Artesãos lucram com máscaras vendidas no site da Feira do Largo da Ordem

Além de prevenirem a propagação do novo coronavírus, as máscaras caseiras têm ajudado a reduzir os prejuízos de artesãos de Curitiba por conta da suspensão da Feira do Largo da Ordem durante a pandemia. No site da feira, lançado pela Prefeitura, na semana passada, é possível comprar o equipamento de proteção artesanal que passou a ser obrigatório para todos os curitibanos que precisam sair de casa.

Cheios de criatividade, os profissionais do artesanato vêm investindo com força na fabricação das máscaras, que seguem as recomendações do Ministério da Saúde, e estão comercializando na plataforma da Feirinha na internet.

“Estou recebendo muitos pedidos de máscaras graças ao site da feira”, conta Lucimara Costa da Rosa, que confecciona em seu ateliê no Novo Mundo máscaras de TNT em tecido duplo com divertidas estampas de sorriso, unicórnio, coringa, caveira e Salvador Dali (em referência à máscara do seriado Casa de Papel do Netfllix). As peças custam R$ 10 (sem entrega).

“Busco levar um pouco de alegria para as ruas”, afirma a artesã que, normalmente, cria porta-objetos e capas de celular que são vendidos no Largo da Ordem e na Feira do Água Verde.  

Quem também voltou à máquina de costura para produzir máscaras caseiras e comercializar na plataforma da Feirinha é a artesã Roxana Gonzalez. Em seu ateliê, no Portão, a empreendedora costumava produzir apenas bolsas e mochilas em tecido. Ela conta que, após a Prefeitura editar a resolução que obriga o uso de máscaras, resolveu confeccionar o equipamento de proteção artesanal.

“Tenho opções com estampas, inclusive de personagens de quadrinhos e desenhos animados, muito procuradas para as crianças. Já as lisas, principalmente brancas e pretas, são mais vendidas para homens”, salienta ela, que oferece peças também a R$ 10 (sem entrega).

Dona do ateliê Pauleskka Artesanatos, no Água Verde, Ana Paula Claro também começou a produzir e vender máscaras na plataforma da Feira do Largo da Ordem.

“Com a suspensão das feiras do Largo da Ordem e do Santa Quitéria, onde vendo bolsas e necessaires em tecido e caixas em MDF, o site está me ajudando a vender e as máscaras são uma novidade que estão tendo uma boa procura”, comemora ela. Os equipamentos de proteção artesanais, feitos em algodão de tecido duplo, custa R$ 6 (com entrega grátis no Água Verde) e trazem estampas lisas ou de caveiras e personagens de desenhos animados ou quadrinhos.

Uma boa ideia

Todas as artesãs comemoram a criação do site da Feira do Largo da Ordem.

“Vender pela internet está me ajudando neste momento muito difícil”, reconhece Roxana. Mas elas também não vêem a hora de poder voltar a comercializar seus produtos na tradicional feirinha de domingo e nos pontos de artesanato nos bairros. “Nada como ter o contato direto com turistas e fregueses”, garante Lucimara.

Feirinha on-line

site da Feira do Largo da Ordem já reúne 364 artesãos de Curitiba e Região Metropolitana. Moderna e bem otimizada, a vitrine virtual do espaço do Prefeitura é toda baseada em imagens dos produtos dos artesãos.

Além das máscara de proteção artesanais, a plataforma reúne artesanato alimentício; artes plásticas; arte em madeira; arte em plástico; arte em tecido; brinquedos; colecionador; decorativos; sabonetes, velas e difusores; utilitários e vestuário.

Restaurante indiano Tuk-Tuk está de casa nova

O restaurante Tuk-Tuk, especializado em comidas tradicionais e originais indianas e tailandesas está de casa nova: há 800 metros do antigo restaurante, o espaço está localizado na rua Camões, 1122, no Alto da XV. Atende de segunda a sexta-feira das 11h às 15h e 18h às 22h30, e aos sábados e domingos das 11h às 16h e 18h às 22h30.

O empreendimento é comandado pelo chef de cozinha Yuri Ogurtsova, que construiu sua carreira gastronômica em suas viagens pela Ásia, onde aprendeu técnicas e receitas diretamente com o chef indiano Murli. No cardápio do restaurante, entre as receitas mais famosas estão o Pad Thai, o Chicken Tikka Masala e Palak Paneer. Além de opções de comidas para clientes veganos e vegetarianos.

A inspiração do nome Tuk-Tuk é uma referência aos pitorescos carrinhos que circulam nas ruas e vielas da índia e da Tailândia. Simboliza a proposta de ser um restaurante comprometido em oferecer uma experiência gastronômica completa, servindo de maneira informal, como se o cliente estivesse viajando para provar a famosa comida de rua de Bangkok, um dos principais destinos gastronômicos do mundo.

O Tuk-Tuk conta também com uma unidade no bairro Bigorrilho, na rua Euclides da Cunha 1636.

SERVIÇO

Tuk-Tuk Restaurante

Rua Camões, 1122 – Alto da Xv

Aberto de segunda a sexta-feira das 11h às 15h e 18h às 22h30, e aos sábados e domingos das 11h às 16h e 18h às 22h30

Instagram: @tuktuk.br

Contato: Unidade Alto da XV (41) 99287- 7149 e unidade Bigorrilho (41) 9184-2913

Crédito da foto: Rafael Ribeiro.

Frutos da Terra comemora 20 anos de tradição

A palavra tradição é marca registrada no Caminho do Vinho, rota turística de São José dos Pinhais. Caracterizado por bons vinhos e negócios familiares que passam de geração em geração. Tradição que é presente no restaurante Frutos da Terra, que neste mês de janeiro completa 20 anos de história. O restaurante foi o primeiro da região que veio a se tornar um centro gastronômico anos depois. A família que hoje comanda o restaurante, foi uma das fundadoras do Caminho do Vinho, e hoje o local é um dos maiores da rota, possuindo atrações para além da gastronomia. O espaço também possui pedalinhos, parquinho, Mirante e uma nova Trilha na Natureza, estendendo o lazer dos clientes.

O restaurante que começou, na verdade, como uma leiteria teve que usar do poder de reinvenção para fazer o negócio sobreviver em meio a uma crise de leite vivida à época, passando a ser pesque e pague e servindo almoços. “Todo mundo achava que era loucura fazer um restaurante do meio do ‘nada’, ‘no meio do mato’. ‘As pessoas não iriam ir tão longe apenas para almoçar’, e também diziam que o restaurante não iria vingar. No início realmente foi muito difícil, atendíamos apenas com reserva. Tinha final de semana que amanhecia aquela chuva, aquele frio, e ficávamos esperando para ver se haveria alguma reserva”, recorda Wilma Snchuke, fundadora, proprietária e chefe de cozinha do restaurante. 

O que parecia impossível para muitos, tornou-se realidade com a dedicação de Wilma e seus familiares. Hoje, o Frutos da Terra conta com vasta opção de comida, com os buffets de pratos quentes, saladas e sobremesas. Os pratos continuam sendo preparados por Wilma até hoje, que sempre zelou pela qualidade de cada alimento produzido e não abre mão de fazer cada opção do cardápio.

Os planos para o restaurante não param, o espaço que já foi ampliado até para uma petiscaria e segue firme para os próximos 20, 40, 100 anos, e ainda zelando pelo carinho na produção da comida, que também se estende ao cliente. “Nesses 20 anos temos orgulho de dizer que tínhamos clientes que eram crianças que vinham com os pais e hoje já são adultos e trazem seus filhos também. É um privilégio poder ter clientes que acabam criando um vínculo de amizade e se tornando parte da nossa grande família frutos da terra”, finaliza Wilma.

Serviço:

Horário: aos sábados, domingos e feriados, das 11h30 às 15h

Endereço: Rua Augusto Micrute, 3555. São José dos Pinhais.

Telefones: (41) 3635 1201 – (41) 99644 2038

Crédito da foto: Rafael Ribeiro.

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