Brasil vai buscar 2 milhões de doses de vacina na Índia

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Uma missão coordenada pelo Ministério da Saúde vai até a Índia para buscar dois milhões de doses da vacina contra a covid-19 desenvolvida pelo consórcio da farmacêutica britânica AstraZeneca e da Universidade de Oxford. O lote foi fabricado pelo laboratório indiano Serum.

A missão sai amanhã (14) em um avião que parte da cidade do Recife e fará uma viagem de 15 horas de duração até a cidade indiana de Mumbai. A aeronave deve retornar ao Brasil no sábado (16). A chegada será no Aeroporto do Galeão, no Rio de Janeiro.

Segundo o Ministério da Saúde, os documentos de importação já estão prontos. O procedimento compreenderá apenas a chegada ao país e o carregamento das doses. A carga está estimada em 15 toneladas.

A distribuição da vacina, contudo, só poderá ocorrer após a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) dar a autorização em caráter emergencial. O órgão avalia o pedido feito pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), que firmou parceria com a AstraZeneca e a Universidade de Oxford.

A Anvisa informou que a reunião para tomada da decisão sobre a concessão ou não da autorização em caráter emergencial está prevista para este domingo (17). A agência também decidirá sobre a solicitação feita pelo Instituto Butantan.

Caso a Anvisa dê a autorização, a previsão do Ministério da Saúde é que em até cinco dias as vacinas sejam distribuídas aos estados. Para além das duas milhões de doses da vacina da AstraZeneca, o governo informou que estariam disponíveis também, caso a Anvisa permita, mais seis milhões de doses da vacina CoronaVac, do Instituto Butantan em parceria com a farmacêutica chinesa Sinovac.

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38 mil paranaenses perderam a vida em decorrência da Covid-19

A Secretaria de Estado da Saúde divulgou nesta quinta-feira (16) mais 2.112 casos confirmados e 70 mortes — referentes aos meses ou semanas anteriores e não representam a notificação das últimas 24 horas — em decorrência da infecção causada pelo novo coronavírus.

Os dados acumulados do monitoramento da Covid-19 mostram que o Paraná soma 1.478.428 casos confirmados e 38.050 mortos pela doença.

Os casos confirmados divulgados nesta data são de setembro (1.758), agosto (177), julho (15), junho (119), maio (39) e abril (2), março (1) e janeiro (1) de 2021.

Internados

789 pacientes com diagnóstico confirmado de Covid-19 estão internados. São 563 pacientes em leitos SUS (340 em UTI e 223 em leitos clínicos/enfermaria) e 226 em leitos da rede particular (130 em UTI e 96 em leitos clínicos/enfermaria).

Há outros 1.456 pacientes internados, 746 em leitos UTI e 710 em enfermaria, que aguardam resultados de exames. Eles estão em leitos da rede pública e particular e são considerados casos suspeitos de infecção pelo Sars-CoV-2.

Mortes

A Sesa informa a morte de mais 60 pacientes. São 25 mulheres e 45 homens, com idades que variam de 27 a 96 anos. Os óbitos ocorreram entre 20 de maio a 16 de setembro de 2021.

Os pacientes que foram a óbito residiam em: Curitiba (24), Londrina (5), Ponta Grossa (4), Cascavel (4), Marechal Cândido Rondon (3), Três Barras do Paraná (2), Toledo (2), São José dos Pinhais (2), Rolândia (2) e Guarapuava (2), Araucária (2).

A Sesa registra ainda a morte de uma pessoa que residia em cada um dos seguintes municípios: Santa Tereza do Oeste, Piraí do Sul, Pinhais, Pato Branco, Paranavaí, Palotina, Ortigueira, Matinhos, Maringá, Mamborê, Ivaí, Colombo, Carlópolis, Capanema, Campo Largo, Campina Grande do Sul, Cambé e Apucarana.

O monitoramento da Sesa registra 6.237 casos de residentes de fora do Estado, 218 pessoas foram a óbito.

É improvável que Curitiba abra mão da máscara em 2021, diz Márcia Huçulak

Mesmo com a melhora nos indicadores da pandemia, a secretária municipal da Saúde de Curitiba, Márcia Huçulak, não acredita que a cidade possa abrir mão do uso da máscara em 2021. Em entrevista concedida à Banda B nesta quinta-feira (16), ela lembrou que nenhuma vacina é 100% eficaz, então as medidas não farmacológicas seguem sendo importantes instrumentos para evitar a propagação da doença.

“Uso da máscara é essencial. O vírus está circulando e, mesmo os vacinados têm possibilidade de adquirir a doença. Nenhuma vacina no mundo é 100% eficaz, então vacinados podem ter quadros graves e óbitos. O distanciamento, o uso do álcool em gel, a ventilação dos ambientes e uso da máscara se mantêm e não acreditamos que iremos liberar [a máscara] tão cedo, pelo menos neste ano”, disse a secretária.

A Secretaria Municipal da Saúde (SMS) de Curitiba imunizou, até quarta-feira (15), 1.397.902 pessoas com a primeira dose da vacina anticovid ou com o imunizante de dose única (Janssen). Ao todo, 96,1% da população com mais de 18 anos já recebeu ao menos uma dose e 53,9% com as duas doses ou a vacina de dose única.

Melhora nos indicadores

Nesta quarta-feira (15), Curitiba decidiu manter bandeira amarela de alerta contra a Covid-19. Após dez semanas consecutivas, a administração municipal passou a liberar eventos corporativos com mais de 300 pessoas, desde que seja observada a ocupação de até 50% do previsto para o local, com acesso restrito de pessoas com teste negativo PCR ou de antígeno para covid-19 realizado até 48 horas antes da data do início do evento e condicionado ao cumprimento de protocolo específico da Secretaria Municipal da Saúde.

O Painel Covid-19 mostra uma queda de 40,2% na média móvel de casos confirmados da última semana, comparada com 14 dias anteriores; uma queda de 20,1% das pessoas na fase ativa da doença na comparação com o mesmo período; e uma redução de 27,7% em comparação ao mesmo período na média móvel semanal de óbitos.

Segundo Huçulak, todos na secretaria estão bem felizes com os indicadores, mas ainda é necessário cuidado. “As perspectivas parecem boas, mas a gente alerta que a pandemia ainda não acabou. Embora tenhamos flexibilizado algumas coisas, é importante manter os cuidados”, concluiu.

Informações Banda B