Estudante morre após comer macarrão feito 5 dias antes

Um jovem de 20 anos da Bélgica, que não foi identificado, morreu após consumir um macarrão que havia sido preparado cinco dias antes. Segundo Dr. Bernard, que tem um canal no YouTube sobre ocorrências médicas, o jovem costumava preparar suas refeições da semana em um domingo, na tentativa de economizar tempo e dinheiro. A comida era armazenada em potes plásticos e bastava aquecer os alimentos para o consumo.

Macarrão

O relatório do caso, publicado no Journal of Clinical Microbiology, mostra que o estudante cozinhou o macarrão e o deixou fora da geladeira por cinco dias. Ou seja, a massa ficou reservada em temperatura ambiente.

Quando o estudante foi almoçar, sentiu um gosto estranho, mas acabou atribuindo-o ao novo molho de tomate que havia usado. Após a refeição, ele foi praticar esportes. Dentro de 30 minutos, ele sentiu dores abdominais, náusea e dores de cabeça. Ao voltar para casa, teve diarréia e vomitou, mas não procurou atendimento médico e preferiu repousar, beber água e tentar dormir.

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Conheça as histórias e origem da Boca Maldita de Curitiba

Senta que lá vem história! A Boca Maldita, no centro de Curitiba, é local de passagem de milhares de pessoas no dia-a-dia, mas principalmente, é um lugar de encontros, comemorações e protestos. Mas, você conhece a origem da Boca Maldita?

Tudo começou no final da década de 50, quando alguns profissionais, políticos e empresários das mais diversas áreas – todos homens – se reuniam no local para jogar conversa fora, falar sobre o desenvolvimento da cidade e o cenário político do país. Nos encontros do grupo eram abordados os mais diversos temas, principalmente aqueles que eram destaques nos jornais da época.

Em 13 de dezembro de 1956, os encontros na Boca deram origem a uma confraria e seus frequentadores passaram a ser conhecidos como os “Cavaleiros da Boca Maldita de Curitiba”. Um dos maiores eventos organizados pela confraria era o seu tradicional Jantar Anual, onde eram entregues as comendas “Cavalheiro da Boca Maldita”, aos nomes que se destacavam na vida pública paranaense e brasileira.

Foto: Arquivo

A institucionalização do grupo de conversas, no calçadão da Rua das Flores, se deu em 13 de dezembro de 1966, quando houve a criação dos estatutos, com o lema: “nada vejo, nada ouço, nada falo”. O nome, Boca Maldita, foi dado por Adherbal Fortes de Sá, um dos grandes nomes do jornalismo paranaense. 

Foto: Arquivo

Além de apoiar programas beneficentes e sociais, a confraria tinha participação ativa na política. Em uma entrevista de 1997 para a coleção de livros Memória Paranaenses, o fundador e presidente vitalício da Boca Maldita, Anfrísio Siqueira disse: “A confraria existe para debater e criticar tudo e todos sem qualquer restrição, expressando as vontades e indignações populares. […] É principalmente um local de troca de informações, onde as pessoas ficam sabendo de tudo que acontece na cidade e ainda acontecem trocas de diferentes ideias”.

Comício pelas ‘Diretas Já’ — Foto: Arquivo/ Secretaria Municipal de Cultura de Curitiba

A Boca Maldita foi palco do primeiro comício das Diretas-Já e da caminhada dos cara-pintadas do Fora Collor, um ponto de encontro usado para protestar, comemorar ou discutir os assuntos da cidade e do estado. E essa tradição se mantém até hoje, o local ainda recebe reuniões políticas, sociais e culturais. 

Conheça a história da tradicional Pipoteca de Curitiba

O que te faz lembrar da infância? A Pipoteca faz parte das suas lembranças? Para a maioria dos curitibanos a resposta é sim! Em casa ou no recreio da escola, a Pipoteca marcou gerações e ainda pode ser encontrada nas banquinhas de revista ou nos supermercados.

Mas o que poucas pessoas sabem é que a única fábrica do Brasil que produz a Pipoteca fica em Curitiba, no bairro Vila Fanny. A empresa responsável pela guloseima, já considerada tipicamente curitibana, foi criada pelo catarinense Sebastião, em 1978. O nome Pipoteca veio da junção de pipoca e discoteca, uma referência às danceterias da década de 70 e à novela Dancin’Days.

Na foto o Sr. Sebastião fundador da Pipoteca | Foto: Marcelo Andrade/ Gazeta do Povo – 2017

Há mais de 40 anos a fábrica está localizada no mesmo endereço, onde tudo começou, mas os produtos já atravessaram fronteiras. Atualmente, a empresa fornece para outros estados como, Santa Catarina, Rio Grande do Sul e São Paulo. 

A famosa Pipoteca | Foto: Divulgação

Além da fábrica, a empresa tem uma loja física, onde é possível encontrar todos os produtos Pipoteca – salgadinhos, pipoca doce e muito mais. A loja fica localizada na Rua Leonel França, 192, na Vila Fanny, ao lado da fábrica. Mais informações acesse o site

Loja da fábrica na Vila Fanny | Foto: Divulgação