Dúvidas na hora do vestibular são comuns, principalmente em um mundo cada vez com mais opções de profissões, afirma coordenador pedagógico

Escolher o curso que irá prestar no vestibular é um passo importante na vida de todo estudante da terceira série do Ensino Médio. É quando ele precisa escolher a profissão que mudará o seu futuro. Ao escolher o curso, o estudante leva em consideração toda sua bagagem cultural, social e as habilidades e afinidades que têm com determinadas disciplinas, conteúdos e ensinamentos adquiridos durante sua trajetória acadêmica.

Em muitos casos os pais são responsáveis e influenciam a escolha dos filhos. Por exemplo, médicos tentam encaminhar seus filhos para cursar Medicina, assim como outros profissionais para outras áreas, como Direito ou Engenharias. “Isso se dá pela base no histórico familiar ou até mesmo pelo imaginário de que o(a) estudante será auto suficiente, terá estabilidade financeira ou será bem-sucedido(a). Essa influência, caso seja bem conduzida e orientada, desde que o estudante realmente queira seguir a profissão dos pais ou a que eles julguem apropriada, é válida. Do contrário, pode frustrá-los e isso é muito ruim”, explica o coordenador pedagógico do Elite Curitiba unidade Ponta Grossa, Gilberto Santos Gueretz.

Fazer testes vocacionais, estudar o mercado de trabalho, avaliar as competências e habilidades técnicas e socioemocionais, conversar com profissionais da área, analisar a credibilidade e como ingressar em determinada instituição de ensino e pensar em construir uma carreira de acordo com as expectativas e prioridades são formas que contribuem na hora de escolher qual graduação cursar. Segundo Gueretz, o momento de escolher qual vestibular prestar é de empolgação, mas também pode causar medo e dúvida nos estudantes, principalmente no mundo atual que surgem novas opções de profissões a cada momento e que as informações estão cada vez mais rápidas. 

“A escolha do aluno deve ser baseada na sua identificação com a área de interesse a fim de detectar afinidades e domínio das disciplinas ou conteúdos condizentes com a área. Isso é necessário para que, em seguida, o estudante possa direcionar sua atenção para o curso de preferência, que pode ser por meio da interação e da identificação com profissionais das áreas de interesse. Além disso, é válido ler e estudar bastante a respeito do curso que pretende fazer, pois informação e conhecimento contribuem com a melhor tomada de decisão”, aconselha o coordenador pedagógico do Elite Curitiba unidade Ponta Grossa.

Ensino de base

A vida universitária é o início de uma caminhada profissional e contribui para o crescimento pessoal, aquisição de novos conhecimentos e aumento de networking.  Assim, independente de qual for o curso que o estudante escolher, é importante estar preparado para o vestibular, e isso requer muito foco nos estudos, bastante dedicação, disciplina e determinação.

Além disso, um ensino de base bem estruturado desde a primeira série do Ensino Médio é fundamental no momento de prestar o vestibular. “Isso fortalece e prepara o(a) estudante para esse evento que, muitas  vezes, é apavorante. Então, independente de qual seja a área ou curso que o(a) estudante escolher, estará confiante para enfrentar esse desafio”, garante Gilberto.

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Oito dicas para ajudar na escolha da escola

Entrada na vida escolar, mudança de bairro ou de cidade, encerramento de uma fase escolar e questões financeiras são alguns dos motivos que levam os pais a procurarem uma nova escola para os filhos. Seja na educação infantil, no ensino fundamental ou médio, essa tarefa não é nada fácil e requer um olhar atento por parte da família, pois o espaço escolhido será o “segundo lar” do estudante.

De acordo com o diretor-executivo dos Colégios do Grupo Positivo, Celso Hartmann, a dúvida é comum e a preocupação se a criança irá se adaptar, gostar da professora e fazer amigos, são frequentes. “Muitas vezes, os pais ficam mais aflitos que as crianças. E para que a decisão seja mais assertiva é preciso visitar o local, buscar informações, conhecer a metodologia de ensino e os valores da escola, que deverão estar alinhados com os da família, e ponderar o investimento. Além disso, observar questões de logística, como distância, trânsito e se oferece atividades culturais, esportivas e cursos de línguas na própria escola, o que facilita e otimiza tempo”, completa.

O Colégio Positivo preparou um e-book com informações para orientar as famílias na escolha da escola. O material pode ser acessado por meio deste link. Não existe uma fórmula mágica, no entanto algumas dicas podem ajudar:

  • Religião

É importante analisar qual é o peso da religião para a família e se a orientação da escola pode conflitar com a educação familiar.

  • Formação da equipe

A formação dos profissionais é muito importante. Avalie como é a seleção da equipe, quais as exigências para a contratação, a rotatividade e se há investimento na continuidade dos estudos para que os professores se mantenham atualizados.

  • Conteúdo

Conheça a proposta pedagógica da instituição e como ela é aplicada em sala de aula, se está alinhada ao desenvolvimento de habilidades e competências dos estudantes com foco na formação de cidadãos que tenham compromisso com a sociedade, atuantes e conscientes de suas responsabilidades, e às novas demandas, como o uso da tecnologia, inclusão social, meio ambiente, ética e cidadania.

  • Distância

Longos deslocamentos sempre geram desgaste físico e emocional. Chegar cansado pode interferir na produção escolar.

  • Faça as contas

Além do valor da mensalidade, é preciso pôr na ponta do lápis outras despesas, como aulas extracurriculares, lanches e lista de materiais de apoio. Assim, é possível chegar ao investimento real da escola e do impacto que ela terá no orçamento familiar.

  • Criatividade

Durante a visita, analise a criatividade da instituição escolar observando o mobiliário. A disposição de mesas e cadeiras, design, espaço de lazer e orientação dos professores pesa muito nessa questão.

  • Tamanho da escola

Analise se prefere uma escola focada em determinada fase da vida do seu filho ou se optaria por uma que reúne toda a educação básica em um mesmo espaço. Ambas têm suas vantagens e desvantagens.

  • Apoio

Avalie se existe uma equipe que fornece apoio pedagógico e psicológico para ajudar a lidar com a complexidade inerente ao ser humano em formação.

Sobre o Colégio Positivo

O Colégio Positivo compreende sete unidades na cidade de Curitiba, onde nasceu e desenvolveu o modelo de ensino levado a todo o país e ao exterior. O Colégio Positivo – Júnior, o Colégio Positivo – Jardim Ambiental, o Colégio Positivo – Ângelo Sampaio, o Colégio Positivo – Hauer, o Positivo International School, o Colégio Positivo – Água Verde e o Colégio Positivo – Boa Vista atendem alunos da Educação Infantil ao Ensino Médio, sempre combinando tecnologia aplicada à educação, material didático atualizado e professores qualificados, com o compromisso de formar cidadãos conscientes e solidários. Em 2016, o grupo chegou em Santa Catarina – onde hoje fica o Colégio Positivo – Joinville e o Colégio Positivo – Joinville Jr. Em 2017, foi incorporado ao grupo o Colégio Positivo – Londrina. Em 2018, o Positivo chegou a Ponta Grossa (PR), onde hoje está o Colégio Positivo – Master. Em 2019, somaram-se ao Grupo duas unidades da escola Passo Certo, em Cascavel (PR), e o Colégio Semeador, em Foz do Iguaçu (PR). Em 2020, o Colégio Vila Olímpia, em Florianópolis (SC), passou a fazer parte do Grupo. Em 2021, com a aquisição da St. James’, em Londrina (PR), o Colégio Positivo passa a contar com 16 unidades de ensino, em sete cidades, no Sul do Brasil, que atendem, juntas, aproximadamente 16 mil alunos desde a Educação Infantil ao Ensino Médio.

Projetos inovadores e com impacto social de estudantes do Paraná estão na semifinal do Desafio Liga Jovem

Três equipes paranaenses, formadas por estudantes entre o 9º ano do Ensino Fundamental e o 3º ano do Ensino Médio, estão na semifinal do Desafio Liga Jovem, que acontece durante o Bossa Summit 2023, em São Paulo, de 20 a 25 de março. Na ocasião, haverá um tour pelos centros tecnológicos da capital paulista. Durante o evento, também será realizada a grande final, com o anúncio das seis equipes vencedoras, incluindo orientadores e alunos, que receberão uma viagem de dez dias para Madri, na Espanha, para uma vivência de inovação, com todas as despesas pagas.

Ao todo, mais de 5 mil estudantes de todo o território nacional, num total de 600 grupos, entregaram projetos inovadores e com impacto social nas suas escolas ou comunidades. A iniciativa do Sebrae é considerada a maior competição de empreendedorismo na escola para jovens do Brasil, e conta com a parceria com o Instituto Ideias de Futuro, responsável pela execução do Desafio.

No Paraná, uma das selecionadas é a equipe GraGra Faria, da TecPuc, de Curitiba, com o projeto Wavelon, que é um site para divulgação de organizações não governamentais (ONG) e instituições de caridade, que verifica a veracidade das mesmas, ajuda na divulgação de vagas de voluntariado e aponta as ONG mais próximas dos usuários.

A equipe Duck On, do Colégio Sesi, de Pato Branco, desenvolveu um site que auxilia estudantes do Ensino Médio a ingressar no mercado da tecnologia conectando-os com as principais organizações de TI do Brasil e possibilita que as empresas busquem jovens a partir do perfil que é criado e apresentado na plataforma.

Outro projeto selecionado é o Majoris, do Colégio Sesi da Indústria, de Cianorte, que tem como foco a Indústria 4.0. A plataforma, idealizada pelos estudantes, fornece o acesso a peças, equipamentos e serviços, fazendo a ponte entre clientes, operadores, mecânicos e fornecedores.

A coordenadora de Educação Empreendedora do Sebrae/PR, Sonia Shimoyama, explica que os projetos foram analisados por um time de avaliadores do Instituto Ideias de Futuro, composto por professores e instrutores de disciplinas de empreendedorismo e inovação.

Projeto GraGra Faria, da TecPuc, de Curitiba, ajuda na divulgação de organizações não governamentais e instituições de caridade. Foto: Divulgação

“Esse grande desafio de conhecimento contou com a participação de 26 estados, sendo que 18 deles têm semifinalistas. Isso demonstra a ousadia dos estudantes que, além de adquirir conhecimento e fazer novos relacionamentos, demonstraram qualidade, criatividade e acreditaram nos seus projetos”, frisa.

Conteúdo

Na competição, as equipes inscritas participaram de missões on-line e presenciais, com palestras, oficinas e sessões de mentoria com conteúdos didáticos sobre temas ligados à inovação, ao empreendedorismo e à tecnologia. Ao fim, todos os participantes receberão um certificado de conclusão do curso. A ideia é que essa formação apoie a criação de soluções para resolver problemas da escola e/ou comunidade em que estão inseridos os participantes, envolvendo ferramentas tecnológicas, como aplicativo, site, jogo eletrônico, redes sociais, plataforma ou outras aplicações.

Equipes paranaenses na semifinal:

GraGra Faria, da TecPuc, de Curitiba

Estudantes: Giovana Vila Rosa Rocha, Arthur Marinho dos Santos e Raissa Martins Ribeiro Fanchin. Orientadores: Juliana Debo Fecci e Cristiano Rodrigo Stempczynski.

Majoris, do Colégio Sesi da Indústria, de Cianorte

Estudantes: André Sanches Souto, Letícia Vitória da Silva Gonçalves Vieira, Bruno Carlos Comar, Caroline Eduarda Domingos da Silva e Márcia Turetti Peruci. Orientadora: Nayara de Souza Mendes.

Duck On, do Colégio Sesi, de Pato Branco:

Estudantes: Alan Felipe Boesing dos Santos, Marcelo Savitski Junior, João Pedro Chaise Bach, Gabriel Couto Turquiello e Lucas Matheus de Camargo. Orientador: Douglas Henrique Batista.

Além da viagem, hospedagem e despesas pagas para a semifinal, em março, em São Paulo, educadores e jovens, terão um tour por centros tecnológicos da capital paulista. A apresentação presencial dos projetos semifinalistas será dividida em dois eventos: no Bossa Summit e na Faculdade Sebrae.

Os seis grupos mais bem pontuados serão premiados com uma experiência internacional na Espanha, em Madrid, que será concedida pelo Sebrae. Orientadores e respectivos alunos serão contemplados com esse tour de até dez dias por centros de inovação, com as seguintes despesas cobertas: passagens, hospedagens, traslados, alimentação, passeios e monitoria.

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