Curitiba registra menos de 1,5 mil casos ativos de covid-19

A Secretaria Municipal da Saúde de Curitiba registrou, nesta quinta-feira (11/11), 1.498 casos ativos da cidade. Depois de 505 dias, a cidade volta a contabilizar menos de 1,5 mil pessoas com potencial de transmissão do vírus. A última vez havia sido em 24 de junho de 2020, com 1.412 casos ativos. 

Hoje também foram registrados 76 novos casos de covid-19 e três óbitos de moradores da cidade infectados pelo novo coronavírus. Dois destes óbitos ocorreram nas últimas 48 horas.

As vítimas são um homem e duas mulheres, com idades entre 46 e 75 anos.  

Até o momento foram contabilizadas 7.769 mortes na cidade provocadas pela doença neste período de pandemia.

Novos casos

Com os novos casos confirmados, 297.495 moradores de Curitiba testaram positivo para a covid-19 desde o início da pandemia, dos quais 288.228 estão liberados do isolamento e sem sintomas da doença.

Leitos do SUS

Nesta quinta-feira (11/11), a taxa de ocupação dos 160 leitos de UTI SUS exclusivos para covid-19 está em 40%. Restam 96 leitos livres.

A taxa de ocupação dos 137 leitos de enfermarias SUS covid-19 está em 47%. Há 72 leitos vagos. 

A SMS esclarece que os dados da ocupação de leitos em Curitiba são dinâmicos, com alterações ao longo do dia.

Números da covid-19 em 11 de novembro

76 novos casos confirmados
3 novos óbitos (2 nas últimas 48h)

Números totais

Confirmados – 297.495
Casos ativos – 1.498
Recuperados – 288.228
Óbitos – 7.769

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OMS diz que Ômicron é “bastante infecciosa”, mas não deve haver pânico

A cientista-chefe da Organização Mundial da Saúde (OMS), Soumya Swaminathan, disse que a nova variante Ômicron do coronavírus é muito transmissível, mas que as pessoas não devem entrar em pânico com isso.

Em entrevista na conferência Reuters Next, nesta sexta-feira (3), Soumya disse que a resposta certa é estar preparado e ser cauteloso e não entrar em pânico diante da nova variante.

“Até que ponto devemos ficar preocupados? Precisamos estar preparados e cautelosos, não entrar em pânico, porque estamos em uma situação diferente de um ano atrás”, disse Swaminathan.

O surgimento da nova variante não foi bem-vindo, disse ela, acescentando que o mundo está muito mais bem preparado devido ao desenvolvimento de vacinas desde o início da pandemia.

Muita coisa permanece desconhecida sobre a Ômicron, detectada pela primeira vez no sul da África no mês passado e com registros em pelo menos duas dúzias de países. Partes da Europa já lutavam contra uma onda de infecções da variante Delta. 

“Precisamos esperar, espero que a cepa seja mais amena, mas é muito cedo para tirar conclusões sobre a variante como um todo”, disse a cientista.

A OMS pediu aos países que aumentem a capacidade de seus sistemas de saúde e vacinem suas populações para combater o aumento de casos de covid-19 causados ​​pela Ômicron, afirmando que as restrições às viagens podem ganhar tempo, mas não são a resposta por si só.

“A Delta é responsável por 99% das infecções ao redor do mundo. Essa variante teria que ser mais transmissível para competir e se tornar dominante em todo o mundo. É possível, mas não há como prever”, acrescentou.

Bolsonaro volta a dizer que não quer se vacinar: “Deixa eu morrer”

O presidente Jair Bolsonaro (PL) reafirmou nesta quinta-feira (2), que não tomou a vacina contra a covid-19. O chefe do Executivo repetiu que a vacinação é facultativa e questionou pedido de autorização da Pfizer sobre vacinar crianças.

“Eu vejo – acompanho mídias sociais e o pessoal mostra para mim– muita gente de esquerda, em especial, querendo a minha morte. Se quer a minha morte, por que fica querendo exigir que eu tome a vacina? Deixa eu morrer, problema é meu, tá?”, disse em live nas redes sociais.

Aos 66 anos, Bolsonaro poderia ter se vacinado desde 3 de abril no Distrito Federal. O chefe do Executivo afirma que as vacinas são experimentais e que já foi infectado pelo vírus e, por isso, estaria mais imune. O presidente foi diagnosticado com covid-19 em julho do ano passado.