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Estudantes de Medicina participam de atividade sobre atendimento a pessoas com deficiência

A segunda turma de estudantes de Medicina da Faculdade Evangélica Mackenzie do Paraná participou, nesta sexta-feira (21/8), de uma aula de campo no Departamento dos Direitos da Pessoa com Deficiência (DPcD), da Secretaria Municipal de Desenvolvimento Humano (SMDH). A atividade promoveu uma manhã de imersão no universo da pessoa com deficiência.

O objetivo foi estimular os futuros médicos a atenderem pacientes com deficiência de maneira eficiente e humanizada. Para a professora Rosele Paschoalick, responsável pela disciplina Saúde Coletiva, com ênfase em Relações Humanas e Políticas Inclusivas, o acolhimento deve integrar a rotina dos novos profissionais.

“Trazer os alunos para um serviço que trabalha especificamente nessa área ajuda a explicar e ampliar o letramento deles no aspecto das políticas para a inclusão”, disse Rosele.

A psicóloga Fernanda Costa Peixoto Primo, presidente do Conselho Municipal dos Direitos da Pessoa com Deficiência de Curitiba e servidora do DPcD, recebeu a turma e conversou com os estudantes sobre diferentes aspectos da inclusão.

“Esses estudantes estão tendo a possibilidade de se tornarem profissionais inclusivos e, assim, promoverem o acesso da pessoa com deficiência aos seus direitos”, avalia Fernanda.

A experiência também foi considerada importante pelos acadêmicos Mariana Fernandes e Leonardo Zaccarias. Segundo eles, os aprendizados contribuem para a formação de um olhar que vai além da escolha da especialidade médica ao fim da graduação.

“É importante esse tipo de abordagem porque a gente precisa, além de ver a forma de tratar uma pessoa com deficiência, fazer o melhor tratamento possível no futuro. A gente precisa ter esse olhar de como deixar essa pessoa o mais confortável possível dentro da prática médica”, diz Mariana.

Leonardo avaliou que as informações deveriam ser compartilhadas com a população em geral, para ampliar a conscientização sobre as particularidades das pessoas com deficiência. “São informações que nós deveríamos ter contato não apenas como médicos, mas como cidadãos”, afirma.

Até o fim do ano, Mariana, Leonardo e os demais colegas da turma poderão demonstrar o que aprenderam em um projeto que será aplicado em uma escola da rede municipal de ensino.

Com informações da Prefeitura de Curitiba.

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