Confira as datas dos vestibulares das universidades federais e estaduais do Paraná

Os vestibulares das universidades federais e estaduais do Paraná precisaram ter as datas revistas pelas instituições por causa da pandemia do novo coronavírus.

Há universidades que definiram o calendário, que aguardam oficialização e outras que não realizam processo seletivo presencial. Veja abaixo.

Federais

Universidade Federal do Paraná (UFPR)

A UFPR adiou o vestibular 2020/2021 para 10 de janeiro de 2021. Segundo a instituição, o Conselho de Ensino, Pesquisa e Extensão irá decidir até o dia 10 de agosto se manterá o vestibular em janeiro ou se fará uma nova alteração da data.

Universidade Tecnológica Federal do Paraná (UTFPR)

A instituição informou que não realiza vestibulares. O ingresso dos estudantes se dá por meio Exame Nacional do Ensino Médio (Enem).

Universidade Federal da Fronteira Sul (UFFS)

A universidade explicou que a seleção dos alunos é feita pelo Enem e pelo Sistema de Seleção Unificada (Sisu). No ano passado, pela primeira vez, houve vestibular com 30% do total de vagas. Neste ano, não deve ocorrer o processo seletivo dessa forma.

O restante do calendário pode ser conferido no G1

 

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Ações virtuais do MON alcançam mais de 3 milhões de pessoas

O Museu Oscar Niemeyer (MON) intensificou a produção de conteúdo virtual, aumentando o público nas redes sociais e propiciando conhecimento e descontração neste período de distanciamento social. As atividades realizadas pelo MON já alcançaram mais de três milhões de pessoas pelas redes sociais da instituição.

“As ações virtuais deixaram de ser apenas informativas para se transformarem em vivências e experiências que proporcionam trocas enriquecedoras com quem acessa”, afirma a diretora-presidente do MON, Juliana Vosnika. Ela destaca que as ações online nasceram de um desafio, mas tornaram-se uma maneira de integrar, conectar e fazer com que as equipes internas do Museu conduzissem esse momento. “O enorme alcance obtido demonstra que as ações têm sido muito bem-aceitas pelo público”, diz.

Tradicionalmente realizadas às quartas-feiras e domingos no Museu, as oficinas artísticas, por exemplo, foram adaptadas e podem ser feitas a distância, com materiais simples, que geralmente as pessoas têm em casa.

Em cinco meses, foram disponibilizadas mais de 40 oficinas, via YouTube, Instagram e Facebook – com alcance superior a 260 mil pessoas.

Todo o material pode ser encontrado nas redes sociais, com a hashtag #monemcasa, no canal do YouTube ou no hotsite: museuoscarniemeyer.org.br/mon/monemcasa/.

Muitas outras ações foram lançadas pelo MON durante a quarentena, como quiz semanal sobre o mundo das artes, séries temáticas de mediações sobre diversos assuntos, entre eles design, retratos do acervo e curiosidades sobre a arquitetura do Museu, entre outras atividades.

O programa Arte Para Maiores, direcionado para o público com mais de 60 anos, também ganhou uma versão virtual, que já alcançou seguidores até mesmo fora do país.

Atualmente há 13 exposições disponíveis na página do MON na plataforma Google Arts & Culture, incluindo “Man Ray em Paris”, “África, Mãe de Todos Nós” e “Ásia, a Terra, os Homens, os Deuses”. O site do Museu oferece visita virtual 3D a 88 exposições promovidas pelo MON desde 2010. São mostras de artes plásticas, fotografia, vídeo, arquitetura e design, incluindo exposições de artistas do acervo e sucessos internacionais. Com o recurso disponível, o visitante percorre as salas e os corredores da instituição, que é o maior museu de arte da América Latina em área construída.

Artistas do Acervo

O programa Artistas do Acervo também ganhou versão virtual, com encontros transmitidos ao vivo pelo canal do MON no YouTube.

Até novembro, com o tema “Conforto em Confronto”, haverá diálogos conduzidos pelo professor e curador Paulo Reis e convidados, como a artista e fotógrafa Milla Jung, os designers Carol Armellini e Paulo Biacchi, e a artista e professora Fernanda Magalhães. O encontro com a artista Tatiana Stropp já está disponível no canal.

Na maior consulta da história da UFPR, a chapa vencedora é a do atual reitor Ricardo Marcelo e a vice Graciela

A maior consulta à comunidade interna já realizada na história da UFPR terminou ontem (quarta-feira, 02/09) com os números mais expressivos já obtidos por um candidato a reitor da instituição desde 1985, quando ocorreu a primeira consulta. A Chapa 2, dos professores Ricardo Marcelo Fonseca e Graciela Bolzón de Muniz, obteve 85% dos votos válidos (excluindo nulos e brancos) e venceu nas três categorias de votantes: docentes, servidores técnico-administrativos e estudantes. Considerando os números absolutos, antes da aplicação da fórmula da paridade, nada menos que 91,1% dos 17.018 votos válidos foram para a Chapa 2.

Nunca antes o número de votantes foi tão expressivo. Comparando com os números de 2012 (quando votaram 14.918 pessoas), o aumento foi de 20,5%. Mesmo em tempos de pandemia, a participação também foi maior que em 2016, quando votaram 17.045 pessoas (aumento de 1,2%).

“Essa participação massiva não é uma vitória apenas nossa, da Chapa 2, mas da UFPR como um todo. Ela mostra que a comunidade interna quer participar da definição dos rumos da universidade, e disse isso de forma eloquente – sobretudo considerando as condições excepcionais que estamos vivendo por causa da pandemia,”, avalia o professor Ricardo.

Para a professora Graciela, o resultado traz grande responsabilidade e também o sentimento profundo de gratidão: “Eu e o professor Ricardo estamos extremamente gratos pela forma respeitosa como fomos recebidos ao longo da campanha em todos os campi e setores da UFPR. Agradecemos pelo reconhecimento, pelas contribuições e, agora, por esse resultado tão expressivo, que nos motiva a trabalhar ainda mais”.

Números

A consulta para a Reitoria da UFPR foi realizada integralmente pela internet, das 7 horas de terça-feira (01/09) às 18 horas de quarta-feira (02/09). Todo o processo foi organizado e realizado pela Comissão Paritária de Consulta (CPC), formada por representantes das entidades que representam os docentes (APUFPR), os servidores técnico-administrativos (Sinditest-PR) e os estudantes (DCE).

A Chapa 2 teve a maioria dos votos nas três categorias: Considerando o total de votos, obteve 81% entre os docentes, 74% entre os servidores técnico-administrativos e 94% dos votos dos estudantes. Se a conta excluir os votos nulos e brancos, os percentuais foram, respectivamente, de 83%, 77% e 95%.