Conheça quatro passeios pet friendly para fazer com seu bichinho em Curitiba ou perto da capital

Quem tem um pet em casa sabe como é importante levar o bichinho para passear com frequência. Quando pensamos nisso, automaticamente a primeira opção que vem na cabeça é ir até algum parque ou praça. No entanto, isso acontece porque a maioria de nós não sabe em quais lugares os nossos pets são aceitos.

Para resolver esse problema, fiz uma lista de passeios incríveis e diferentes que você nem sabia que poderia ser feito na companhia dos pets. Por meio dela é possível que você aproveite o dia com seu amigo de quatro patas e fuja do lugar comum.

Confira!

1. Trem Curitiba-Morretes

O famoso trem de Curitiba até Morretes inaugurou – recentemente – um vagão pet friendly. Neste passeio, você poderá levar seu cachorrinho junto e com todo o conforto que eles merecem.

2. Shopping Center e cinema

Os shoppings da cidade são super antenados com tudo que acontece no mundo pet. Portanto, não há motivo para não aderir ao movimento pet friendly. Hoje é comum ver nossos amiguinhos de quatro patas desfilando pelos corredores e até nas lojas acompanhando seus tutores nas compras.

Por esta você não esperava! Algumas salas de cinema recentemente começaram a oferecer sessões pet friendly. A ideia é que você curta um filminho na companhia do seu cão. Depois de dar umas voltas no shopping, você pode entrar para ver um filme enquanto ele descansa ao seu lado! Mas atenção: são dias e horários específicos, e o filme são eles que escolhem.

3) Stand-up paddle

Você sabia que na represa do Passaúna é possível fazer stand-up paddle? As águas são limpas e tem vários locais para locação de equipamento – como a prancha e o remo, nas proximidades da represa. Já imaginou você e seu cão curtindo juntos esse esporte incrível e delicioso num dia de calor no verão?  

4) Eventos para pets

Apesar de os eventos terem dado um tempo por conta da pandemia, era muito comum encontros pet, ou seja, festas onde o convidado principal era o cachorro. Organizada tanto por empresas, como pet shops, quanto por pessoas físicas, os encontros eram sempre ao ar livre, animados e cheios de comidinhas.

Esses eventos faziam a alegria dos humanos que queriam passar uma tarde divertida com seu cachorro e ainda confraternizar com outras pessoas.

Se você quer saber de muitos outros lugares onde você pode ir e seu cão é muito bem-recebido, acompanhe as postagens do Guia Pet Friendly Curitiba no Instagram!

Informações Banda B

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Museu do Holocausto de Curitiba reabre para visitação

Desde o início da pandemia, em março de 2020, trabalhos vinham sendo realizados apenas na modalidade on-line. Extensa programação também marcará o 10º aniversário da instituição

Depois de quase 600 dias, o Museu do Holocausto de Curitiba, reabriu suas portas para visitação. Com base na melhoria dos indicadores da pandemia do novo coronavírus, a retomada será acompanhada de medidas sanitárias que garantam a segurança do público e dos colaboradores.

10º aniversário

De acordo com o coordenador-geral do Museu, Carlos Reiss, além do esperado retorno dos visitantes, o mês de novembro também marca os 10 anos da instituição, a primeira do País de seu gênero. Fundado em 2011, com vocação educativa e linha pedagógica definida, Carlos explica que a proposta do espaço é construir a memória diariamente, mostrando os acontecimentos da Guerra, com ênfase na Shoá, humanizando a história das vítimas e ressaltando a vida.

Exposição de Marina Amaral

Para cumprir sua missão, o Museu promove abrangente discussão sobre o preconceito e a violência ao longo dos séculos XX e XXI. Justamente por isso, a programação de aniversário trará pela primeira vez ao Brasil a exposição da artista mineira Marina Amaral, com o tema ‘Faces of Auschwitz e Escravidão no Brasil’. Destaque da categoria Artes Plásticas e Literatura da Forbes Under 30, que reconhece os mais brilhantes empreendedores, criadores e game-changers brasileiros abaixo dos 30 anos, Marina utiliza cores para dar vida a fotografias em preto e branco. Seu trabalho permanecerá no local de 04 de novembro de 2021 a 30 de janeiro de 2022.

A mostra terá entrada gratuita (sem necessidade de agendamento prévio), junto ao Paço da Liberdade SESC Paraná, entidade parceira do Museu na ação. De acordo com a técnica de Artes Visuais do Paço, Luana Hauptman Cardoso de Oliveira, responsável pelas exposições, a unidade está animada com o desenvolvimento do projeto. “Discutir esses eventos requer cuidado e sensibilidade, mas o debate é essencial. Às vezes, por questões culturais e, porque não, racistas, o debate sobre o Holocausto acaba se sobressaindo e chocando mais do que as questões sobre a escravidão. No entanto, os dois eventos foram traumáticos, desumanos e ainda têm questões não resolvidas. Colocar o Holocausto e a Escravidão no Brasil lado a lado, visualmente, pode facilitar o olhar e a reflexão. Ao colorir as fotografias do período, Marina consegue deixar aquelas pessoas mais próximas de nós. Talvez aí esteja o verdadeiro significado da exposição. Quando seremos, realmente, todos iguais?”, pontua Luana.

Troca de acervo na exposição permanente

Outra novidade que marca os 10 anos do Museu é a troca de acervo na exposição permanente, a primeira desde 2011. O objetivo é dar um caráter mais pessoal aos documentos e objetos, buscando criar empatia e desenvolver a alteridade, explica o coordenador-geral e curador dos novos objetos, Carlos Reiss. “Quando o Museu do Holocausto foi inaugurado, as peças exibidas foram cedidas por instituições e museus internacionais, além de colecionadores. Desta vez, utilizaremos o imenso acervo construído para exibir objetos e documentos cedidos pelas famílias ou pelos próprios sobreviventes da Shoá”, destaca Carlos. O trabalho teve coordenação da museóloga Fernanda Nunes de Souza.

O lenço de Bunia

Um dos itens que passam a fazer parte da exposição é o lenço utilizado por Bunia Finkiel, que, em junho de 1942, aos 19 anos, escondeu-se ao lado de outras 11 pessoas dentro de um buraco num depósito de cereais. Era o auge de uma perseguição que já durava um ano, desde a invasão nazista à cidade polonesa de Warkowicze, atualmente na Ucrânia, onde dezenas de judeus foram fuzilados. Com medo, a família de Bunia fugiu. Quando entrou no esconderijo, na propriedade de uma família tcheca, a jovem não percebeu que levava em seu bolso um pequeno lenço de tecido. Durante meses, ela só tinha o lenço para enxugar seu suor e as lágrimas. Foram 495 dias escondida no buraco onde mal se podia respirar. Sujo e manchado, o lenço também sobreviveu. Anos depois, a própria Bunia bordou o entorno do lenço, que foi doado pela família ao Museu do Holocausto. Conforme o neto de Bunia, Cássio Chamecki, pequenas lembranças físicas, como o lenço de sua avó, ajudam a lembrar que não somos efêmeros. “Esses pequenos objetos carregam a história na alma”, observa Cássio.

Ao fim Guerra, Bunia casou-se e foi para a Itália reencontrar seus pais, chegando primeiro ao Rio de Janeiro, em 1947, e, na sequência, a Curitiba, com o marido Michael, onde reconstruiu a vida e teve três filhos, quatro netos e seis bisnetos. Ela faleceu em 2018.

Inclusão

Equipamentos audiovisuais, ao lado de cada vitrina, também estarão à disposição dos visitantes -e contarão a história de Bunia e outras tantas em português, inglês, espanhol, hebraico e Libras (ainda em processo de finalização), incentivando a inclusão. A equipe do engenheiro Thiago Couto, que realiza amplo projeto de automação no Museu, é a responsável pela execução e implantação desses equipamentos. As locuções ficaram sob a responsabilidade de: André Rassi (português); Corrine Greenblatt (inglês); Joyce Szlak (hebraico); Alejandro Saikevich (espanhol); e Wagner Silva Machado (Libras).

Dias e horários de funcionamento do Museu

Dias e horários de funcionamento (há necessidade de agendamento de horário pré-determinado no site do Museu: https://www.museudoholocausto.org.br/). A visitação é gratuita:

  • Segunda, terça e quarta: 8h30 às 11h30 e 14h30 às 17h30
  • Sexta: 8h30 às 11h30
  • Domingo: 09h às 12h
  • Quintas e sábados: fechado

Importante: Visitas guiadas, inclusive escolares, seguem suspensas em 2021 – medida que será reavaliada para o ano letivo de 2022. A entrada de grupos maiores de 15 pessoas permanece temporariamente proibida.

10 lugares imperdíveis para conhecer no Paraná

Aventura, lazer, meio ambiente, cultura e gastronomia, tudo misturado e para todas as idades. É isso que o Paraná oferece. Basta um pulo na região de Tibagi, a cerca de 200 quilômetros de Curitiba, e o aventureiro encontra trilhas, cachoeiras e esportes radicais para se divertir.

Se a intenção é descansar, você pode pegar a estrada rumo ao Litoral e desbravar a Ilha do Mel, destino perfeito para apaixonados, que querem um lugar paradisíaco e calmo, para relaxar e se curtir. A ideia é aproveitar tudo aquilo que as belezas naturais podem oferecer? Então vá a Foz do Iguaçu e se encante com as Cataratas ou o Parque das Aves.

Para quem gosta de cultura, a recomendação é não deixar de conhecer a pacata Antonina, também no Litoral, que reúne arquitetura colonial, monumentos históricos e uma orquestra filarmônica maravilhosa.

Ali do lado, em Morretes, é possível se deliciar com um dos principais pratos da vasta culinária paranaense: o barreado. De sobremesa, balas de banana.

Confira os destinos imperdíveis:

1) Foz do Iguaçu
A cidade está na região de tríplice fronteira, entre Argentina, Brasil e Paraguai. É lá que se encontram as cataratas mais famosas do País, um conjunto de quedas d’água impressionante, com aproximadamente 275 metros de altura, que se tornou um dos patrimônios históricos da humanidade.

Foz do Iguaçu – Cataratas Foto: José Fernando Ogura/ANPr

Há ainda mais o que fazer na cidade, como conhecer o templo budista, nas margens do Rio Paraná, ou se divertir no Parque das Aves. Foz oferece ainda ótimos lugares para compras e uma gastronomia internacional.

Foz do Iguaçu – Parque das Aves. Foto: José Fernando Ogura/ANPr

A Itaipu Binacional, maior produtora de energia limpa e renovável do mundo, faz parte do roteiro em Foz do Iguaçu. Além do percurso no coração da usina, são atrações a visita panorâmica, o tradicional passeio à noite para o espetáculo da Itaipu Iluminada, o Refúgio Biológico, o Ecomuseu e o polo astronômico, com planetário, observatório e plataforma de observações a olho nu.

2) Curitiba
Moderna e organizada. Boa parte relacionada a negócios – Curitiba é o terceiro principal polo do setor no País, informa a Paraná Turismo. O município oferece muito mais: áreas verdes, como o Parque Barigui, Ópera de Arame ou o Jardim Botânico e sua imponente estufa de vidro com inspiração no Palácio de Cristal de Londres. Há ainda museus como o Oscar Niemeyer – ou “Museu do Olho”– restaurantes, e a Pedreira Paulo Leminski, destinada a espetáculos e shows ao ar livre.

Curitiba – Memorial Ucraniano. Foto: José Fernando Ogura/ANPr

3) Tibagi
Cidade dos Campos Gerais, Tibagi concentra uma diversidade de atrativos. Trilhas, cachoeiras (vá até a Cachoeira da Ponte da Pedra) e esportes radicais para quem é da aventura. Ou prédios históricos e museus que remetem ao início do desbravamento do Paraná para quem é da cultura. O ápice do passeio, porém, é o Cânion Guartelá, com vales profundos, inscrições rupestres, quedas d’água e corredeiras, um ponto e tanto para ser explorado.

4) Antonina e Morretes
As cidades vizinhas são quase irmãs. Antonina é rodeada pela Serra do Mar, com casarões coloniais erguidos em meio a ruas de pedra da região central. Destaque para a Igreja Matriz Nossa Senhora do Pilar, que fica no ponto mais alto da cidade. História, cultura e construções marcantes que também podem ser exploradas em Morretes. A dica é conhecer as “irmãs” de trem, saindo de Curitiba. E, claro, experimentar o barreado em um dos clássicos restaurantes da região. De sobremesa, balas ou sorvete de banana.

Morretes – Litoral do Paraná – Barreado. Foto: José Fernando Ogura/ANPr

5) Vila Velha
As famosas formações rochosas ficam em Ponta Grossa e a cerca de 100 quilômetros de Curitiba. Os pouco mais de 3 mil hectares do Parque Estadual de Vila Velha abrigam arenitos de formas variadas, cavernas, furnas de mais de 50 metros de altura e a Lagoa Dourada, com águas que remetem à cor de acordo com a incidência de luz.

6) Sapopema
O município fica pertinho de Londrina e não está nos roteiros mais famosos do Estado. Mas é lindo e merece ser visitado com calma. As cachoeiras, como a do Messias, são inesquecíveis. Outro ponto é Pico Agudo, que possui aproximadamente 1.200 metros de altura e se consolida como um dos principais atrativos turísticos da cidade.

7) Ribeirão Claro
A cidade do Norte Pioneiro fica na divisa com o estado de São Paulo e se caracteriza pelo espírito aventureiro. Os passeios começam na trilha que vai até o topo do Morro do Gavião, que entrega de presente ao público um visual encantador. Uma tirolesa que chega a atingir 50 km/h ou o voo livre aguardam os mais animados na descida. Conheça ainda a Gruta da Água Virtuosa e as cascatas Gummy, Véu da Noiva e Ruvina.

8) Ilha do Mel
A Ilha é um dos principais pontos turísticos do Estado, lotando no verão. Praias lindas e belezas naturais de encher os olhos faz do local um destino perfeito para os casais apaixonados ou para quem procura um lugar calmo para descansar e recarregar a bateria. Um charme especial: o único jeito de explorar a ilha é a pé, através das trilhas que cortam a natureza.

Ilha do Mel, Paraná. Farol das Conchas. Ilha do Mel. Foto: Arnaldo Alves / ANPr.

9) Prudentópolis
Um pedacinho da Ucrânia no Paraná. São mais de 100 cachoeiras na região, algumas delas com mais de 100 metros de altura, o que fazem a cidade ser conhecida como a terra das cachoeiras gigantes. O Salto São Francisco, por exemplo, é uma das cachoeiras com maior queda d’água do Sul do Brasil. São 196 metros de altura.

10) Porto Rico
A cidade do Noroeste do Paraná fica a 176 quilômetros de Maringá. Banhado pelas águas do Rio Paraná, o município é repleto de praias com água doce, calmas e propícias para passeios de barco, esportes náuticos e pescaria. Destaque também para o parque aquático com15 mil metros quadrados de área de lazer.