Anvisa investiga venda de “vacina” contra Covid-19 no Mercadão de Madureira

Nesta quarta-feira (23), a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) informou que está apurando a suposta venda de “vacina” contra a Covid-19 em camelôs no Rio de Janeiro, na região do Mercadão de Madureira.

Segundo o jornal Estadão, a Polícia Federal também investigará a questão, que foi exposta nas redes sociais e compartilha no Whatsapp nos últimos dias.

Em nota divulgada, a Anvisa esclarece:

“Neste momento, não é possível compartilhar informações relativas às investigações em curso. O que podemos afirmar é que qualquer comercialização ou aplicação de vacina de Covid-19, fora de pesquisa, hoje no Brasil, é atividade irregular e oriunda de falsificação, pois não há vacinas autorizadas no Brasil ainda”.

 

Contém informações da/o Estadão.

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Anvisa autoriza testes em humanos de soro anticovid do Butantan

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) autorizou nesta terça-feira (25) o início dos testes do soro anti-Sars-CoV-2, desenvolvido pelo Instituto Butantan, de São Paulo. Com a decisão, o Butantan poderá começar a aplicação do soro em voluntários da pesquisa. Esta será a primeira vez que o soro será testado em humanos.

Em 24 de março, a agência aprovou a realização da pesquisa, mas condicionada à assinatura de um termo de compromisso que previa a entrega de informações complementares, que ainda não estavam disponíveis naquele momento.

A autorização de hoje foi concedida após o Butantan submeter à agência o novo protocolo clínico com as adequações necessárias para que o estudo pudesse ser iniciado em humanos.

O soro é um concentrado de anticorpos contra o novo coronavírus e pode ser aplicado assim que o paciente apresentar manifestações clínicas da doença. Em março, o Butantan tinha informado que o estudo clínico incluiria pacientes transplantados do Hospital do Rim e com comorbidades do Hospital de Clínicas, ambos da capital paulista.

Segundo a Anvisa, a avaliação da proposta de pesquisa foi feita integralmente pela agência, sem a participação de outras agências estrangeiras, já que as fases iniciais de testes clínicos do soro serão feitas apenas no Brasil. “Como esta é a primeira vez que o soro do Butantan será testado em pessoas, isso exigiu da Agência uma avaliação criteriosa dos aspectos técnicos e de segurança do produto”, pontuou, em comunicado oficial. Até o momento, o soro foi testado somente em animais.

Também hoje, a Anvisa recebeu um novo pedido de importação da vacina Covaxin contra a covid-19. O pedido é referente à importação de 20 milhões de doses e foi protocolado pelo Ministério da Saúde na segunda-feira (24).

Anvisa recebe novo pedido de importação da vacina Covaxin contra a covid-19

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) recebeu nesta terça-feira (25) um novo pedido de importação da vacina Covaxin, contra a covid-19. O pedido é referente à importação de 20 milhões de doses e foi protocolado pelo Ministério da Saúde na segunda-feira.

Uma solicitação anterior, de 31 de março, já havia sido negada pela agência. Um dia antes, a Anvisa também havia negado a certificação de boas práticas à empresa de biotecnologia indiana Bharat Biotech, responsável pela produção do imunizante. Após a negativa, segundo a agência, o Ministério da Saúde e a empresa Precisa Medicamentos “seguiram em tratativas com a Anvisa a fim de adequar os aspectos que motivaram o indeferimento”.

A Bharat Biotech também protocolou um novo pedido de certificação de boas práticas na agência, referente à linha de produção do produto acabado. De acordo com a Anvisa, o pedido está sendo analisado.