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Deputada Maria Victoria destaca potencial do plano de biogás e biometano na Assembleia Legislativa do Paraná

A deputada Maria Victoria (PP) é autora de leis ligadas à inovação e à sustentabilidade.

A deputada Maria Victoria (PP) é autora de leis ligadas à inovação e à sustentabilidade.
Créditos: Valdir Amaral/Alep

O Plano de Biogás e Biometano do Paraná, recentemente anunciado, busca transformar o potencial do agronegócio do estado em uma matriz energética renovável. A iniciativa visa a conversão de resíduos em energia limpa, como destacou a deputada estadual Maria Victoria (PP), uma das principais responsáveis pela criação de leis que incentivam este tipo de inovação.

Transformação de Resíduos

A deputada Maria Victoria afirmou que “o que antes era visto como lixo, descarte e poluição agora será transformado em energia limpa e desenvolvimento”. Com anos de atuação em prol da ampliação da cadeia de biogás e biometano, ela ressaltou a importância do apoio do setor produtivo para essa transformação.

“Legislamos para converter o potencial de nosso agronegócio—abrangendo suinocultura, bovinocultura, agroindústrias e resíduos urbanos—em energia sustentável”, completou.

Legislação de Inovação

Maria Victoria é autora de várias leis focadas em inovação e sustentabilidade, incluindo a Lei 21.454/2023, que promove o uso de hidrogênio renovável, e a Lei 21.619/2023, que incentiva a economia circular. Além disso, a deputada apresentou propostas relevantes como o PL 271/2024, que estabelece um mercado regulado de créditos de carbono, e o PL 608/2023, que oferece incentivos tributários à cadeia de biogás e biometano.

Detalhes do Plano

O Plano de Biogás e Biometano foi entregue ao Governo do Estado pelo Serviço Social Autônomo Paraná Projetos e foca em diversificar a matriz energética, integrar recursos renováveis e otimizar a gestão de resíduos. A proposta visa ainda promover a economia circular ao transformar resíduos orgânicos em energia.

Segundo o secretário do Planejamento, Ulisses Maia, “o Paraná é referência nacional em sustentabilidade, e este programa reforça esse papel ao diversificar a matriz energética”. O secretário das Cidades, Guto Silva, destacou que o plano visa atrair novos investimentos e gerar impactos socioeconômicos positivos de longo prazo.

Etapas do Programa

O plano segue um cronograma de nove etapas principais, que inclui diagnóstico do cenário jurídico, análise de mercado, planejamento estratégico e propostas de treinamentos. A implementação e monitoramento das iniciativas também estão previstas na estrutura do plano, visando garantir resultados socioeconômicos eficazes.

Os próximos passos do programa envolverão ações tanto de impacto imediato quanto medidas estruturantes para o médio e longo prazo, com o objetivo de consolidar as propostas apresentadas.

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