Cinema movido à energia solar chega ao Paraná

Na próxima terça-feira, dia 03, Rio Branco do Sul, região metropolitana de Curitiba, recebe o Cinesolar, projeto de cinema itinerante que leva curtas e longas-metragens para cidades de todo Brasil.  Será uma noite de cinema com direito duas sessões: às 18h30 serão exibidos os filmes curta-metragens com o tema sustentabilidade e meio ambiente e a atração principal acontece a partir das 19h30 – com o longa Minhocas, (2013), animação em stop-motion feita em parceria entre Brasil e Canadá, dirigida por Paolo Conti e Arthur Nunes.

A iniciativa, desenvolvida pela Brazucah Produções, por meio da Lei de Incentivo à Cultura, é patrocinada pela Votorantim Cimentos e utiliza energia limpa e renovável para exibições de filmes, unindo arte, cinema e sustentabilidade.

O projeto funciona a partir de uma van equipada com placas solares que possibilitam, por meio de um sistema conversor de energia solar para elétrica, a exibição de filmes e apresentações artísticas. O interior do veículo comporta 200 assentos para o público que são montados em locais públicos como praças e quadras poliesportivas.

A apresentação acontece em frente à Câmara Municipal de Rio Branco do Sul, na Rua Domingos Alessandro Nodari, 52. Em caso de chuva, será no Ginásio de Esportes José Percy Mainardes, na Rua Domingos Alessandro Nodari.

Sobre o Cinesolar

Desde o início de suas atividades, em 2013, o Cinesolar já realizou mais de 200 sessões em diversas cidades do país, ultrapassando 40 mil espectadores. Em compromisso com o meio ambiente, a economia de energia elétrica chega a 500 mil watts, equivalente a cerca de 900 horas de uma geladeira ligada sem interrupções. Além disso, o projeto visa perpetuar, por meio dos filmes reproduzidos, questões sobre sustentabilidade, levantando reflexões sobre o tema.

O CINESOLAR é o primeiro cinema itinerante do Brasil movido a energia limpa e renovável, a energia solar.

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Com Ômicron, Paraná vai aguardar e manter obrigatoriedade do uso da máscara

Com o monitoramento de seis passageiros, que estavam no mesmo voo do brasileiro que veio da África do Sul e testou positivo para Covid-19, o governador Ratinho Junior anunciou nesta terça-feira (30) que o Paraná vai manter a obrigatoriedade do uso das máscaras. A informação foi confirmada em entrevista concedida ao Meio Dia Paraná, da RPC TV.

Segundo o governador, o estado precisa monitorar a variante e agir com cautela neste fim de ano. “Esse é o presente de Natal que gostaríamos de dar para toda a população do Paraná, ter a diminuição de restrições. Mas, em especial na saúde,  temos que tomar decisões com muita cautela e agora precisamos ver como será a resposta com a variante”, disse.

Na segunda-feira (29), a Secretaria de Estado da Saúde (Sesa) informou que monitora seis passageiros que desembarcaram no Paraná e estavam no mesmo voo do brasileiro que veio da África do Sul e testou positivo para Covid-19, podendo estar com a variante Ômicron.

De acordo com Ratinho Junior, o Paraná vai aguardar para tomar a melhor decisão possível. “A população, de forma voluntária, já tem tido uma atitude responsável de, mesmo ao ar livre, usar máscara. E queremos ter uma análise bem criteriosa para, quando tirar, tirar a máscara com muita confiança”, explicou.

Coronavírus

Até o momento, os dados acumulados do monitoramento da Covid-19 mostram que o Paraná soma 1.572.312 casos confirmados e 40.563 mortos pela doença.

Informações Banda B

Governador propõe reajuste de 3% para os servidores públicos em 2022

O governador Carlos Massa Ratinho Junior vai mandar um projeto de lei para a Assembleia Legislativa do Paraná propondo reajuste de 3% aos servidores públicos. A lei revê os termos da programação implementada em 2019 e interrompida em 2020 e 2021 em função da pandemia, como condição para o recebimento de verbas federais para a manutenção dos serviços básicos para a população. O texto tramitará em regime de urgência.

O reajuste leva em consideração o cenário econômico pós-pandemia. A fim de promover o pagamento do valor ainda em débito, fora editado a Lei n° 19.912, de 2019, porém, sobretudo em função da crise econômica, apenas a primeira parcela (2%) foi paga. Na época, o pagamento da reposição salarial, escalonado até 2022, seria de 2% em 2020 e 1,5% 2021 e 2022, com impacto global estimado em R$ 1,8 bilhão.

No entanto, com a pandemia e a lei federal (lei complementar 173/2020) que instituiu os repasses emergenciais aos estados com veto ao aumento da folha até dezembro de 2021, os pagamentos foram interrompidos. Agora, sem essa amarra, o Governo do Estado propõe a retomada dos pagamentos. Se aprovado, o reajuste será implementado em janeiro.

O impacto financeiro é estimado em R$ 786,3 milhões por ano – R$ 459 milhões em ativos e R$ 327 milhões em inativos. O Estado tem cerca de 150 mil servidores ativos e 133 mil inativos (aposentados e pensionistas).

“O Governo tem como meta manter as contas em equilíbrio, o que possibilita atrair investimentos que geram milhares de empregos e fazer investimentos públicos para melhorar a vida nos municípios. Também estamos batalhando para aumentar a arrecadação para sanar o déficit projetado para o Orçamento deste ano, ainda fortemente impactado pela pandemia. Enfrentamos nos últimos anos uma das maiores crises da nossa história e agora começamos a trabalhar com o planejamento de reajuste para os nossos servidores, que tanto se empenharam para manter os serviços públicos nos últimos anos”, afirmou o governador Ratinho Junior.

Segundo o projeto, o pagamento do índice restante de revisão geral anual previsto na Lei n° 18.493, de 24 de junho de 2015, dependerá do desempenho da arrecadação ao longo do exercício de 2022.