Dicionário mais acessado do Brasil agora tem áudios para indicar pronúncias

Os usuários do dicionário online mais acessado do Brasil, o Dicio, além de conferir o significado das palavras, agora têm a possibilidade de ouvir a pronúncia correta de cada uma delas. Disponível em alguns dicionários internacionais, o recurso passa a ser usado pela primeira vez em uma ferramenta de consulta em língua portuguesa.

Indicar a pronúncia correta também é uma função dos dicionários. Para isso, no século XIX, foi criado o alfabeto fonético internacional. Como os dicionários eram impressos, esta era a única forma de tornar essa informação universal. Quando os dicionários passaram para o modelo digital, o alfabeto fonético foi junto. Com a evolução da tecnologia, hoje é possível disponibilizar a pronúncia em formato de aúdio.

Paulo Stenzel, head de comunicação da 7Graus – editora responsável pelo Dicio – explica a importância da nova ferramenta. “Ao contrário do que possa pensar o senso comum, indicar a pronúncia correta também é função dos dicionários. Em alguns vocábulos, o único traço distintivo de sentido é a pronúncia. Isto é, a alteração do modo como uma palavra é falada pode influenciar a nossa comunicação, tanto no que entendemos da fala de alguém como no que buscamos expressar através das nossas próprias palavras”, afirma.

Normalmente, aprendemos a associar letras aos sons, aos fonemas. Popularmente associamos uma letra a um fonema, ao qual chamamos de “som”. Mas nem sempre é assim. Há letras que representam mais de um “som”, e o dicionário tem o papel de indicar: “atenção: esta palavra está escrita com s, mas tem som de z”. Além disso, algumas palavras, embora tenham a mesma grafia, são pronunciadas de formas diferentes. Outras, embora não tenham acento gráfico, têm o som mais aberto ou fechado.

Stenzel lembra ainda da importância de indicar a pronúncia correta para os estrangeiros. “Pessoas de outras nacionalidades também usam o dicionário para saber o modo correto de pronunciar uma palavra. O dicionário precisa indicar estas variações todas”, explica.

Os dicionários tradicionais, impressos, traziam sempre a indicação da pronúncia por meio do alfabeto fonético internacional, como neste exemplo com a palavra ideia: ideia /iˈdɐjɐ/. Por mais de um século, supõe-se que em razão da limitação do papel, este recurso foi a única forma de indicar para as pessoas o modo correto de dizer as palavras, tendo em conta o padrão de pronúncia.

Embora muito útil e eficaz, o alfabeto fonético é pouco intuitivo e de difícil compreensão para quem usa um dicionário, restringindo o saber da pronúncia aos que conseguem decifrar seus símbolos. “Com os recursos tecnológicos atuais, o Dicio optou por substituir o sistema de transcrição fonética pela simplicidade do áudio. A intenção é democratizar este conhecimento e torná-lo mais acessível a toda a população”, completa Stenzel.

Sobre o Dicio e a 7Graus

Criado em 2009, o Dicio recebe cerca de 100 milhões de visitantes únicos por ano e é o dicionário digital mais consultado do Brasil. O glossário é um dos produtos da 7Graus, startup portuguesa que é líder em mídia na Internet especializada na criação e distribuição de conteúdos gratuitos que ajudam a vida das pessoas de diferentes maneiras. A empresa gerencia mais de 60 sites relacionados à Educação, Cultura, Carreira, Finanças e Tecnologia, incluindo os populares entre os brasileiros Pensador, Calendarr, sinonimos.com.br, todamateria.com.br e antonimos.com.br.

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Volta às Aulas no Palladium Curitiba vai presentear consumidores com mochilas personalizadas

Milhares de estudantes retornam as aulas neste mês de fevereiro. Para estar bem próximo das famílias neste momento tão importante para a garotada, o Palladium Curitiba lança a tradicional campanha ‘Volta às Aulas’ que neste ano vai entregar de presente aos consumidores uma bela ‘animochila’ (mochila infantil com imagem de bichinhos). A ação vai de 06/02 a 26/02. Compras em qualquer loja participante no valor de R$ 400,00 vale uma mochila.

A ideia da ação de início de ano é lembrar os consumidores que o Palladium Curitiba tem uma ampla variedade de itens da lista de materiais escolares, acessórios, mochilas, além de produtos do vestuário e calçados, os quais também são muito procurados neste período de retorno do ano letivo. Facilidade, praticidade e variedade em um único local.

A decisão por presentear com uma mochila está aliada ao conceito das campanhas realizadas pelo shopping que é entregar algo a mais que o presente físico em si. As mochilas, por exemplo, trazem consigo a figura de diferentes animais da selva (tigre, jacaré, macaco, borboleta e joaninha). Junto delas, uma cartilha de atividades sobre a fauna, atividade recreativa e a própria sacola compõe o brinde com ilustrações para que o pequeno estudante possa colorir e aprender ainda mais sobre os bichos.

“Milhares de famílias passam pelo shopping neste período para realizar a compra do material escolar. A intenção é deixar esse momento ainda mais especial, mais leve, em que pais ou responsáveis possam ter a oportunidade de efetivamente vivenciar essa experiência com o estudante”, diz a gerente de marketing do Palladium Curitiba, Cida Oliveira, que aposta ainda em momentos de interatividade em família. “Certamente chegarão em casa e vão interagir com o presente que receberam, tornando assim a volta às aulas ainda mais divertida”, acrescenta.

Serviço:

Campanha Volta às Aulas Palladium Curitiba

Entre 06 e 26 de fevereiro,ou enquanto durar o estoque do brinde.

Com R$ 400 em compras, em qualquer loja participante, vale uma mochila infantil como presente. A escolha: tigre, jacaré, macaco, borboleta e joaninha.  Um por CPF. Enquanto durar o estoque.

Volta às aulas: dicas para adaptação escolar

O primeiro dia de aula na escola não é fácil. Afinal, quando é uma nova escola existe uma mudança de rotina, com diferentes atividades, espaço e horários. É um período de novidades para alunos, familiares e professores.

Lidar com as dificuldades dos novatos é um desafio para escolas e famílias, pois no início do ano letivo é comum os pequenos se sentirem ansiosos por diferentes motivos. Os mais comuns são o medo de não ser aceito pelos colegas, receio de não saber lidar com os novos professores, temor de não aprender as disciplinas e o nervosismo com as avaliações. Estes sentimentos são normais, porém não podem trazer prejuízos. Caso a situação fique incontrolável, é preciso investigação e um cuidado especial.

Muitas vezes as crianças não conseguem expressar seus sentimentos. Choros e manhas são as reações mais comuns nesse período. Para diminuir o sofrimento, os pais devem, desde antes do primeiro dia, ser positivos e passar segurança em relação à escola. Será nesta primeira semana que se restabelecerá a disciplina e ordem necessárias para que os alunos comecem a se ajustar aos horários e às atividades dentro e fora da escola.

Para amenizar o momento da despedida é imprescindível que a criança se sinta segura. A fala dos pais deve ser tranquila e firme como, por exemplo, “Você vai gostar de ficar e eu estarei aqui te esperando.” O ideal é o estudante já ter visitado e conhecido as dependências da escola, se possível conhecer a professora e saber que seu responsável irá buscá-lo. O período de adaptação na educação infantil, deve ser feito com tempo gradual e com permanência dos pais na escola nos primeiros dias.

Desentendimentos com coleguinhas nesse primeiro momento são comuns, principalmente na disputa por brinquedos. Neste caso, a professora deve estar atenta para mediar para que não haja agressões. Normalmente o brinquedo é retirado por um tempo até que os ânimos se acalmem. Os pais devem entender que nas divergências e trocas de experiência se aprende a lidar com emoções e a se relacionar com o outro. Isso faz parte do processo de socialização e de educação.

Sempre recomendo que os pais conversem com os filhos falando bem da escola, contando suas experiências, estimulando a aprendizagem e novidades que estarão por vir.

A escola deve, antes de mais nada, acolher os alunos e sua família de modo a deixá-los confortáveis e seguros. É muito importante levar em consideração as necessidades de cada criança e firmar uma boa parceria com alunos e família.

(*) Com mais de 30 anos de sólida vivência na área educacional, Ester Chapiro é psicopedagoga, Especialista em desenvolvimento humano, educadora, Consultora Pedagógica e Palestrante. É diretora da Central de Professores (https://www.centraldeprofessores.com.br/), especializada em aulas particulares, reforço escolar, acompanhamento para concursos e coaching para adolescentes e adultos.

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