Cinema ao ar livre do Dia dos Namorados em Campo Largo

Em Campo Largo, região metropolitana de Curitiba, estão organizando um evento super legal para comemorar o Dia dos Namorados, que ainda está loooooooooooonge, no dia 12 de junho. É um cinema ao ar livre para os casais apaixonados que querem fazer um programa diferente nesta data tão especial.

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(Cinema ao ar livre em Paris/ Foto: revista.vogue.globo.com)

E para os solteiros que desejam muito ir a este evento, não se preocupem, vocês têm quase dois meses aí para arranjar sua alma gêmea! 😉

Mais informações sobre esta atração, confira no EVENTO criado no Facebook.

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SERVIÇO:

Cinema ao ar livre do Dia dos Namorados

Local: Negrão Eventos

Data: 12 de junho de 2016

Hora: 19h

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Conquista da IG para a bala de banana será celebrada, em Antonina

Antonina, no Litoral do Paraná, comemora, no próximo sábado (19), a conquista da Indicação Geográfica (IG) da Bala de Banana. O Instituto Nacional de Propriedade Industrial (INPI) concedeu o registro em 2020 na modalidade de Indicação de Procedência (IP) devido à importância do produto para a economia e o turismo da região. O evento será realizado no Teatro Municipal e tem como objetivo reconhecer os esforços dedicados à obtenção do reconhecimento.

A ação é resultado de parceria entre o Sebrae/PR, a Prefeitura de Antonina, a Associação dos Produtores de Bala de Banana de Antonina e Morretes (Aprobam) e o Fórum Origens Paraná.

Na cidade, os primeiros registros históricos das balas de banana são da década de 70. Seja da banana caturra ou nanica, a matéria-prima utilizada nos produtos é cultivada por cerca de 35 famílias de pequenos produtores da região. A consultora do Sebrae/PR, Aline Geani Barbosa dos Santos, explica que a celebração será realizada em 2022, devido às restrições impostas pela Covid-19.

“São quase dois anos desde o reconhecimento pelo INPI. Nesse período, notamos que a notoriedade do produto cresceu, o público está mais engajado e interessado, a comercialização está consolidada e isso tudo impulsiona os negócios locais e desenvolve a região”, explica Aline.

A cerimônia ainda deve contar com a presença de representante do INPI, para realizar a entrega simbólica do certificado da IG, e a homenagem a funcionários antigos das empresas produtoras de bala de banana, que contribuíram durante o processo com seus conhecimentos.

“A Bala de Banana de Antonina é uma tradição do nosso município. Há muitos anos, é o mimo mais aguardado por alguém que recebe a visita de um antoninense. A conquista da IG é o reconhecimento daquilo que por costume se consagrou e, além de formalizar o que é notório, permite a ampliação tanto de seu prestígio e renome quanto da nossa cidade”, afirma o prefeito de Antonina, José Paulo Vieira Azim.

Indústria local

As empresas Bananina – Bala de Banana e Bala de Banana Antonina são as responsáveis pela produção dos itens certificados. Comandada pela empreendedora Maristela Mendes, a Bananina foi criada em 1973 e, atualmente, possui produção mensal de cinco toneladas de bala de banana, o equivalente a 750.000 balas. Ainda são produzidos outros doces, com e sem açúcar, feitos a partir da fruta e suvenires com desenhos exclusivos da marca e o selo da IG, como canecas, ecobags, bonés, copos, chaveiros e lápis.

A empresa Bananina foi criada em 1973. Crédito: divulgação. 

“A partir da IG, o produto passa a ser valorizado, conta a trajetória de gerações de famílias e do povo local. Não estamos vendendo uma bala de banana, nós estamos vendendo um item com forte viés histórico por trás dele”, comenta Maristela.

A empreendedora lembra que, até alcançar o reconhecimento, em 29 de dezembro de 2020, foi necessário levantar diversos dados, informações e adequar processos. Hoje, a empresa possui 15 funcionários e conta com três fornecedores. Cada um deles possui por volta de 30 famílias que cultivam a fruta. A utilização de matéria-prima local garante venda certa aos produtores.

“Para nós, a IG é um prêmio de todo nosso esforço, mas também do sonho que os nossos pais tinham. Eles sequer poderiam imaginar que aquilo que era o sustento da família passou a ser produto reconhecido que movimenta toda uma cadeia da região”, completa Maristela.

A Bala de Banana Antonina é a outra empresa da região que possui a certificação. A empresária Rafaela Takasaki Correa aponta que são produzidos 800 quilos de produtos à base de banana diariamente, como as tradicionais balas e a barrinha, que foi lançada no início de 2022 e é equivalente a cinco balas.

A família de Rafaela Takasa Correa criou, há 40 anos, uma fábrica que leva o mesmo nome da cidade paranaense: Antonina.  Foto: Rodolfo Buhrer/ASN

“A conquista do selo de IG traz reconhecimento e dá ainda mais credibilidade para a marca. Por conta disso, estamos produzindo outros itens, como caixas destinadas para as balas, aventais, camisetas e canecas”, diz Rafaela.

A empresa conta com 16 funcionários diretos e oito indiretos. Anualmente, entre 30 e 50 famílias são responsáveis pela origem da matéria-prima utilizada.

“Nesse período após a conquista do reconhecimento, é possível notar que novas oportunidades de mercado se abriram. Foi possível ter uma visibilidade maior e ter notoriedade do produto ofertado. Não apenas da empresa, a conquista promove o desenvolvimento local”, finaliza a empreendedora.

A celebração da Indicação Geográfica da Bala de Banana de Antonina será realizada no sábado (19), a partir das 18h30, no Teatro Municipal.

Posso publicar fotos do trabalho nas redes? Advogado explica que tipo de post pode te dar dor de cabeça

Quem não tem alguma insatisfação com o trabalho que atire a primeira pedra. Um chefe autoritário, um colega inconveniente, um horário de trabalho insalubre. Incômodo com o próprio emprego é normal, mas a era das redes sociais tem tornado relativamente comum que essa queixa extrapole a intimidade e ganhe as redes sociais. Quando isso acontece, a consequência pode ser um processo na Justiça. Levantamento do Data Lawyer Insights revelou que, em todo Brasil, há 157 processos sobre o assunto em tramitação.

O número segue tendência de alta. No primeiro semestre deste ano, 42 processos deram entrada no Judiciário. No ano passado foram 29. “O crescimento deste tipo de ação na Justiça serve de alerta para empresas e trabalhadores. No limite, o uso indevido das redes sociais pode levar à demissão por justa causa e até processos criminais e indenizatórios. As empresas precisam ter normas claras para evitar que os colaboradores violem as leis sofram uma punição drástica”, acredita o advogado especialista em Direito do Trabalho Fernando Kede, do escritório Schwartz e Kede.

O especialista orienta que o trabalhador evite fazer fotos e vídeos dentro do local de trabalho para preservar segredos industriais e também para não violar o direito de imagem dos colegas. “Decisões sobre casos recentes, como o da colaboradora que postou uma dancinha no TikTok ao lado das testemunhas de um processo que ela movia contra o empregador, e do rapaz que gravou um vídeo dentro de uma empresa de Goiás caluniando um colega, mostram que a Justiça vem confirmando demissões por justa causa e determinando o pagamento de indenizações a colaboradores que manchem a imagem da empresa onde trabalham nas redes sociais. Por isso, é preciso adotar uma série de cuidados”, afirma Kede.

Normas claras

O advogado afirma que as empresas devem elaborar regras claras e objetivas sobre o que é permitido e vetado. “O melhor caminho é definir as normas de conduta dentro da empresa, incluindo as redes sociais, que acabam sendo uma extensão do cotidiano das pessoas. Coisas aparentemente inofensivas, como registrar um trabalho que o colaborador executou e postar no Linkedin, por exemplo, pode ferir cláusulas de segredo industrial e dar margem a uma concorrência desleal”, observa Kede.

Por isso a empresa precisa informar todos os colaboradores sobre essas normas e deixar claro quais são as possíveis punições em caso de desobediência. “Todo colaborador deve ter acesso ao regimento interno e é preciso fazer palestras para explicar os motivos dessas normas, bem como as implicações legais que a quebra delas pode representar”, diz o advogado.

O especialista em Direito do Trabalho explica que as punições variam de acordo com o teor das postagens. “O funcionário pode ser advertido, suspenso e até sofrer uma demissão por justa causa, tudo depende do ato praticado. O ideal é que todas as punições estejam expressas no regimento interno”, ensina.

Caso extremo

A demissão por justa causa é a punição mais severa estabelecida na Consolidação das Leis do Trabalho (CLT). “Se ela for aplicada, o trabalhador perde todos os direitos de rescisão, recebendo apenas saldo de salários e férias vencidas, com acréscimo do terço constitucional. É uma medida drástica, que tira do empregado o direito ao aviso prévio, 13º salário, multa do FGTS e seguro-desemprego”, complementa.

Difamação virtual

O advogado explica que todas as leis que funcionam no mundo real podem ser aplicadas para ofensas e atos praticados por meio da internet. “Então se a pessoa usar as redes sociais para difamar alguém, ela pode ser processada por difamação e até ser condenada a pagar uma indenização ao empregador. Além disso, um crime cometido pela internet pode ter a pena agravada pelo amplo alcance das redes sociais. Todo cuidado é pouco e o bom senso deve prevalecer”, orienta.