Cinco dicas para maximizar a economia na Black Friday

Todo mundo adora um bom negócio. A ideia de economizar enquanto consegue algo que realmente quer tem apelo em massa. No entanto, a Black Friday, o dia de compras mais movimentado do ano, pode não ser tudo o que parece por duas razões: primeiro, porque às vezes o que as pessoas querem não é algo que elas realmente precisam; em segundo lugar, porque o número de ofertas disponíveis tende a deixar os consumidores se sentindo sobrecarregados e mais propensos a fazer compras por impulso. Ou seja, são decisões menos racionais e sem um senso claro de prioridade. É por isso que 42% dos consumidores lamentam as compras da Black Friday, sendo os eletrônicos as compras mais lamentadas. 

Apesar disso, neste ano, a maioria dos brasileiros (71%) pretende comprar na Black Friday, segundo pesquisa do Google e do Instituto Ipsos. Um crescimento de 16 pontos percentuais em relação ao ano passado. Os motivos apontados são a proximidade da Copa do Mundo e o maior otimismo depois de duas Black Fridays sob a pandemia. 

Para ajudar a fazer escolhas e investimentos que tragam retorno no curto, médio e longo prazo, a Emma Colchões compartilha as cinco regras de ouro para maximizar a economia na Black Friday e comprar o que realmente importa. 

  1. Faça uma lista

Estudos mostram que 58% das compras da Black Friday são feitas por impulso. Desafie isso escrevendo o que realmente precisa, perguntando a si mesmo se ainda precisaria comprar esse item específico caso a Black Friday não acontecesse. Para isso, certifique-se de responder às seguintes perguntas: 

  • Como isso vai melhorar minha vida?
  • Por quanto tempo?
  • Quem se beneficia disso?

Apesar da Black Friday ser famosa por seus descontos, dados de 2021 da Emma Colchões mostram que o valor gasto por cliente realmente aumenta durante o período de vendas da Black Friday porque as pessoas compram mais pacotes e/ou kits de produtos em comparação com o resto do ano. 

  1. Crie um orçamento

Calcule o orçamento disponível e estabeleça um limite de quanto pode gastar. Essa estratégia ajudará você a priorizar suas escolhas e evitar que a Black Friday se torne um momento de excessos. E se surgir uma oportunidade que não estava prevista? Mais uma vez, faça a si mesmo as perguntas: 

  • Preciso disso?
  • Vou usá-lo regularmente?

Se as respostas forem positivas, e você mantiver seu orçamento, a possibilidade de se arrepender da compra inesperada é menor. 

  1. Compre online

Fazer compras em lojas físicas pode aumentar a probabilidade de gastar por impulso. A agitação pode diminuir a paciência e capacidade de analisara compra racionalmente. Além de ser mais difícil e demorado comparar preços. Sem contar que os vendedores também podem influenciar no momento da compra.  

  1. Dê-se tempo

A Black Friday pode fazer você acreditar que tem um tempo limitado para realizar a compra e que se não for o primeiro perderá a chance. Essa pressão artificial leva a escolhas desnecessárias e precipitadas. Apesar das pessoas concentrarem suas compras na Black Friday, a maioria das marcas tem os mesmos descontos por períodos muito mais longos, incluindo as semanas antes e depois. 

De acordo com os dados de 2021 da Emma Colchões, a Black Friday é quando o maior pico acontece, seguido de perto até o domingo seguinte, com mais que o dobro de compras que a média para o resto do período de desconto. O horário mais popular para fazer pedidos é entre 20:00 e 21:00. O horário menos popular é entre 2 e 4 da manhã. Pense sobre isso, permita-se tempo para avaliar as circunstâncias e comprar quando você tiver certeza de sua decisão. 

  1. Pense na vida útil do produto

As 10 principais categorias de produtos comprados em todo o mundo durante a Black Friday são roupas, dispositivos eletrônicos, calçados, cosméticos e perfumes, eletrodomésticos, presentes, produtos infantis, livros, acessórios esportivos e lingerie. Ou seja, em sua maioria, produtos não essenciais e de curta duração. Para trazer satisfação à sua Black Friday, pense em comprar um produto com maior tempo de vida, algo que impactará positivamente o seu dia a dia pelo maior tempo possível. Dessa forma, será mais fácil pensar na Black Friday como um tempo para economizar em vez de gastar. 

Sobre a Emma – The Sleep Company  

Fundada em 2015, na Alemanha, e presente em mais de 33 países, a Emma – The Sleep Company é a marca líder mundial de sono D2C (direct to consumer). A sleeptech, famosa pelos colchões na caixa, chegou ao Brasil em 2019 para revolucionar o mercado do sono ao proporcionar uma experiência de compra única com 100 dias de teste, entrega e devolução gratuita e colchões com 10 anos de garantia. Com a missão de proporcionar a melhor noite de sono aos brasileiros, a Emma Colchões traz produtos com as melhores tecnologias, qualidade e conforto ao melhor custo-benefício. Todos os produtos da Emma são desenvolvidos por especialistas e pesquisadores da indústria do sono, somando mais de 4 milhões de colchões vendidos mundialmente.  

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O que não fazer para desentupir tubulação de casa?

Desentupir uma pia, ralo, descarga ou qualquer tubulação de maneira incorreta pode trazer inúmeros problemas. Agravamento da situação, perfuração dos canos, danos estruturais e contaminação são alguns exemplos. É preciso ter atenção para identificar quando a obstrução pode ser resolvida pelo próprio morador e quando é necessário chamar um serviço especializado em empresa desentupidora.

O descarte incorreto de lixo e gordura na rede de esgoto é a principal causa de entupimentos dessa área. Segundo a Prefeitura de Bauru (SP), em 2021 a divisão técnica do Departamento de Água e Esgoto atendeu a mais de 3,7 mil ocorrências de desobstrução da rede. Mais de 2 mil foram de vazamentos ou entupimentos em caixas de inspeção; mais de 1 mil em poços de visita e 575 casos de retornos de esgoto para dentro das residências. 

Em uma escala macro da sociedade, o descarte irregular de lixo também entope bueiros e agrava enchentes nas cidades, com proporções ainda maiores em capitais. Conforme a Prefeitura de São Paulo (SP), o batalhão de limpeza, que percorre as ruas e avenidas recolhendo resíduos, em 2020 retirou 10 mil toneladas de detritos nas bocas de lobo e bueiros na cidade. 

Já a prefeitura de Belo Horizonte declarou que, no ano em questão, gastou R$ 6 milhões com ações de limpeza da rede, que foram realizadas para recolher somente água da chuva. O descarte incorreto de lixo provocou o entupimento de 44 quilômetros de tubulação.

É preciso conscientização

Além de causar impacto significativo ao meio ambiente, o descarte incorreto traz problemas para os próprios moradores, aumenta o custo das manutenções e prejudica o funcionamento das estações de tratamento de esgoto, impactando no dia a dia da população.

Conforme a Companhia Catarinense de Águas e Saneamento (Casan), o funcionamento adequado da rede de esgoto está ligado diretamente à conscientização das pessoas sobre o seu uso. O descarte de lixo traz problemas sérios para as cidades, pois a rede passa a não funcionar de maneira adequada e o esgoto acaba voltando para casas e ruas.

Algumas orientações de diversos órgãos ligados ao cuidado com saneamento e tubulações incluem não descartar lixo — como papel, plásticos, cabelos, camisinhas e cotonetes — no vaso sanitário e, para que o material sólido não seja levado para o sistema de esgoto, manter ralos de pia, chuveiro e tanque limpos. 

Além disso, recomenda-se não despejar óleo de fritura na pia, já que a gordura fica sólida quando esfria, obstruindo a rede de coleta; recolher o resto de óleo de cozinha em recipientes descartáveis e entregá-los em pontos de coleta para reciclagem e verificar periodicamente a caixa de gordura, providenciando a limpeza quando houver excesso de material incrustado. 

Atenção ao desentupir tubulações em casa

Em casos de entupimento de canos de esgoto, o ideal é contratar uma companhia especializada neste serviço. Além dos riscos de sofrer um acidente, gastar tempo e dinheiro à toa e danificar o encanamento, o indivíduo pode se contaminar com vírus e bactérias causadoras de doenças. 

Um profissional treinado entende como lidar com o problema, tem as ferramentas adequadas e usa todos os equipamentos de segurança necessários.

Vale lembrar que canos e tubulações são desenhados para resistir a ação do tempo e de certos produtos, contudo não são tão resistentes à ação humana. Dessa forma, podem quebrar facilmente quando forçados ou batidos.

Ao se deparar com um entupimento, o morador não deve inserir cabos de vassoura ou outros objetos rígidos, que podem rachar e quebrar os canos — problema que exige muito mais trabalho e recursos para consertar.

Também não se deve jogar produtos químicos na tubulação, pois tudo que é despejado no sistema de esgoto vai parar na estação de tratamento. Isso pode prejudicar a qualidade da água e causar danos ao meio ambiente, além de danificar os próprios canos.

Embora seja uma dica comum, o uso de soda cáustica para resolver obstruções no encanamento precisa ser evitado. Forte, a substância pode causar queimaduras nas mãos e nos olhos quando manuseada incorretamente. 

O produto também piora o problema de entupimento em si caso ocorra o efeito de saponificação, obstruindo ainda mais os canos e caixas de coleta.

Dicas para desentupir os canos

Além de evitar o despejo de resíduos na tubulação, a cada 15 dias o morador pode despejar um pouco de água fervente nos canos para derreter gorduras acumuladas. De acordo com sites especializados, esse procedimento pode diminuir o tempo entre um entupimento e outro.

Utilizar uma mistura de bicarbonato e vinagre também ajuda no processo de desobstrução. A mistura causa uma efervescência capaz de desgrudar placas de gordura e outros dejetos que possam entupir o encanamento.

Desentupidores também são indicados quando o morador precisa desobstruir um cano por conta própria. Práticas e fáceis de encontrar, essas ferramentas podem resolver entupimentos simples sem causar danos à tubulação e peças adjacentes. 

Caso haja dúvidas ou ocorrências mais graves de obstrução, é preciso chamar empresas de serviço especializado para evitar riscos e prejuízos maiores. 

Pesquisa aponta que 60% dos mortos no trânsito são idosos

A Fundación MAPFRE divulga os dados de uma pesquisa inédita no Brasil sobre segurança viária e hábitos de deslocamento de pessoas idosas. Com o apoio técnico dos pesquisadores do CEBRAP (Centro Brasileiro de Análise e Planejamento), o estudo Adeus às chaves: perfil, segurança e o momento da transição traz informações sobre os modos de transporte relacionados às questões sociais.

Cerca de 5% a 13% das pessoas entre 60 e 70 anos apresentam uma diminuição expressiva da massa muscular. Já naqueles com 80 anos ou mais, a prevalência varia entre 11% e 50%. Essas perdas, então, podem acarretar numa diminuição da funcionalidade do indivíduo, aumentando o risco de acidentes e ocorrências no trânsito. “O ato de dirigir, para as pessoas idosas, é sinônimo de autonomia e independência para realizar atividades do dia a dia, como se locomover até o trabalho, ter momentos de lazer, autocuidado e saúde. Contudo, com o processo natural de envelhecimento, podem ocorrer perdas sensoriais e cognitivas importantes, que influenciam na capacidade do indivíduo idoso para dirigir”, afirma Fátima Lima, representante da Fundación MAPFRE no Brasil.

A pesquisa levantou dados das cidades de São Paulo, Salvador, Rio de Janeiro, Recife e Porto Alegre, mostrando que mais de 70% dos idosos saíam de casa mais de três vezes por semana antes da pandemia e depois essa porcentagem cai para menos de 30%. Quando questionados sobre sair ou não de casa, praticamente todos os respondentes afirmaram ter o hábito de sair de casa antes da pandemia. Porém, no momento da pesquisa, mais de 10% afirmaram não sair mais de casa.

A capital baiana se destaca na pesquisa por ser a cidade com menor percentual de idosos que relataram sair de casa mais de três vezes por semana, apenas 16% durante a pandemia. Além disso, neste momento, 25% dos idosos de Salvador afirmam não saírem de casa.

Enquanto as ocorrências sem colisão ficam em menos de 10% entre os não idosos, entre as pessoas idosas essa proporção chega a 15%. Essas ocorrências são, principalmente, formadas por situações pessoais nas quais o indivíduo pode ter tido algum mal súbito, mas também por situações de queda em decorrência de infraestrutura ruim ou má sinalização.

Quando olhamos para os motivos de sair de casa, o trabalho era um dos motivos que mais aparecia para sair com frequência (mais de três vezes por semana) antes da pandemia, chegando a mais de 50% em algumas capitais como São Paulo, Recife e Porto Alegre. Com a pandemia, no momento da pesquisa, o mais comum se tornou não sair de casa para trabalhar, chegando a 73% as pessoas idosas que não saem de casa por esse motivo em Salvador. Vale ressaltar que tanto os idosos quanto os demais grupos da sociedade brasileira costumam trabalhar em empregos informais, que foram mais atingidos pela crise sanitária.

Como se movem para atividades de lazer?

Visitar parentes e amigos antes da pandemia era relativamente comum entre as pessoas idosas. Mais de 50% dos idosos em todas as cidades saíam para visitar parentes e amigos até três vezes por semana. Com a pandemia, 71% dos idosos em Salvador já não saem por esse motivo e 45% em Recife. Isso tem impacto tanto nos deslocamentos nas cidades quanto na sociabilidade e na rede de apoio das pessoas idosas, que ficam mais distantes dos familiares e amigos.

Já quando observamos os modos de transporte utilizados pelas pessoas idosas pelo menos uma vez por semana, o ônibus foi o que teve maior queda, chegando a ser utilizado por apenas 24% dos idosos em Porto Alegre. O uso de automóveis particulares e motos praticamente se manteve em todas as capitais analisadas.

Uso de taxi e aplicativos

O uso de taxi e aplicativos teve queda mais acentuada no Rio de Janeiro, passando de 45% para 23% das menções entre as pessoas idosas. Já a caminhada de pelo menos 500 metros, que já era mais mencionada pelas pessoas idosas, praticamente se manteve em todas as capitais. Se considerarmos que os idosos passaram a sair menos de casa, manter em porcentagens das caminhadas indica que esse hábito realmente continua sendo muito importante no dia a dia desta população.

A sensação de insegurança, como o medo de ser assaltado por exemplo, é um fator relevante na decisão dos idosos entre sair ou não de casa. Em todas as capitais, a quantidade de idosos que se sentem inseguros é alta. Em Recife, 64% dos entrevistados se diziam sempre ou quase sempre inseguros no momento da pesquisa. Em Salvador, quase metade dos idosos (47%) temem sair de casa, porcentual muito parecido com Rio de Janeiro (44%) e São Paulo (41%). A capital com menor número de idosos que relataram ter medo de sair de casa é Porto Alegre, com 34%.

 Mobilidade por gênero

As mulheres são minoria entre os habilitados a dirigir automóveis em todas as faixas etárias, mas conforme envelhecem, essa diferença vai ficando ainda mais acentuada, aponta pesquisa da Fundación MAPFRE em parceira com o CEBRAP. Entre os 31 e os 50 anos, elas são 44%. Depois disso, a proporção cai até 13% para 91 anos ou mais. Isso mostra uma contradição que merece detalhamento. As mulheres têm maior expectativa de vida e são maioria no topo da pirâmide etária brasileira, entretanto, a atividade de condução de automóveis esteve mais ligada historicamente aos homens e, por mais que isso mude em conjunto com outras variáveis ao longo dos anos nas questões de gênero, este momento da decisão sobre habilitação foi realizado décadas atrás, quando dirigir automóveis era uma atividade ainda mais masculina do que hoje.

Para ter acesso a pesquisa completa, acesse o link do site da Fundación MAPFRE:

https://documentacion.fundacionmapfre.org/documentacion/publico/pt/bib/180674.do?queryId=19232