Covid-19: Adolescentes entre 12 a 17 anos serão incluídos na vacinação

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O ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, anunciou nesta terça-feira (27) que adolescentes de 12 a 17 anos serão incluídos no Plano Nacional de Imunização (PNI) contra a covid-19. A inclusão será iniciada após envio da primeira dose para a vacinação de adultos com mais de 18 anos. Adolescentes com comorbidades serão os primeiros a serem imunizados.

A medida foi acertada durante reunião entre o ministério e representantes de estados e municípios.

Também foi definido que, após a distribuição da primeira dose dos imunizantes para todo o país, o ministério deve decidir sobre a antecipação do intervalo entre as duas doses da Pfizer, que, atualmente, é de 90 dias. Na bula do fabricante, o intervalo é de 21 dias.

A redução é estudada para acelerar a imunização diante do crescimento dos casos de pessoas infectadas com a variante delta do vírus da covid-19.

“Nossa expectativa é atingir a população acima de 18 anos vacinada até o começo de setembro. A partir daí, vamos discutir a redução no intervalo da dose da Pfizer, assim a gente avançaria com a segunda dose em um número maior de pessoas e também os abaixo de 18 anos”, explicou o ministro.

Os estados e municípios ainda deverão seguir as orientações do Ministério da Saúde sobre os intervalos entre as doses de vacinas e outras recomendações do PNI.


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Reforço de marca diferente é mais eficaz para vacinados com CoronaVac

A pesquisa analisou dados de 1.240 voluntários em São Paulo e Salvador que receberam doses da CoronaVac, produzida pelo Instituto Butantan, em um intervalo de seis meses antes do início do estudo. Os voluntários receberam doses de reforço da Janssen, Pfizer-BioNTech e AstraZeneca e da própria CoronaVac.

Os índices de aumento da concentração de anticorpos, 28 dias após a dose de reforço, ficaram em 152% para a vacina da Pfizer-BioNTech; 90% para a da AstraZeneca; 77% para a da Janssen, e 12% para a CoronaVac.

“Em adultos idosos, a diferença dos títulos de anticorpos neutralizadores foi entre 8 e 22 vezes maior em esquemas heterólogos de reforço do que no reforço homólogo com a CoronaVac”, relataram os autores do estudo.

Conforme os autores, o uso das doses de reforço mostrou eficácia contra variantes como a Delta e a Ômicron. O estudo também apontou a necessidade da dose de reforço para quem completou o ciclo com a CoronaVac.

A pesquisa foi publicada no periódico científico Lancet.

Saúde reativa quase 500 leitos para pacientes com Covid-19 e H3N2 no Paraná

A Secretaria estadual da Saúde iniciou na sexta-feira (21) o processo de reabertura de novos leitos de enfermaria para atender a demanda de pacientes infectados pelo coronavírus e que precisam de internamento hospitalar.

A decisão foi tomada por conta do aparecimento da nova variante Ômicron e o aumento no número de casos de Covid-19 e também de influenza (H3N2) desde o início do ano. A capacidade de internamentos praticamente será dobrada, passando dos atuais 515 para 1.000 leitos enfermaria, um aumento de mais de 94%. De acordo com o secretário de Estado da Saúde, Beto Preto, nas últimas semanas, a Central de Regulação de Leitos apresentou uma alta na taxa de ocupação.

“Ao longo desses meses, com a redução da demanda e para atender outros casos, desativamos vários leitos, já que os internamentos haviam chegado a um número baixo. Mas nesses últimos 15 dias vimos os casos da Covid-19 dispararem e não queremos ninguém desassistido”, afirmou.

A reabertura de leitos para Covid-19 será, nesse primeiro momento, direcionada para o Hospital Universitário Regional do Norte do Paraná, em Londrina, com 15 leitos para receber novos pacientes. Nos próximos dias será a vez do Hospital Santa Casa de Irati (12 leitos), Hospital Universitário de Ponta Grossa (9 leitos) e Hospital Universitário de Maringá (10 leitos). Até ao final do mês está prevista a abertura de pelo menos 485 vagas.

“Aproximadamente mil leitos estarão disponíveis para atender a demanda. No momento, não haverá abertura de leitos UTI, mas estamos monitorando tanto a situação no avanço dos casos de Covid-19 como a epidemia de gripe. Conforme a necessidade, faremos as mudanças necessárias para atender a população”, disse o diretor de Gestão em Saúde, Vinícius Augusto Filipak.

NOVOS CASOS  Desde o início de 2022 foram registrados 167.278 novos casos pela Covid-19. No final do ano passado, o número não ultrapassou 9,4 mil.

A última vez que o Paraná teve registro de mais de 100 mil pessoas infectadas pelo vírus SARS-CoV-2 foi em junho do ano passado, contabilizando 162.523 casos. O número de pessoas com a infecção da H3N2 (um tipo do vírus Influenza A) já chegou a 1.516. Foram registrados 48 óbitos.