Bruno Guimarães, do Lyon, é convocado para vaga de Casemiro

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O carioca Bruno Guimarães, de 22 anos, que jogo no Lyon (França) é o mais novo convocado de Tite para a seleção brasileira que entra em campo na próxima sexta-feira (13) contra a Venezuela pela segunda rodada das Eliminatórias Sul-Americanas da Copa do Mundo do Catar 2022.  O meia-campista vai Casemiro, do Real Madrid, que hoje testou positivo para o novo coronavírus (covid-19) e terá de cumprir quarentena.  ncio foi feito na tarde deste sábado (7). O anuncio da convocação foi feito por meio de nota oficial da Confederação Brasileira de Futebol (CBF), horas depois de o Real Madrid confirmar a contaminação por covid-19 do brasileiro Casemiro e do belga Hazard.

O jogador do Lyon estava na lista de suplentes de treinador Tite. Bruno Guimarães fora relacionado pelo técnico André Jardine da seleção olímpica, que disputará este mês dois jogos preparatórios na data Fifa.

Os 24 convocados já se apresentam na próxima segunda-feira (9) para iniciar a preparação física na Granja Comary, em Teresópolis (RJ).  O Brasil enfrenta a Venezuela na sexta (13), no Estádio do Morumbi, na capital paulista, e quatro dias depois duela com o Uruguai, no Estádio Centenário, em Montevidéu. 

Com o corte de Casemiro neste sábado (8), chega a cinco o número de jogadores cortados da lista original de convocados, anunciada no último dia 23. Já deixaram o elenco Philippe Coutinho, do Barcelona (Espanha), Fabinho, do Liverpool (Inglaterra), e Rodrigo Caio, do Flamengo, os três lesionados, além de Éder Militão, do Real Madrid, diagnosticado com covid-19.

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WhatsApp libera função para mensagens desaparecerem automaticamente

O WhatsApp liberou nesta segunda-feira (6) uma função para que mensagens desapareçam de conversas de modo automático.

Mark Zuckerberg, presidente da Meta (dona de WhatsApp, Facebook e Instagram), disse em seu perfil que “nem todas as mensagens precisam durar para sempre”.

Usuários do aplicativo poderão definir que mensagens desapareçam de conversas, por padrão, após 24 horas, sete dias ou 90 dias.

A configuração vale para mensagens de novas conversas –conteúdos enviados ou recebidos antes dessa ativação, portanto, não serão afetados.

Em uma conversa individual, os dois usuários podem ativar ou desativas mensagens temporárias. Em grupos, qualquer pessoa pode fazê-lo. Os administradores, porém, podem permitir que apenas eles definam mensagens como temporárias no grupo.

Segundo a empresa, os conteúdos desaparecem conforme a definição mesmo que o usuário não abra o WhatsApp nesse período.

“Se uma mensagem temporária for encaminhada para uma conversa em que esse recurso está desativado, ela não desaparecerá dessa conversa. Se um usuário fizer backup antes de uma mensagem desaparecer, essa mensagem temporária será incluída no backup. Contudo, a mensagem temporária será apagada quando o usuário restaurar o backup”, explicou o WhatsApp em nota.

A recomendação é que esse recurso seja ativado apenas em conversas de confiança porque o interlocutor consegue tirar uma captura de tela ou fotografar qualquer mensagem antes que ela suma.

Nem todos os aparelhos já estão com o recurso disponível.

Para ativar essa função, tanto no iPhone como no Android, é preciso tocar na área de configurações, depois em conta, em privacidade e em duração padrão, selecionando o período desejado.

O Instagram também já permite mensagens temporárias, mas não por padrão.

Telegram e Signal, concorrentes do WhatsApp, já disponibilizam há tempos essa opção, uma camada extra de privacidade a quem não deseja armazenar mensagens. Entre os mensageiros, o Signal é o mais protetivo, pois não permite captura de tela.

Barroso pede manifestação do governo sobre passaporte da vacina

O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Luís Barroso concedeu nesta segunda-feira (6) prazo de 48 horas para que o governo federal se manifeste sobre uma ação judicial que pede a obrigatoriedade de quarentena e comprovação de vacinação contra a covid-19 para quem entra no país.

A ação, protocolada pela Rede Sustentabilidade, chegou ao Supremo no dia 26 de novembro e foi distribuída para o ministro, que é o relator do caso. A legenda pretende tornar obrigatória a adoção de recomendações feitas pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).

“Determino a oitiva das autoridades das quais emanou a Portaria nº 658/2021, no prazo de 48 (quarenta e oito) horas, tendo em vista a aproximação do recesso. Transcorrido o prazo, os autos devem retornar à conclusão, para apreciação das cautelares”, despachou Barroso.

De acordo com a Anvisa, a política brasileira para fronteiras deveria ser revista, com o estabelecimento da cobrança de prova de vacinação para turistas e outros viajantes que desejam entrar no país de avião ou por via terrestre, em combinação com protocolos de testagem.