Bar de Curitiba promove Festival do Quentão & Pinhão

Bar de Curitiba oferece as delícias tradicionais do Sul do Brasil para esquentar os curitibanos nos dias gelados

As temperaturas despencaram em Curitiba, e nada melhor que uma receita deliciosa e tradicional para aquecer o corpo. Uma ótima opção para quem quer curtir a vida saboreando o melhor da gastronomia regional com muito conforto em um ambiente seguro, aconchegante e descontraído é o Bar Quermesse. Além de ser extremamente acolhedor, o empreendimento acaba de lançar mais uma edição do incrível Festival do Quentão & Pinhão, que acontece entre os dias 28 de abril e 08 de maio, perfeito para os dias mais gelados do ano.

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Conhecido nacionalmente pelo cardápio que oferece tradicionais comidinhas de boteco e culinária caseira, o Bar Quermesse vai servir durante o período porções de pinhão com bacon (R$ 25) e para acompanhar, o cliente pode escolher entre cinco opções de quentão: Marshmallow, Gemada, Limão caipira e cravo, Canela e Gengibre. Todos os sabores da deliciosa bebida custam R$ 10 cada.

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“O Bar Quermesse é uma grande junção de ótimas experiências, indo dos sabores aos ambientes inesquecíveis que frequentamos durante a vida. Quem não tem lembranças daquela ótima comida caseira servida no aconchego do lar, saboreada com parentes e amigos? E quando falamos de quentão e pinhão, esses momentos especiais ficam ainda mais presentes. Além de deliciosos, os preparos têm a cara do Inverno e, principalmente, daqueles encontros inesquecíveis com quem gostamos”, comenta José Araujo Neto.

Vale lembrar que o empreendimento segue todas as recomendações dos órgãos responsáveis com relação aos cuidados com a COVID-19 para oferecer o melhor em comidinhas de boteco com conforto, responsabilidade e segurança.

O Bar Quermesse fica na Rua Carlos Pioli, (nº 513), no bairro Bom Retiro. O Festival do Quentão & Pinhão acontece entre os dias 28 de abril e 08 de maio. A casa funciona de terça a quinta, das 17h às 01h, nas sextas, das 17h às 23h, e aos sábados, das 12h às 23h. Mais informações no perfil oficial do empreendimento no Instagram (@barquermesse) ou pelo telefone (41) 3026-6676.

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Produtores familiares desenvolve pinhão processado e embalado a vácuo

A Cooperativa dos Produtores Familiares do Vale (Provale), de Rio Branco do Sul, na Região Metropolitana de Curitiba, com o apoio do Instituto de Desenvolvimento Rural do Paraná-Iapar-Emater (IDR-Paraná), prepara um novo produto para comercialização. Trata-se do pinhão descascado, pré-cozido e embalado a vácuo.

Criada em 2016, a Provale reúne 100 produtores familiares e atua com comércio atacadista de matérias-primas agrícolas. A cooperativa já realizou os primeiros testes de processamento para a comercialização do pinhão. O produto é uma novidade para quem aprecia essa semente típica do Sul do Brasil e que pode ser consumida de diversas formas, cozida, assada ou como ingrediente para outros preparativos.

Foto: AEN PR

A colheita e a comercialização do pinhão são liberadas apenas entre abril e julho de cada ano. A lei foi criada para garantir que a semente não seja colhida ainda verde. Mas há quem goste de consumir o pinhão durante todo o ano, pois é um alimento que combina também com os meses de temperaturas mais elevadas. O novo processo permite que o pinhão permaneça armazenado por um período maior e que possa ser consumido até mesmo durante os meses mais quentes.

O produtor ganha tempo para comercializar o seu produto e o consumidor pode adquirir o pinhão durante o ano todo. De acordo com Avner Paes Gomes, engenheiro florestal do IDR-Paraná, a intenção do projeto não é competir com o mercado do pinhão in natura, mas sim garantir que o produto esteja disponível na versão a vácuo depois do período de safra.

O pinhão é uma semente da araucária, árvore símbolo do Paraná que contribuiu de forma expressiva para o desenvolvimento do Estado em função da qualidade de sua madeira. E foi justamente a comercialização excessiva da madeira que fez com que a árvore entrasse em perigo de extinção.

Foto: AEN PR

O projeto para comercializar o pinhão processado deve colaborar, também, com a conservação da araucária. “A ideia é incentivar, não só a conservação das araucárias existentes, como também o cultivo de pomares para produção e comercialização de pinhão e assim aumentar o número de araucárias no Paraná”, explica Avner.

MAIS TESTES

O pinhão na embalagem a vácuo ainda não pode ser encontrado nos mercados porque primeiro é necessário que outros testes sejam finalizados. Os próximos passos são os testes microbiológicos para analisar a contaminação do produto após ser processado e os testes de paladar para avaliar se há alteração no sabor e na textura após determinados períodos de armazenamento.

Estas análises serão realizadas em parceria com a Embrapa Florestas. De acordo com o Avner Gomes, a previsão é de que os próximos testes comecem já no final desta safra, ou seja, no início de agosto.

ATENDIMENTO

O IDR-Paraná atende diretamente cerca de 300 produtores de pinhão com 100 mil mudas enxertadas plantadas nas propriedades rurais. O instituto trabalha na organização da cadeia produtiva, desde novas tecnologias de produção até o desenvolvimento de equipamentos para industrialização destinados a grupos de produtores, garantido melhores preços à produção e a oferta contínua aos consumidores.

São 150 técnicos e viveiristas capacitados pelo IDR-Paraná que trabalham para levar o conhecimento e o apoio que os produtores precisam.

PRODUÇÃO E RENTABILIDADE

A rentabilidade com o mercado do pinhão é muito maior do que era com o mercado de madeiras das araucárias. Dados do IDR-Paraná indicam que o produtor pode alcançar uma renda anual acima de R$ 5 mil por hectare quando cultivado de forma semelhante à fruticultura. Em 2019 o Paraná produziu aproximadamente 4 mil toneladas de pinhão, que contribuíram com mais de R$ 15 milhões para o VBP (Valor Bruto da Produção Agropecuária) do Estado.

ButterScotchy: saiba onde encontrar a torta escocesa do desenho Pica-Pau

Quem nunca sentiu vontade de comer algo que um personagem se deliciava? Uma das comidas de ficção que mais foi pesquisada nas últimas semanas foi a torta  ButterScotchy do desenho Pica-Pau. O doce aparece em um episódio em que o protagonista sai em plena madrugada implorando por uma torta.

A receita viralizou no TikTok e também foi assunto em grupos do Facebook como o Clube da Alice e o Recomendo/Não recomendo de Curitiba. Sabendo do sucesso do doce e para você não ficar desesperado igual o Pica-Pau, o Busão indica a ButterScotchy CWB

O empreendimento comandado por Eloisa Menegassi e Maykon Santos começou em abril e alguns meses depois, o casal tem vendido em média 400 tortinhas por semana. A ButterScotchy CWB foram os primeiros a trazer a tortinha para a capital. 

E para se deliciar com uma tortinha escocesa você vai precisar desembolsar entre 13 e 15 reais. Os sabores são: tradicional, coco e paçoca. Além disso, o cardápio conta com a opção da tortinha de pote. 

A ButterScotchy CWB ainda não possui loja física. Os pedidos podem ser feitos pelo WhatsApp ou Instagram. As entregas são realizadas nas quartas e sábados.