Abertura do Ano Imobiliário revela cenário otimista depois de recorde de vendas em 2022

“Em um cenário de incertezas econômicas, com mudança de governo e taxa de juros oscilando, investir em imóveis é uma aposta segura”. A declaração do presidente da Confraria Imobiliária de Curitiba, Carlos Eduardo Canto, ganha eco quando são analisados os dados do Volume Geral de Vendas (VGV) do mercado imobiliário curitibano, que chegou a marca de R$ 3,2 bilhões em imóveis novos comercializados, somente em 2022.

Desse total, 60% das vendas, o que equivale a aproximadamente R$1,9 bilhões, foram feitas por corretores de imóveis ligados à Confraria Imobiliária de Curitiba. O grupo é composto por 40 proprietários das principais imobiliárias da cidade e surgiu da necessidade de unir e fortalecer o setor na cidade.

Canto será o anfitrião de uma noite que terá homenagem especial, palestra e um manifesto em defesa do mercado imobiliário, abrindo o Ano Imobiliário de 2023. “Nossas perspectivas são as melhores possíveis depois dos excelentes números de vendas registrados no ano passado”, acrescenta.

“O corretor é um profissional extremamente necessário na engrenagem do mercado imobiliário. É ele quem tem capacidade e conhecimento técnico para avalizar o imóvel antes da compra ou aluguel por parte de um terceiro”, finaliza Canto, profissional com 46 anos de experiência no setor.

Palestra: a arte de vender

A abertura do Ano Imobiliário traz uma palestra dinâmica com o especialista em transformação digital pelas renomadas universidades Columbia e MIT, Marcelo Caetano.

O palestrante é sócio dos Grupo VendaMais, especializado em treinamento, diagnóstico e consultoria em vendas e do Instituto de Especialização em Vendas (IEV), maior franquia de escola de vendas do Brasil, com mais de 9000 alunos.

Marcelo Caetano também é escritor, autor dos livros Chega de Desconto, Vendedor Fiel e Cliente Fiel e de mais de 100 artigos sobre vendas e gestão comercial, além de atuar como conselheiro empresarial e mentor de empresários e gestores comerciais.  

Homenagem Especial

O grande homenageado da noite é Osvaldir Benato, fundador e presidente da Casteval Construção e Incorporação.

Com 60 anos de experiência no mercado imobiliário, Benato é uma das figuras mais respeitadas do cenário da construção civil paranaense, tendo sido um dos fundadores da Associação dos Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário do Paraná (Ademi-PR), entidade que presidiu entre 1985 e 1986.

Em 2010, venceu o Troféu Incorporador do Ano, oferecido pela Ademi-PR, sendo escolhido como Personalidade do Ano.

Confraria Imobiliária

A Confraria Imobiliária de Curitiba nasceu de um grupo de corretores de imóveis, todos credenciados junto ao Conselho Regional de Corretores de Imóveis do Paraná (CRECI-PR), formado por 40 proprietários das principais imobiliárias da cidade. Eles se reúnem uma vez por mês com o intuito de promover conhecimento e debates de interesse para o setor, que contribuam com o fortalecimento do mercado imobiliário.

Serviço

Abertura do Ano Imobiliário

Data: 17.01

Horário: 19h

Local: Clube Curitibano – Restaurante Duetto

Endereço: Av. Presidente Getúlio Vargas, 2.857 – Água Verde

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Comunicação como fortalecimento do negócio: a estratégia diferenciada da agência Páprica

Que a presença digital é essencial para as empresas, não há dúvida, mas muitas marcas ainda não entendem como isso pode se tornar de fato conversão em lucro. Ter uma rede social e postar fotos está muito longe de criar laços que vendam o conceito da empresa para os clientes. O planejamento de comunicação que consiga aliar os setores da empresa, do marketing às vendas, é que vai ser o diferencial no fim das contas. E é com essa visão mais fluída e aprofundada que a agência Páprica tem conquistado clientes cujos faturamentos ultrapassam a casa do bilhão.

Fundada há dez anos por Renan Vargas, diretor geral que comanda a equipe de 45 profissionais, Páprica traz desde sua criação um novo olhar para o processo criativo. “O processo padrão de uma agência comum perde sinergia, ao passar por diferentes etapas que não se comunicam, o produto final perde alma”, conta Vargas, que queria elaborar projetos de maneira mais fluida. A agência nasceu “low size”, enxuta e com um estúdio de desenvolvimento de projeto mais conectado.

Apesar da visão mais abrangente do processo, dificuldades foram surgindo. “Em 2018, me vi tendo problemas idênticos aos das agências que eu não queria ser”, revela. Vargas retomou o ideal que foi ponto de partida da Páprica, corrigindo os erros e apostando ainda mais na proximidade da agência com o cliente, no entendimento do negócio. O método funcionou tanto para a própria empresa quanto para os clientes. Para o especialista, o marketing precisa estar obrigatoriamente ligado ao setor de vendas. “Não acreditamos numa comunicação vazia, só para ter um canal. Buscamos atingir os objetivos do cliente com a comunicação e fortalecer o negócio”, explica. Muitas vezes, Vargas percebe que esses setores não se relacionam nas empresas. “Um quer vender mais, o outro quer marcar presença no meio digital. Mas os resultados aparecem mesmo quando ambos conseguem dialogar”, destaca o fundador da Páprica.

“É preciso entender aonde a empresa quer chegar e o formato que essa empresa quer se apresentar no mercado”, define Vargas. Isso vai muito além de manter presença digital. “Precisamos andar junto com o CEO, com o time de vendas, com a comunicação”. Adaptando expectativas e formatos, é possível ter resultados nos mais diferentes setores. A Páprica já atendeu em formatos que vão da elaboração de projetos pontuais (feitos para marcas como Renault e Itaú) até acompanhamentos mais prolongados – que permitem avaliação mais completa de resultados.

Entre os clientes, estão dois grandes nomes: a Docol e a Alegra. A Docol está entre as maiores do Brasil no setor de metais sanitários, e a indústria alimentícia paranaense Alegra ultrapassou o bilhão em vendas no ano passado. A comunicação efetiva em projetos bem elaborados, focados nessa conexão entre os diferentes setores, favorecem as vendas e o fortalecimento das marcas. “Quero mostrar que a comunicação impacta financeiramente no negócio”, comenta Vargas.

Para que isso seja efetivo, é preciso entender o processo por completo. “Entramos em diversos fatores do cliente, levantando questões interessantes para entender o funcionamento da empresa, em conversas focadas e produtivas”, fala o diretor da Páprica. A campanha publicitária é uma parte do processo, que precisa ainda de análise de conversão e resultados. “Levamos insights, questionamentos que por vezes acabam mostrando uma realidade diferente do que o cliente nos apresentou”. Quando são observados problemas diferentes do que o cliente apontou, uma rápida mudança no planejamento é essencial.

Essas análises foram definitivas para reestruturar cases de outros clientes, que vem trabalhando há anos com a agência e obtendo grandes resultados, como a Rede Marista de Colégios, a Neodent e Universidade Católica de Santa Catarina. O reconhecimento vem ainda por prêmios ao longo dos anos. O formato mais integrado de elaboração e avaliação das campanhas, gerando lucros mais consistentes e uma comunicação eficaz, foi celebrada até internacionalmente. O projeto Tamo Junto da Aliança Empreendedora venceu o MIT Solve Challenge 2020 na categoria Good Jobs & Inclusive Entrepreneurship Solver, na etapa mundial, e também foi finalista do Global Citizen Prize by Cisco, na categoria tecnologia e causa.

No Brasil, o case do Grupo Marista foi condecorado por diversas vezes pelo Prêmio Aberje (Associação Brasileira de Comunicação Empresarial), além de outro projeto para o Hospital Marcelino Champagnat. O trabalho constante com o Grupo Marista, sendo reconhecido ao longo dos anos, confirma mais uma vez o sucesso dessa integração de setores em prol do fortalecimento do negócio promovido pela Páprica.

O trabalho da agência é reconhecido até pelo Google. A Páprica recebeu a certificação Partner Premier Google, por estar no top 3% de parceiros da gigante da tecnologia com melhor desempenho no Brasil. O destaque é concedido a empresas que mais criam novas relações comerciais e oferecem ajuda aos clientes para se desenvolverem. São confirmações vindas diretamente do mercado que consagram o modelo inovador da agência.

A Páprica está localizada no Batel Office Tower em Curitiba (Av. Sete de Setembro, 4698 – Sexto Andar – Batel), além de ter um escritório na Cidade do México. Contatos podem ser feitos pelo e-mail contato@paprica.ag e por telefone no (41) 3095-8585. Mais informações no site páprica.ag.

Com qualidade e modelo enxuto, a SOFT Ice Cream planeja superar os limites de Curitiba

Nascida em setembro de 2020, a SOFT Ice Cream conta com três unidades próprias em Curitiba e deve lançar sua primeira loja fora da capital paranaense no meio de dezembro em Ponta Grossa. Com um modelo enxuto, semelhante ao das cafeterias to go, a expectativa da marca é lançar o seu plano de franquias em 2023, estendendo seu produto a outros estados da Região Sul e Sudeste.

“Nosso modelo de negócio trabalha com ingredientes premium em uma operação enxuta, com poucos funcionários e aluguel reduzido. Dessa forma, conseguimos praticar preços acessíveis, mesmo com a alta qualidade de nossos insumos”, conta um dos dois sócios-fundadores da SOFT, Matheus Krauze, que comanda a marca ao lado de Ronaldo Ferreira.

A ideia do negócio veio de uma mescla da experiência de vida de Krauze, a terceira geração de sorveteiros de uma rede notória do Paraná, e de uma viagem que fez para Hong Kong aos 18 anos. Lá, provou sorvetes de sabores como matchá e gergelim, com cores vibrantes e sabores diferentes. “Vimos a oportunidade de trabalhar com um produto ainda não visto no Brasil, seguindo o movimento dos cafés to go, que estava nascendo”, lembra Krauze.

Diferente de uma gelateria tradicional, as máquinas transformam o líquido em sorvete na hora, mantendo o produto sempre fresco e agradável ao consumidor. “Nosso cardápio é enxuto, e a sazonalidade é trabalhada nas sobremesas”, conta.

Modelo de negócio superou pandemia e a capital mais fria do país

O início de operação da SOFT Ice Cream se deu em meio aos lockdowns forçados pela pandemia. No entanto, a loja rapidamente atingiu o patamar de 7 mil pessoas atendidas em um espaço de 30 m2 cinco meses depois de sua inauguração. Do primeiro para o segundo ano de operação, o faturamento da loja inaugural cresceu 75%. A expectativa para 2023 é de triplicar o resultado de 2022.

Em 2022, a marca lançou também dois novos espaços: uma nova loja no Museu do Olho e um quiosque no Shopping Palladium. Por isso, a SOFT Ice Cream planeja resultados ainda mais expressivos para o futuro, incluindo a estruturação de um modelo de venda de franquias, atendendo a alta demanda de interessados, que hoje já conta com uma lista de espera.

“Mesmo com uma lista extensa de interessados, queremos comercializar entre 10 a 20 lojas em 2023, nos estados do Paraná, Santa Catarina e São Paulo, e pensar em uma expansão a nível nacional em 2024”, diz. “O modelo foi pensado para a expansão: fazemos o transporte do produto seco, dando validade longa para os sorvetes e solucionando uma das dificuldades comuns do segmento, a logística”.

Um ponto de destaque da marca para pensar em uma expansão é o fato de ter se provado em Curitiba, a capital mais fria do país. “Além de termos testado nossos produtos em um público reconhecidamente exigente e qualificado, não se trata da cidade que mais venderia sorvetes por tradição, pois sua temperatura média é de 18 graus”, analisa.

Um perfil to go de qualidade

Com lojas pequenas e um perfil de consumidor to go, a marca trabalha com duas máquinas por loja, e cada uma conta com dois sabores e uma opção mista: chocolate, baunilha e misto, por exemplo. De acordo com Krauze, a opção por esses sabores foi para que os clientes pudessem comparar o produto com outras opções do mercado. “O consumidor consegue entender automaticamente que está provando algo diferente, com qualidade e frescor diferente dos concorrentes, é como se estivesse tomando sorvete de casquinha pela primeira vez na vida”, diz.

Outras duas opções de sabores são o de iogurte, o de frutas vermelhas e o misto. Esta última opção representa um terço das vendas. “Gostamos de frisar que o nosso sorvete é uma experiência gastronômica na palma da mão”, conta.

Para potencializar o seu sabor, a SOFT Ice Cream optou por utilizar uma casquinha de produtores locais, que desenvolveram uma receita exclusiva, na Região Metropolitana de Curitiba. “Não queríamos oferecer um produto comoditizado, seguindo o nosso padrão de qualidade. Em geral, o mercado de sorvetes conta com um mesmo fornecedor pela complexidade logística do transporte de casquinhas: baixo peso, alto volume e muito sensível”, diz.

WP Twitter Auto Publish Powered By : XYZScripts.com