Covid-19: veja o que abre e o que fecha em Curitiba

 

Esta semana começaram a valer novas medidas com algumas ampliações nos horários de funcionamento dos estabelecimentos em Curitiba, até o dia 10/8. Nesse vai e vem, a gente acaba até se perdendo  e por isso fizemos um resumo pra te ajudar a não ficar de fora! Confira:⁣

Novos horários:⁣

  •  shoppings podem abrir das 12h às 22h de segunda a sexta e aos finais de semana somente via delivery⁣
  •  comércio de rua das 10h às 20h de segunda a sexta e aos finais de semana somente via delivery⁣
  •  galerias e centros comerciais das 10h às 18h de segunda a sexta e aos finais de semana somente via delivery⁣
  • restaurantes até as 22h de segunda a sábado e nos domingos somente via delivery ou drive-thru⁣
  • mercados somente de segunda a sábado⁣
  •  panificadoras até as 22h de segunda a sábado e até as 18h nos domingos (proibido consumo no local)⁣
  •  feiras de segunda a sexta, proibido funcionamento aos finais de semana ⁣

Proibido:⁣

  •  bares, festas, teatro, cinemas⁣
  •  parques⁣
  • praças esportivas⁣

 

 

via @oquefazercuritiba

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Vacina contra Covid-19 desenvolvida pela UFPR apresenta resultados promissores

A vacina contra a Covid-19 que vem sendo desenvolvida pela Universidade Federal do Paraná (UFPR) apresentou eficácia se administrada em duas doses. Esses são os resultados da primeira imunização feita em camundongos, realizada na fase pré-clínica.

O experimento foi dividido em três grupos. O primeiro recebeu imunização com partículas do polímero bacteriano polihidroxibutirato (PHB) recobertas com partes específicas da proteína Spike, que é a proteína que permite ao Sars-CoV-2 infectar nossas células. No segundo grupo, as partículas com a proteína viral foram somadas ao Adjuvante de Freund, uma solução de antígeno usado como um imunopotenciador. Os últimos indivíduos, pertencentes ao grupo controle, receberam apenas o polímero bacteriano polihidroxibutirato (PHB). Uma segunda dose das mesmas substâncias aplicadas em cada grupo experimental foi administrada 20 dias depois.

Os resultados dos testes feitos na coleta de soro realizada após a primeira imunização apontaram que uma dose não foi suficiente para produzir anticorpos em quantidade significativamente diferente em relação ao grupo controle. Já com a segunda imunização, obteve-se uma produção significativa de anticorpos comparada ao grupo controle. “De sete animais no grupo imunizado com antígeno ligado ao PHB, cinco apresentaram resposta pelo menos 20 vezes superior à do grupo controle. Na média, o grupo apresentou 54 vezes mais anticorpos contra o antígeno que o grupo controle”, indica Marcelo Müller dos Santos, professor do Departamento de Bioquímica e Biologia Molecular da UFPR e um dos responsáveis pelo estudo.

Com relação à adição do Adjuvante de Freund, não houve um efeito promotor na resposta imune contra as partículas de PHB carregadas com antígeno. O grupo de animais inoculados com partículas e adjuvante apresentaram 37 vezes mais anticorpos do que o grupo controle, mas ainda assim abaixo do grupo imunizado sem o adjuvante. O professor comenta que ainda é necessário entender por que o adjuvante não aumentou a resposta imune das partículas. “Entretanto, se confirmado que a imunização com partículas de PHB não necessita de adjuvantes, pode ser um fator de economia bastante importante na produção de uma futura vacina aplicando essa tecnologia”.

Foto: arquivo UFPR

Para Santos, os resultados desse primeiro ensaio pré-clínico foram um primeiro passo e mostraram que é possível que as partículas de PHB carregadas com antígenos sejam utilizadas como veículo para imunização contra infecções virais como a Covid-19. “Nos testes seguintes, analisaremos a reprodutibilidade desses resultados, o efeito do tamanho das partículas e da carga de antígeno”, explica.

A próxima etapa também verificará se a via de imunização intranasal será eficiente. Caso os resultados sejam positivos, os pesquisadores buscarão saber se os soros dos animais imunizados neutralizam a infecção do novo coronavírus em cultura de células, que é um passo fundamental para provar a eficácia do imunizante.

Na equipe de cientistas trabalhando na vacina também estão os professores de Bioquímica Emanuel Maltempi de Souza e Guilherme Lanzi Sassaki, o professor de Patologia Básica Breno Castello Branco Beirão, o biólogo do Centro de Ressonância Magnética Nuclear da UFPR Arquimedes Paixão de Santana Filho, os pós-doutorandos Maritza Araújo Todo Bom, Luis Paulos Silveira Alves e a mestranda Maria Luisa Terribile Budel.

Informações UFPR.

China diz que OMS aprovou uso emergencial de vacina contra coronavírus

País lançou programa emergencial em julho

A Organização Mundial da Saúde (OMS) disse à China que apoia e compreende que o país inicie a administração de vacinas contra coronavírus experimentais enquanto os testes clínicos ainda estão em andamento, disse uma autoridade de saúde chinesa nesta sexta-feira (25).

A China fez contato com a OMS no final de junho e lançou seu programa emergencial em julho, de acordo com Zheng Zhongwei, autoridade da Comissão Nacional de Saúde do país.

Centenas de milhares de trabalhadores essenciais e outros grupos limitados de pessoas que se consideram correrem risco alto de infecção receberam a vacina, embora sua eficácia e segurança ainda não tenham sido plenamente estabelecidas, já que os testes clínicos de estágio avançado estão incompletos.

“No final de junho, o Conselho de Estado da China aprovou o plano de um programa de uso emergencial de vacina contra coronavírus”, disse Zheng em uma coletiva de imprensa.

“Após a aprovação, em 29 de junho, fizemos contato com os representantes relevantes do escritório da OMS na China e obtivemos apoio e compreensão da OMS”, disse.

O representante da OMS na China não respondeu de imediato a um pedido de comentário.

A cientista-chefe da agência, Soumya Swaminathan, disse em Genebra neste mês que autoridades reguladoras nacionais podem aprovar o uso de produtos médicos em suas próprias jurisdições na situação atual de emergência, mas descreveu a medida como uma “solução temporária”.

A solução de longo prazo está na conclusão dos testes de estágio avançado, disse a autoridade da OMS.

Informações Agência Brasil.