Ensino internacional vai além de línguas e universidades estrangeiras

Engana-se quem pensa que educação internacional envolve apenas o ensino de outra língua ou a busca por universidades estrangeiras. A maioria dos alunos de colégios de multilinguagens prossegue com a formação acadêmica aqui mesmo no Brasil. Isso foi observado no Positivo International School, em Curitiba, única escola do Sul do Brasil com certificação internacional da Educação Infantil ao Ensino Médio. Dos estudantes formados pela instituição em 2019, 2020 e 2021, 70% integram atualmente universidades brasileiras.

Com foco multidisciplinar, as escolas com certificado internacional unem linguagens a ciências experimentais, exatas e humanas, aliadas a artes e esportes, com foco na formação para a vida em sociedade e o Ensino Superior, dentro ou fora do país. A diretora do Positivo International School, professora Mariangela Cunha, explica que a abordagem pedagógica utilizada é variada, mas com maior enfoque na investigação inquiry-based learning. “É uma abordagem na qual os alunos se engajam na aula e o professor os instiga a fazer perguntas, buscar respostas e realizar conexões enquanto refletem sobre o aprendizado. Isso é possível quando se trabalha em turmas com menor número de alunos”, explica.

Não é à toa que a procura por escolas internacionais e bilíngues tem aumentado significativamente nos últimos anos. Um levantamento realizado pela Associação Brasileira do Ensino Bilíngue (Abebi) revelou que, de 2014 a 2019, houve um crescimento de 10% no número de alunos matriculados nessas escolas. A proposta é desenvolver em cada um o intelecto e o conhecimento conceitual, mas também habilidades e competências específicas – como pensamento crítico para conseguir resolver problemas; criatividade e pensamento analítico; habilidade de pesquisa científica, para saber buscar, triangular e referenciar informação em várias fontes; habilidade de comunicação verbal, escrita, visual e plástica; habilidade de gestão de tempo para se organizar, saber o que priorizar, planejar e estabelecer objetivos claros; habilidades sociais no reforço à empatia, ao respeito e às relações saudáveis – que serão úteis para qualquer profissão escolhida. “O nosso programa é muito mais que o ensino de línguas. Os nossos alunos buscam um programa acadêmico de ensino básico internacionalmente reconhecido e que os prepare para os mais variados cursos universitários”, conta a diretora.

“O colégio auxilia não só no sentido acadêmico, com enfoque nas línguas e com aulas sobre geopolítica mundial, como também nos ensina a sermos cidadãos do mundo e, pelo IB learner profile, nos mostra como entender o outro e o diferente; como ter empatia pelo próximo, ajudando-o a resolver questões sem esperar nada em troca”, relata o aluno Gabriel Stein Sabbag, de 15 anos. No segundo ano do ensino médio, o estudante busca a carreira diplomática. “No Positivo, temos convívio com diferentes línguas e sistemas de governos, além do contato cultural com outras nações”, completa.

Um dos principais pilares do ensino internacional é fazer com que os alunos aprendam a estudar, conforme relata Luccas Marcolin Miranda, que se formou no colégio em 2021 e, atualmente, cursa Medicina na PUC-PR. “Os conteúdos vistos no ensino médio estão sendo muito úteis até mesmo para as provas da graduação. Todos os recursos e ensinamentos que aprendi no Internacional estão me ajudando a executar com excelência as atividades da faculdade”, revela Luccas, que diz ainda que a base adquirida com a educação internacional é muito mais aprofundada em relação a de seus colegas de universidade. “No primeiro período, eu revi muitos dos conteúdos que já havia estudado no colégio. O modelo de ensino do Internacional é muito próximo do que é uma instituição de ensino superior e você já chega preparado para a graduação, que acaba não sendo tão difícil”, completa.

Além disso, Luccas revela que não sabia se estava preparado para o vestibular, por não ter feito cursos preparatórios específicos, mas descobriu que o ensino do IB foi o suficiente para conseguir notas altas nas provas que realizou. “Eu acabei gabaritando biologia no vestibular da PUC e química no da UFPR, além de tirar 9 de 10 na redação da PUC e 27 de 30 na da Federal”, conta Luccas, destacando que todas as contribuições que o ensino do IB proporciona se refletem nos resultados dos vestibulares e nas provas da própria faculdade.

A diretora reforça que os estudantes dessa metodologia saem fluentes em dois idiomas e buscam os mais variados cursos, como Diplomacia, Artes, Medicina, Engenharia, Direito, Relações Internacionais, Business, Economia e Teatro. “Temos um serviço de aconselhamento acadêmico (college counselor) que os auxilia nas tomadas de decisão, para descobrirem qual a melhor universidade ou opção para o curso que desejam, dentro ou fora do país”, ressalta Mariangela.

Ela lembra que o Positivo já estava certificado pelo IB na Educação Infantil e Anos Iniciais – pelo programa Primary Years Programme, e também para o Ensino Médio – pelo Diploma Programme. “A certificação MYP veio para a escola com certificação IB desde a Educação Infantil até o Ensino Médio, ou o que chamamos de IB Continuum. Até ao momento, somos uma das três escolas do Brasil com esta certificação e a única do sul do Brasil”, explica. O título beneficia a já utilizada verticalidade pedagógica e a preparação integral e contínua do aluno. “É o maior selo de qualidade que um órgão externo pode atribuir a um colégio. Um ensino rigoroso e de alta performance, pautado na multiculturalidade, multilinguagens e na consciência global”, conclui Mariangela.

Sobre o Colégio Positivo

O Colégio Positivo compreende sete unidades na cidade de Curitiba, onde nasceu e desenvolveu o modelo de ensino levado a todo o país e ao exterior. O Colégio Positivo – Júnior, o Colégio Positivo – Jardim Ambiental, o Colégio Positivo – Ângelo Sampaio, o Colégio Positivo – Hauer, o Positivo International School, o Colégio Positivo – Água Verde e o Colégio Positivo – Boa Vista atendem alunos da Educação Infantil ao Ensino Médio, sempre combinando tecnologia aplicada à educação, material didático atualizado e professores qualificados, com o compromisso de formar cidadãos conscientes e solidários. Em 2016, o grupo chegou em Santa Catarina – onde hoje fica o Colégio Positivo – Joinville e o Colégio Positivo – Joinville Jr. Em 2017, foi incorporado ao grupo o Colégio Positivo – Londrina. Em 2018, o Positivo chegou a Ponta Grossa (PR), onde hoje está o Colégio Positivo – Master. Em 2019, somaram-se ao Grupo duas unidades da escola Passo Certo, em Cascavel (PR), e o Colégio Semeador, em Foz do Iguaçu (PR). Em 2020, o Colégio Vila Olímpia, em Florianópolis (SC), passou a fazer parte do Grupo. Em 2021, com a aquisição da St. James’, em Londrina (PR), o Colégio Positivo passa a contar com 16 unidades de ensino, em sete cidades, no Sul do Brasil, que atendem, juntas, aproximadamente 16 mil alunos desde a Educação Infantil ao Ensino Médio.

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Como as telas implicam na vida das crianças

Um estudo da American Academy Of Child e Adolescent Psychiatry (AACAP), mostrou que crianças americanas, com idade entre 8 a 12 anos, passam de quatro a seis horas usando telas. Já quando se trata de adolescentes, esse tempo passa para até nove horas.

As crianças estão cada vez mais expostas às telas, sejam elas de celular, tablet ou até mesmo da TV. É importante reforçar que, como tudo na vida, a tecnologia também deve ser usada com moderação. Ela traz muitos benefícios quando bem usada e quando usada em excesso pode fazer mal.

Vale ressaltar que os jogos digitais estimulam a criatividade e o raciocínio lógico das crianças. Dependendo do jogo, pode até despertar mais interesse por alguma matéria escolar.

É na primeira infância quando a gente mais se desenvolve. Pensando nos pequenos, os jogos voltados para eles devem ser mais lúdicos e com as músicas mais baixas para não afetar a audição. Os jogos estimulam muitos neurotransmissores. Isso faz com que a criança queira jogar cada vez mais.

Por isso, os pais devem limitar um tempo para que elas joguem sem ter prejuízos no desenvolvimento. Lembre-se que a criança precisa ter contato social. Os responsáveis devem evitar jogos com muito barulho e sem objetivo. Verifique a faixa etária dos jogos e veja se eles se adequam a idade do seu filho.

É importante reforçar que já há trabalhos que correlacionam o uso de telas com atraso de linguagem. Isso é muito preocupante e por isso a necessidade de um limite de tempo é necessária. Quando esse atraso acontece na fase de alfabetização, essa criança também pode ter uma demora para aprender a ler e escrever.

Então, aproveite e limite o tempo de uso de tecnologias. Além disso, incentive-o a praticar esportes, participar de jogos coletivos e interagir socialmente com outras crianças para que ela se desenvolva da forma correta e sem prejuízos.

(*) Luciana Brites é CEO do Instituto NeuroSaber (https://institutoneurosaber.com.br/), autora de livros sobre educação e transtornos de aprendizagem, palestrante, especialista em Educação Especial na área de Deficiência Mental e Psicopedagogia Clínica e Institucional pela UniFil Londrina e em Psicomotricidade pelo Instituto Superior de Educação ISPE-GAE São Paulo, além de ser Mestra e Doutoranda em Distúrbios do Desenvolvimento pelo Mackenzie. 

Site Toda Matéria vai eleger melhor professor do Brasil 

Site Toda Matéria vai eleger melhor professor do Brasil    Primeira edição do prêmio “Professor do Ano” vai reconhecer destaque do ensino fundamental e médio. Comunidade escolar pode indicar os mestres preferidos até 11 de novembro.   Um dos sites de conteúdo educativo mais acessados pelos estudantes brasileiros vai premiar o professor que se destacou em sala de aula. Quem indica os docentes que merecem concorrer ao título do Toda Matéria é a comunidade escolar: a comissão julgadora aceita indicações de alunos, ex-alunos, pais e profissionais da educação que tenham presenciado os feitos do indicado. A primeira edição do “Toda Matéria – Professor do Ano” recebe inscrições por meio de formulário online até 11 de novembro. O vencedor será anunciado em dezembro. Computador, smartphone e uma viagem fazem parte da premiação. 
 
Podem concorrer professores de ensino fundamental e médio de escolas públicas e privadas de todo Brasil. “A proposta é dar destaque aos docentes que, de alguma forma, fizeram a diferença. A dinâmica que criamos para indicação faz com que o verdadeiro reconhecimento venha da própria comunidade escolar”, ressalta Paulo Stenzel, head de marketing da 7 Graus, que é a empresa que administra o Toda Matéria. Os indicados serão avaliados por um time de especialistas em educação que compõem o júri. Há apenas uma categoria premiada e até cinco menções honrosas. 

Mecânica
Nenhum profissional pode se autoindicar, mas é possível que a mesma pessoa indique vários professores, desde que seja usado um formulário avulso para cada nova inscrição. O regulamento está disponível no site todamateria.com.br. A participação é gratuita. 
 
Premiação
O resultado final do concurso será divulgado no dia 16 de dezembro na página online do prêmio: todamateria.com.br/professor-do-ano. O prêmio ao vencedor será composto por: 1 troféu/certificado oficial do Prêmio Toda Matéria; 1 computador portátil; 1 smartphone e 1 vale de viagem. O prêmio “Menções Honrosas” será composto por: 1 certificado atribuído pelo Toda Matéria e 1 voucher para compra de livros. 

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