Discussão por fezes de cachorro termina com homem baleado em praça de Curitiba

Uma discussão por causa das fezes de um cachorro terminou em agressão e com uma pessoa baleada tarde deste domingo (25), na rua São Paulo, na Praça do Paraná Clube, na Vila Guaíra, em Curitiba. A vítima foi encaminhada ao hospital com ferimentos graves.

Segundo Fábio Azevedo, de 60 anos, que é policial federal aposentado, ele pediu para um homem limpar as fezes do cachorro. O dono do animal não teria gostado da intervenção dele.

“Fui na praça com a minha esposa levar o cachorro para dar umas voltas. E o cachorro dele fez um monte de sujeira na praça e eu repreendi ‘olha a sujeira aí e tal…limpa essa porquice’. Ele respondeu: ‘Está me chamando de porco? Eu disse: ‘é porquice sim!’”, explicou o policial aposentado.

De repente, o policial alega que foi agredido no rosto. Fábio então sacou a arma e atirou. Para o policial federal aposentado, ele agiu em legítima defesa.

“Reagi a uma agressão injusta. Quando acabaram todos os argumentos, eu estava sentado, ele estava em pé, junto com a Guarda Municipal, ele me deu chute no rosto, pegou no queixo e no meu rosto. Quando eu estava caindo, eu peguei a arma e dei um tiro nele”, descreveu.

Na praça há um posto da Guarda Municipal de Curitiba.

Apesar de aposentado, o policial revelou que sempre anda armado.

“Durmo armado, ando armado o dia inteiro”, garante.

O policial foi preso pela Guarda Municipal e levado à Central de Flagrantes de Curitiba.

Informações Banda B

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Grupo furtava prédios comerciais de Curitiba com treinamento ao estilo La Casa de Papel, da Netflix

Assim como na série La Casa de Papel, exibida pela Netflix, um grupo muito preparado foi detido na manhã desta terça-feira (28), em Curitiba e região metropolitana de Curitiba.

O grupo é suspeito de pelo menos 13 furtos em prédios comerciais, no Paraná e em Santa Catarina.

Os integrantes tinham treinamento de escalada e rapel e usavam cordas e até uma serra elétrica para praticar os furtos. Um crime organizado como a série espanhola, criada por Álex Pina, sucesso na plataforma de streaming.

Se na série os assaltos planejados pelo Professor tinham como alvos a Casa da Moeda Real da Espanha e outro no Banco Central da Espanha, no Paraná e Santa Catarina os alvos eram edifícios comerciais.

A Polícia Civil do Paraná (PCPR) cumpriu na manhã desta terça 23 ordens judiciais, sendo10 mandados de prisão preventiva e 13 de busca e apreensão.

“Essa quadrilha já age em Curitiba e região há mais de um ano e meio. Eles geralmente entram nesses prédios comerciais escalando. Nós apreendemos uma grande quantidade de materiais de escalada e rapel. Eles procuram subtrair celulares, computadores, notebooks, cartões corporativos, dinheiro”, disse o delegado Marcelo Magalhães, da Delegacia de Furtos e Roubos, em entrevista à Banda B.

Djalma Malaquias/ Banda B

Assim como na série, o grupo usava de artifícios para dificultar o serviço investigativo. Além de máscaras similares de La Casa de Papel, eles pintavam as câmeras de segurança com tinta em spray para que as imagens dos furtos não fossem registradas pelos equipamentos de segurança.

Na série da Netflix cada membro tem sua especialidade. No grupo que agia no Paraná e Santa Catarina não era diferente.

“Eles faziam um levantamento do lugares e estudam a melhor maneira para entrar nos locais. Temos a informações que dois deles trabalhavam com pintura de prédios e isso pode ter dado algum know-how para esses indivíduos praticarem esse tipo de furto”, explicou o delegado.

Segundo Magalhães, um dos locais em que grupo tentou cometer o furto era um escritório de uma deputada federal. No entanto, o assalto ao escritório da parlamentar foi frustrado.

Informações Banda B

Operação policial procura suspeitos que fazem escalada para assaltarem prédios comerciais em Curitiba

Criminosos utilizam itens de escalada e rapel para ingressarem nos prédios e praticarem furtos estão sendo procurados na manhã desta terça-feira (28), em Curitiba e região metropolitana.

A Polícia Civil do Paraná (PCPR) tem 23 ordens judiciais, sendo 10 mandados de prisão preventiva e 13 de busca e apreensão. Os alvos são integrantes de associação criminosa responsável por pelo menos 13 furtos em prédios comerciais, no Paraná e em Santa Catarina.

Para tentar dificultar o serviço investigativo, eles pintavam as câmeras de segurança com tinta em spray. Mais de 70 policiais civis participam da operação.

A organização criminosa realizou furtos a empresas localizadas em Curitiba, em Londrina, no Norte do Paraná, e em Florianópolis (SC).

Helicóptero está sendo usado na operação da polícia. Veja: