Edifício residencial de Curitiba segue modelo norte-americano de terraço compartilhado

Um lugar de lazer ou serviços em espaço aberto, no topo dos edifícios, para ter uma vista panorâmica da cidade e com chance de desfrutar de ambientes como salões, bares, piscinas e jardins. Essas são algumas das possibilidades de um conceito de terraço compartilhado empregado pela arquitetura e pela construção civil que nasceu em Nova York e tem ganhado espaço também nas grandes cidades do país, como é o caso de Curitiba, São Paulo e Rio de Janeiro. Trata-se do rooftop, palavra que, na tradução para o português, significa “alto do telhado”, e caracteriza espaços que podem estar presentes tanto em edifícios comerciais quanto em residenciais. Em Curitiba, um edifício residencial em obras no Ecoville vai contar com essa estrutura.

Conforme explica o arquiteto Luiz Mori Neto, um dos mais recentes exemplos de edifícios na cidade norte americana a utilizarem esse tipo de estrutura é o One Vanderbilt. Construído próximo ao Bryant Park, no centro da Ilha de Manhattan, e inaugurado em 2020, o prédio conta com 427 metros de altura. Ainda que o empreendimento não seja o mais alto da cidade dos EUA, entre o seu 57° e 59° andares está o Summit, que é um rooftop com estrutura de vidro, do qual é possível ter uma vista de toda a aglomeração urbana, em especial de pontos turísticos como o Empire State Building

“Nova York é uma cidade que dá muito espaço para essas estruturas, tanto nos velhos quanto nos novos edifícios”, comenta o arquiteto. Ainda que seja um modelo mais disseminado em cidades norte-americanas, na opinião do arquiteto isso deve se espalhar por cidades do Brasil com mais frequência. “Com o rooftop, todos que moram ou convivem no condomínio têm direito à cobertura, e não apenas um morador que compre o espaço para viver”, afirma. 

Conceito na capital das araucárias

Com essa possibilidade de compartilhamento de uma área no alto do prédio, o arquiteto Mori Neto projetou na capital paranaense um edifício residencial do Ecoville com rooftop e vista privilegiada da cidade. Trata-se do Seventy Upper Mansion, da Construtora Andrade Ribeiro. É um empreendimento de alto padrão com um apartamento por andar, 340 metros quadrados de área privativa e que possui um terraço com oportunidade de visão panorâmica em uma área alta da capital paranaense. “O espaço é voltado para o norte da cidade, o que proporciona sol o dia todo, sem contar com o pôr do sol maravilhoso”, comenta Mori Neto.  

No edifício, com previsão de entrega para o mês de dezembro de 2022, a estrutura no topo do edifício conta com jardim, piscina aquecida para adultos com raia de natação, além de piscina infantil, também aquecida, e área de churrasqueira com utensílios de cozinha. “Todo esse espaço se complementa com uma vista para a Serra do Mar e para os demais bairros de Curitiba. Isso potencializa o bem-estar para quem vai viver no edifício”, comenta o arquiteto. 

Além disso, o empreendimento é construído em meio a um bosque privativo preservado de 2,4 mil metros quadrados. “A área verde e o rooftop se complementam nesse conjunto de características voltadas ao conforto. O Ecoville possui diferentes áreas preservadas, o que permite um contato maior com a natureza e o ar puro. A aproximação com uma expansiva área verde na rotina do morador pode proporcionar melhorias na qualidade de vida que são impactantes no dia a dia”, afirma o engenheiro civil Maurício Wildner da Cunha, da Construtora Andrade Ribeiro. 

Outros exemplos no país 

No Brasil, o modelo de cobertura compartilhada também pode ser observado em algumas estruturas das duas maiores cidades do país. Em São Paulo, por exemplo, visitantes do Museu de Arte Contemporânea podem ir ao rooftop da edificação, onde está localizado um bar. O local proporciona vista privilegiada do Parque Ibirapuera, tanto pela manhã quanto à noite. O Rio de Janeiro não fica de fora. Por lá, o Museu de Arte do Rio também possui um espaço para visitantes apreciarem uma vista da Baía de Guanabara ou do centro da cidade. 

SERVIÇO

Seventy Upper Mansion  

Localização: Rua Hamilton Olivo Brunor, 70 (esquina com Rua Dep. Heitor de Alencar Furtado, 3273) 

Previsão de entrega: Dezembro de 2022  

www.seventyupper.com.br

Sobre a construtora Andrade Ribeiro

A história de sucesso da Andrade Ribeiro começou em 1978, com a atuação destacada de dois jovens engenheiros, Joaquim Ribas de Andrade Neto e Erlon Donovan Rotta Ribeiro, em obras públicas e privadas de grande porte, onde já era possível ver a marca de qualidade e profissionalismo presente em todos os produtos da empresa. 

Hoje, 43 anos depois, é fácil reconhecer a assinatura da Andrade Ribeiro em um empreendimento. São obras residenciais e comerciais com características especiais, que antecipam tendências no setor imobiliário da capital paranaense. Obras que são resultado de um somatório de talentos, que vai desde o fornecedor até o aperfeiçoamento constante de pessoal, passando pela escolha da localização adequada e reciclagem de material na própria obra. 

Por trás de cada obra assinada pela Andrade Ribeiro, existe um compromisso que se renova constantemente com os princípios que fundamentam o trabalho da Construtora. Garantir segurança aos seus clientes, pelo profissionalismo de toda sua equipe e o vasto acervo de obras entregues e privilegiar a qualidade dos seus produtos, através dos critérios de definição e apurado padrão de execução. 

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Devemos ler para o bebê recém-nascido?

Desde a vida dentro da barriga da mãe, o bebê já consegue ouvir os sons externos do mundo que o cerca. Em uma pesquisa realizada com gestantes, os cientistas pediram que as mães lessem um texto para os bebês ainda no útero, durante seis semanas.

Após o parto, ao ouvirem novamente o mesmo trecho, o estudo demonstrou que os pequenos se acalmavam – diminuindo a frequência cardíaca – e acionaram a parte do cérebro relativa à memória, ou seja, a familiaridade com a cadência do texto, lido pela mãe, era capaz de influenciar o comportamento dos bebês.

Esse é um período de desenvolvimento cerebral intenso, em que os bebês já serão capazes de identificar os padrões rítmicos da leitura. Mas além do potencial de desenvolvimento cognitivo para as crianças, o que os especialistas defendem é que a leitura em voz alta para os recém-nascidos é uma ferramenta importante para criação do vínculo afetivo entre a criança e seus cuidadores, tão fundamental nesse estágio da vida.

Mas, para quem deseja saber o que a leitura fará ao cérebro dos bebês, vale destacar que ao ler para o recém-nascido, os pais também proporcionam à criança em desenvolvimento, por exemplo, o contato visual, promoção da linguagem, construção de vocabulário e habilidades emocionais e cognitivas importantes.

Além disso, a leitura em voz alta nos primeiros meses de vida promove a sensação de segurança ao bebê. A voz materna, ou paterna, é uma poderosa fonte de segurança.

Clássicos da poesia infanto-juvenil, escritos especialmente para as crianças, auxiliam a percepção do bebê por fornecerem padrões rítmicos estáveis e recorrentes. Além de captar a emoção de quem está lendo, por meio da expressão da voz, o bebê será exposto aos arranjos e musicalidade da literatura, que é diferente da comunicação verbal cotidiana.

Nos primeiros meses, a visão do bebê ainda não é totalmente desenvolvida. Por isso, a audição é uma forma de captar o mundo exterior. Aproveite para apresentar a ele poemas que você gosta, trechos de livros que esteja lendo ou alguma história da sua infância.

Mesmo os recém-nascidos já serão capazes de absorver rimas, assonâncias e aliterações contidas no texto. A leitura em voz alta promove, a longo prazo, o desenvolvimento da atenção, da memória e da retenção das crianças.

(*) CEO do Instituto NeuroSaber (www.neurosaber.com.br), Luciana Brites é autora de livros sobre educação e transtornos de aprendizagem, palestrante, especialista em Educação Especial na área de Deficiência Mental e Psicopedagogia Clínica e Institucional pela UniFil Londrina e em Psicomotricidade pelo Instituto Superior de Educação ISPE-GAE São Paulo, além de ser Mestra e Doutoranda em Distúrbios do Desenvolvimento pelo Mackenzie

App de transporte para público feminino cadastra motoristas em Curitiba

Criado há apenas cinco anos e em funcionamento em 135 cidades, o APP Lady Driver chega a Curitiba com a proposta de ter motoristas mulheres levando exclusivamente passageiras mulheres. Antes mesmo do início da operação, que deve acontecer na segunda quinzena de setembro, o aplicativo já está ativo, em busca de mulheres dispostas a trabalhar nessa modalidade. “Nossa proposta é oferecer uma alternativa de renda para as mulheres, com a segurança de saber quem elas vão transportar.

Mais do que um emprego, ser Lady Driver pode ser uma forma de aumentar a renda da família, permitir à mulher trabalhar em seus horários vagos ou até complementar a aposentadoria”, conta Juliana Carneiro, embaixadora da Lady Driver em Curitiba. Ela reforça que, além do serviço diferenciado, o Lady Driver também inclui, protege e empodera as motoristas e passageiras que fazem uso do aplicativo. “Somos muito mais do que só uma empresa. Somos uma plataforma que investe tanto na proteção, segurança das mulheres quanto no empreendedorismo feminino, sendo uma rede de apoio”, complementa.

O aplicativo oferece o serviçoondemand, no qual as passageiras acionam imediatamente a lady que estiver mais próxima para realizar a viagem. Ou podem, inclusive, agendar com antecedência a corrida para o dia e horário de preferência delas. As usuárias também têm a opção de se fidelizarem ao app e podem ter a sua motorista favorita com marcação prévia para viagens futuras.

Remuneração acima da media

Um dos diferenciais do aplicativo será o formato de remuneração. O pagamento começa a partir do momento em que a corrida é aceita e com o agendamento das viagens é possível otimizar o tempo sem ficar à procura de passageiras. Além disso, o sistema de remuneração permite que motoristas Lady Driver ganhem mais que os motoristas de outros aplicativos.

O cadastro é simples e rápido e só é permitido para mulheres, basta baixar o app que está disponível nas lojas de aplicativos para Android e IOS. Para ser motorista é preciso ter

·         Carteira de habilitação categoria B com EAR (Exerce Atividade Remunerada),

·         Celular Android,

·         Carro do ano 2013 ou superior, com 4 portas, 5 lugares e ar-condicionado.

Sobre a Lady Driver

A ideia de criar o aplicativo Lady Driver surgiu no ano de 2016, após Gabryella Corrêa sofrer assédio durante uma corrida em um aplicativo de transporte. “Diante da falta de se ter um serviço que atendesse às nossas necessidades, vi a oportunidade de criar para nós, mulheres, uma plataforma que zelasse nãosó pelo conforto e praticidade de locomoção, mas principalmente pela nossa segurança em um dos países que mais fazem mulheres vítimas de assédio no mundo”, explica a fundadora da marca.

Em março de 2017, o app foi lançado com 1,8 mil Ladies cadastradas. O sucesso foi tanto que atualmente, o Lady Driver cresceu 44x de tamanho e já atingiu a marca de mais de 80 mil motoristas parceiras. Daquele ano até o momento, foram 2 milhões de downloads e mais de oito milhões de corridas, e nenhum caso de violência no aplicativo, assédio ou agressão.

Hoje, a Lady Driver opera em 135 cidades do Brasil e está colocando em prática um plano de expansão para fechar 2022 com franquias em 220 cidades.