Começa a temporada de liquidações em shopping da capital paranaense

A Hering está com descontos de até 50% nas roupas masculinas e femininas; a Centauro iniciou a liquidação Leve Tudo, tem tops de ginástica de R$129,99 por R$49,99, e camisetas de corrida por R$69,99. A Renner tem diversas araras em saldos com blusinhas a partir de R$59,90, por exemplo. Na Cotton On, as etiquetas estão com 50% de desconto sobre o preço original. 

Além dessas, a TNG, a Youcom, a Bibi Calçados, Studio Z, Riachuelo e a Lupo também estão com promoções de início de ano. 

Sobre o Shopping Estação
O Shopping Estação é ponto de encontro e referência em entretenimento e gastronomia na cidade, com um mix de lojas e serviços completo, além de reunir parte da história de Curitiba no Museu Ferroviário, único museu dentro de um shopping no Brasil. Inaugurado em 14 de novembro de 1997, há 25 anos o Shopping Estação tem participação ativa na vida dos curitibanos e de milhares de turistas que passam pela capital paranaense. Em 2007 foi adquirido pelo grupo BRMALLS, maior empresa de shopping centers do país, passando por um processo constante de qualificação.

Shopping Estação
Av. Sete de Setembro, 2.775, Rebouças
Curitiba (PR)
(41) 3094-5300
https://www.instagram.com/shopping_estacao/
 www.shoppingestacao.com.br

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Com IPVA mais caro em 2023, modelo de negócio de carro por assinatura é alternativa para brasileiros que priorizam uso

O começo do ano é caracterizado por relevantes despesas fixas como renovação de seguro, matrícula escolar e impostos, em especial aqueles cobrados sobre propriedades, como o IPTU, DPVAT e IPVA. O Imposto sobre a Propriedade de Veículos Automotores (IPVA) é recolhido pelos Estados e Distrito Federal e calculado de acordo com cada veículo, podendo variar pelo modelo e ano de fabricação. Com a valorização dos carros novos e usados no Brasil, o IPVA aumentou nos últimos anos e será ainda mais caro em 2023. Corroborando ainda mais o entendimento de que adquirir um carro é custoso, um estudo inédito sobre a relação do brasileiro com o automóvel, realizado pela Serasa em parceria com o instituto Opinion Box em dezembro de 2022, revelou que os custos que envolvem a aquisição e manutenção de um carro estão entre os três maiores gastos anuais em 63% dos lares brasileiros. Ainda, 40% dos brasileiros consideram complexo realizar contas sobre os custos para manter o automóvel. Todavia, existe um novo modelo de locação mais prático, menos burocrático e que dispensa as despesas de manutenção e compra do carro.

Os carros por assinatura são uma modalidade relativamente nova no setor de locação de veículos e com ótima aceitação. Dados da Associação Brasileira das Locadoras de Automóveis (ABLA) revelaram que a frota das empresas de locação destinada ao carro por assinatura cresceu 20,8%, entre janeiro e outubro de 2022. Uma das empresas associadas à ABLA é o V1, uma plataforma de mobilidade urbana que atua em locação e assinatura de carros 100% digital, gestão de frotas terceirizadas para empresas, fleet service, translado de pessoas e outras soluções. Considerado um dos maiores players do setor no país, o V1 faz parte do Grupo Águia Branca.

O aplicativo V1 oferece dois tipos de serviço: aluguel de carros 100% digital e veículos por assinatura, pagando apenas a mensalidade. Ambos os serviços propostos funcionam via aplicativo em um formato 100% digital. No ano passado, o V1 disponibilizou 1.650 veículos para a modalidade por assinatura. “Como uma espécie de streaming, você assina o veículo por tempo determinado, sem se preocupar com revisões, seguro, documentação, tributos, manutenção, financiamento e possíveis desafios na hora de revender o automóvel”, explica o diretor de negócios do V1, Leonardo Balestrassi.

Assinatura difere do aluguel: carro 0 km sem depreciação

Neste formato de negócio de carro por assinatura, ao invés de adquirir um veículo próprio, o cliente assina o carro por até 24 meses. A modalidade é baseada no conceito de “uso” e não de “posse”, com a vantagem de dirigir apenas carros 0km. “Diferente da modalidade de locação, o carro contratado na assinatura será sempre zero quilômetro”, explica Leonardo

“Entendemos que essa é uma das principais diferenças da assinatura: garantir um veículo zero-quilômetro, já que é possível trocar e circular com um novo modelo”, destaca Leonardo. Além da possibilidade de garantir um modelo mais atual, o cliente não precisará se preocupar em investir em um veículo próprio que irá depreciar com o passar do tempo. “O índice de desvalorização é o ritmo no qual um automóvel perde valor com o tempo. Existem duas formas de cálculo para avaliar a depreciação do carro: a primeira, com base na média de mercado do automóvel, por meio da Tabela Fipe. Neste caso, basta analisar os valores ano a ano a fim de chegar ao índice de desvalorização. Ou é possível usar o sistema da Receita Federal, que divulga um método para calcular o índice de depreciação contábil de um carro”, complementa.

Vale ponderar antes de adquirir um automóvel próprio que o carro é um bem patrimonial de uso contínuo e, consequentemente, apresenta um índice depreciativo. “No caso dos automóveis, estima-se que eles perdem cerca de 20% de seu valor no momento em que saem da concessionária”, alerta o diretor.

Na ponta do lápis: investir o dinheiro é financeiramente mais benéfico

Em termos de precificação, o valor pago mensalmente pelo cliente é único, sem arcar com IPVA, licenciamento, seguro, depreciação, custo de manutenção e troca de pneus, revenda, etc. O V1 ainda garante assistência 24 horas, caso o carro precise de qualquer reparo, seguro, emplacamento e impostos.

Na compra de um carro, é importante salientar que o valor anunciado pela concessionária ou proprietário é apenas a primeira despesa a ser considerada. Outros custos como manutenção, estacionamento, impostos, seguro, revisões, emplacamento e licenciamento também incidem sobre o bem. “Além dos custos habituais na compra e preservação de um automóvel, vale lembrar que um item que preocupa quem decide comprar carros 0 km é a desvalorização. A desvalorização se refere à redução do valor de um veículo com o passar do tempo, principalmente nos três primeiros anos após a fabricação. Exemplificando, com uma SUV como o T-Cross, que é um modelo visado atualmente e, estimando uma desvalorização média de 15% ao ano, podemos calcular uma depreciação anual de R$ 21 mil. Já o Mobi, modelo da Fiat mais acessível que custa em torno de R$ 67 mil, desvaloriza, em média, R$ 10 mil ao ano”, calcula Guilherme Marques Moura, doutor em Desenvolvimento Econômico e professor da Escola de Negócios da Universidade Positivo.

O modelo de negócios por assinatura é mais benéfico, especialmente quando se considera o dinheiro gasto na compra do automóvel, que poderia ser investido. “No caso da compra do carro zero km, custo de oportunidade indica outras coisas que poderíamos fazer com o dinheiro. Por exemplo, o consumidor poderia utilizar o capital para dar entrada em uma casa, realizar uma viagem, reformar a casa, dentre outros. Seja o caso do modelo T-Cross que está hoje R$ 141.810 (valor da montadora), o cliente pode optar por um carro por assinatura e investir o valor em algum produto financeiro. Admitindo um investimento em um Certificado de Depósito Bancário (CDB) de 14% a.a., taxa pouco arriscada e com retorno bem comum, poderia ser obtido um retorno de R$ 1.364,92/mês, ou R$ 16.379,06/ano”, complementa.

“O mercado de assinatura de veículos tem especulação de crescimento para 2023, visto que a compra de carros no Brasil envolve hoje uma consciência de arcar com juros altos para garantir a posse do veículo. O V1 está comprando novos modelos de veículos neste ano, para atender todas essas necessidades. Apenas no primeiro trimestre, iremos investir R$ 36 milhões no aumento e na renovação da frota, com a compra de carros novos que chegam para substituir modelos já usados em final de contrato e devolvidos por clientes”, finaliza Leonardo.

Check-up: início do ano destaca importância da revisão no carro

Freios, pneus, bateria, escape e outras peças e estruturas são essenciais para o bom funcionamento de um carro. Para evitar prejuízos e acidentes, é de extrema importância que o automóvel seja seguro para motorista e passageiros e para quem trafega nas mesmas vias. Segundo a Secretaria Nacional de Trânsito (Senatran), de janeiro a agosto de 2022, mais de 150 mil motoristas foram multados por conduzir veículos em mau estado de conservação ou reprovados na avaliação de inspeção de segurança veicular. O problema pode ser ainda maior. Em outra pesquisa do Instituto Scaringella Trânsito, falhas relacionadas à manutenção dos pneus, freios, amortecedores, níveis de óleo e de água, funcionamento de luzes e até mesmo o cinto de segurança causam 30% dos acidentes nas estradas. Segundo o Código de Trânsito Brasileiro (CTB), os carros em movimento  devem estar em conformidade com todas as exigências da lei, ou seja, precisam estar em um estado que não coloque a vida de pessoas em risco. 

Para isso, o serviço de revisão e check-up, quando feito no prazo correto, evita danos ao automóvel e possíveis acidentes. A manutenção preventiva ajuda também no momento da revenda, já que veículos bem cuidados, estética e mecanicamente, atraem compradores com mais facilidade. A revisão é uma bateria de testes que diagnosticam a saúde do carro. “Nesse momento, é observado o estado de conservação e funcionamento de todos os componentes e sistemas, sejam mecânicos ou elétricos. Existindo falhas ou problemas que possam se agravar  no futuro, a oficina responsável fará a substituição preventiva de algumas peças”, explica o gerente comercial da Ford Slaviero, Rogério Lechinski. Ele aconselha que é melhor investir em revisões programadas do que se deparar com gastos maiores em uma manutenção corretiva.

O ideal é levar para a revisão a cada 12 meses ou 10 mil quilômetros. Todavia, esse prazo cai para a metade nos casos de veículos com uso mais severo, isto é, os que rodam constantemente em trânsito lento. “É importante destacar que os planos de manutenção  definem prazos específicos também para a troca de determinados componentes, como as velas de ignição”, comenta o gerente.

Saiba quais itens não podem ficar de fora do check-up:

Escape

Um sistema de escapamento defeituoso pode significar baixa eficiência de combustível, potência reduzida e, às vezes, ventilação inadequada dos gases tóxicos que o motor produz.

Direção e suspensão

Peças de direção soltas, amortecedores ou molas danificadas, montagens ou buchas quebradas ou gastas, e o veículo balançando ou saltando, podem indicar problemas. 

Pneus

Para evitar um pneu furado, é necessário um técnico treinado para inspecionar o alinhamento e os pneus. A inspeção também pode revelar desalinhamento, que diminui a vida útil dos pneus e reduz a eficiência do combustível.

Freios

O sistema de freios é um dos recursos de segurança mais importantes. Mas, como muitas outras peças, ele pode superaquecer caso não tenha sido reparado há algum tempo. É imprescindível certificar que o sistema esteja em ótimo estado.

Itens menores

Apesar de não configurarem problemas estruturais, é preciso atentar para alguns outros mecanismos do carro que podem causar falhas no futuro. Na hora da revisão, o técnico pode verificar os níveis de fluido, como óleo do motor; velas de ignição e filtros de óleo; combustível e ar; carga da bateria; sistema do ar condicionado; faróis e limpador de parabrisa.

Sobre a Ford Slaviero

Há quase 80 anos no mercado automotivo, a Ford Slaviero é uma das concessionárias de veículos mais tradicionais e sólidas do mercado, sendo revenda Ford com maior tempo de mercado em Curitiba. Os clientes podem contar com as facilidades oferecidas no comércio de veículos 0km, seminovos multimarcas, peças e serviços especializados. Mais informações: fordslaviero.com.br.

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