devido à participação em diversas operações de paz da Organização das Nações Unidas (ONU).

“Retornar a esta casa é uma emoção incomensurável. Por aqui passei por quatro anos. Me sinto aquele jovem tenente, que cheguei aqui em 1982, com muita vontade e muito amor para servir à nossa Pátria. Naquele tempo já pensava, vamos um dia não só saltar da rampa, vamos subir a rampa do Planalto Central. Chegamos à Presidência da República. Começamos a impor o ritmo da honestidade e do patriotismo. Problemas aconteceram ao longo dos últimos três anos, mas permanecemos firmes na vontade de acertar e fazer o melhor para a nossa pátria”, disse Bolsonaro, em seu discurso.

Bolsonaro diz que por ele não haveria Carnaval em 2022

O presidente Jair Bolsonaro (sem partido), nesta quinta-feira (25/11), manifestou-se contra a realização do Carnaval em 2022.

“Por mim, não teria Carnaval, mas tem um detalhe: quem decide não sou eu. Segundo o Supremo Tribunal Federal, quem decide são os governadores e prefeitos”, disse Bolsonaro, em entrevista à Rádio Sociedade da Bahia.

“Não quero aprofundar nessa que poderia ser uma nova polêmica. Em fevereiro do ano passado, ainda estava engatinhando a questão da pandemia, pouco se sabia, praticamente não tinha óbito no Brasil, eu declarei emergência e os governadores e prefeitos ignoraram, fizeram Carnaval no Brasil”, prosseguiu.

Leia a reportagem completa no Metrópoles