A teoria do 7 nos animes

1 – As 7 Esferas do Dragão – Dragon Ball

As Esferas do Dragão são esferas mágicas que estão espalhadas pelo mundo. Quando todas são reunidas, se o portador souber as palavras mágicas, são usadas para invocar o dragão Shen Long que realiza um desejo (com alguns limites). Depois do desejo ser concedido, as esferas transformam-se em pedra e espalham-se pelo planeta, ficando impossíveis de serem usadas e detectadas durante um ano.

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Dragon Ball

2 – Shichibukai – One Piece

Sucesso de audiência, One Piece é uma série da JUMP que mostra as aventuras de um grupo de piratas, cujo capitão quer se tornar o Rei dos Piratas, encontrando o One Piece. Dentro da série, a força do mundo é dividida em 3 poderes: a Marinha, os Shichibukais e os Yokos. Os Shichibukai são 7 poderosos piratas que trabalham para o governo mundial, em troca do encerramento da perseguição e recompensa. São usados para dar equilíbrio na disputa de poder entre a Marinha e os Youkos. O nome faz alusão ao filme de Akira Kurosawa, “Os 7 Samurais”, e cada membro foi associado a um animal:
Juraquille Mihawk – Falcão, Donquixote Doflamingo – Flamingo, Bartholomeu Kuma – Urso, Boa Hancock – Cobra, Jimbei – Tubarão Baleia, Gecko Moria – Lagarto, e Sir Crocodile – Crocodilo.

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Shichibukai – One Piece

3 – Homunculus – Full Metal Alchemist

Depois de uma transmutação humana mal sucedida, os irmãos Elric se aventuram pelo munda atrás de uma solução a fim de recuperar seus corpos. Dentro desta jornada os irmãos encontram um grupo de vilões conhecidos como homunculous, que ganharam vida graças aos poderes da pedra filosofal (um dos grandes objetivos dos irmãos). Cada um dos homunculus é representado por um dos 7 pecados capitais. Cada um possui sua própria personalidade associada a um pecado:
Pride (Orgulho), Lust (Luxúria), Gluttomy (Gula), Wrath (Ira), Sloth (Preguiça), Envy (Inveja) e Gride (Ganância).

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Homunculus – Full Metal Alchemist

4 – Generais de Poseidon – Cavaleiros do Zodíaco

Sucesso mundial, a série Os Cavaleiros do Zodíaco conta a aventura dos cavaleiros de Bronze que lutam pela paz na Terra em nome da Deusa Athena. Entre as várias sagas da série, temos a saga do Deus Poseidon, que possui 7 Generais ao seu comando. Cada um deles representa um dos 7 mares e protege um pilar. São eles:
Kanon de Dragão Marinho (Atlântico Norte), Sorento de Sirene (Atlântico Sul), Baian de Cavalo Marinho (Pacífico Norte), Io de Scylla (Pacífico Sul), Krishna de Chrysaor (Índico), Isaac de Kraken (Ártico) e Kaza de Lyumnades (Antártico).

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Generais de Poseidon – Cavaleiros do Zodíaco

5 – Saga do Capítulo Negro – Yu Yu Hakusho

Yusuke Urameshi é um detetive espiritual que na saga do Capítulo Negro tem que enfrentar o Shinobu Sensui, um ex-detetive espiritual que enlouquece ao observar a maldade da humanidade e tenta destruir a mesma. Para cumprir seu plano ele recruta 7 pessoas com poderes sobrenaturais. Cada membro possui um apelido e um poder diferente:
Shinobu Sensui (Dark Angel), Itsuki (Gate Keeper), Minoru Kamiya (Doctor), Kiyoshi Mitarai (Seaman), Sadao Makihara (Gourmet), Kaname Hagiri (Sniper) e Tsukihito Amanuma (Game Master).

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Saga do Capítulo Negro – Yu Yu Hakusho

6 – Grimoire Heart – Fairy Tail

Nas aventuras do grupo Fairy Tail, eles tem que enfrentar o grupo de Grimoire Heart que é considerado o grupo maligno mais forte. O grupo possui vários membros, e entre eles se destacam os 7 membros mais fortes: os Sete Parentes Do Purgatório. Cada um possui uma habilidade única de uma Magia Perdida. São eles:
Rustyrose, Ultear, Zancrow, Kain Hikaru, Caprico, Meredy e Azuma.

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Grimoire Heart – Fairy Tail

7 – A série que mais tem 7 – Katekyo Hitman Reborn

Katekyo Hitman Reborn é uma série da Shonen Jump que apresenta as aventuras de uma família da Máfia. Essa é a série que mais tem a referência ao número 7. Praticamente tudo traz algo com o número 7:

7 membros da família Vongola, 7 anéis Vongola, 7 membros da familia Marea, 7 anéis Marea, 7 membros da familia Shimon, 7 membros da Varia, 7 Arcobalenos, 7 chupetas dos Arcobalenos, 7 atributos do céu (céu, sol, chuva, névoa, nuvem, tempestade, trovão), 7 cores representando cada atributo do céu (vermelho/tempestade, laranja/céu, amarelo/sol, verde/trovão, azul/chuva, azul anil/névoa, violeta/nuvem) e 7 atributos da terra.

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A série que mais tem 7 – Katekyo Hitman Reborn

Post do incrível Rogerio Ramos! Salve, Shinobi Spirit!

ONG fundada em Curitiba fica entre as 100 melhores do Brasil

Instituição que une futebol e desenvolvimento social é reconhecida pelas boas práticas em governança, transparência, comunicação e financiamento

O Instituto Futebol de Rua, fundado em 2006, em Curitiba (PR), foi reconhecido como uma das 100 melhores organizações sem fins lucrativos do Brasil. O Prêmio Melhores ONGs anuncia anualmente, desde 2017, as instituições brasileiras do terceiro setor que são reconhecidas por suas boas práticas em quesitos como governança, transparência, comunicação e financiamento. 

Com sede na capital paranaense e núcleos espalhados em 22 cidades de 12 estados, o Instituto Futebol de Rua alcança esses quesitos ao utilizar o esporte como ferramenta para o desenvolvimento social, tendo como foco o enriquecimento educacional e cultural de crianças e adolescentes em situação de vulnerabilidade. Para o fundador do Instituto Futebol de Rua, Alceu Natal Neto, o reconhecimento como uma das 100 melhores ONGs do Brasil é o resultado de anos de muito trabalho de mais de 500 voluntários e profissionais que se dedicam ao projeto. “O ano de 2020 foi de desafio para todos. Primeiro e principalmente para as famílias que atendemos, que viveram uma realidade de dificuldades ainda maiores. Depois para nossa equipe, que precisou se reinventar para não deixar que esses jovens e crianças ficassem desassistidos”, afirma. 

Os trabalhos desenvolvidos no Instituto já alcançaram mais de 18 mil crianças e adolescentes ao longo dos 14 anos de história. Por ser uma organização sem fins lucrativos, o Instituto se mantém com o apoio de parceiros, doações e com o trabalho de voluntários que dedicam parte de seu tempo às atividades da ONG. Com as atividades suspensas desde março, o Instituto também realizou ao longo do ano uma série de ações em apoio às famílias atendidas. De abril até novembro, foram 35 ações, com distribuição de oito toneladas de alimentos, 2000 itens de higiene pessoal, 1110 sopas e lanches e 1300 litros de leite, impactando mais de sete mil pessoas. Também foi realizada, em parceria com a Central Única das Favelas (CUFA), a entrega de 330 chips de telefone.

Ações contínuas

Entre as iniciativas fixas do Instituto estão os projetos “Futebol de Rua pela Educação”, que promove a inclusão social por meio do esporte, “Jogando Juntos”, trabalho para fortalecer vínculos sociais e driblar a desigualdade, o “Aprendiz do Futebol”, que oferece uma formação profissional aliada aos conceitos do esporte, e o “Football for Hope”, projeto patrocinado pela FIFA que apresenta o futebol como ferramenta para desenvolvimento humano. “Nosso lema sempre foi transformar as dificuldades em aprendizados e esperamos seguir dessa forma por muitos anos”, diz. 

A cerimônia do Prêmio Melhores ONGs será online e acontece no dia 10 de dezembro. 

Para conhecer mais sobre o Instituto Futebol de Rua é possível encontrar outras informações no site https://www.futebolderua.org.

Sobre o Instituto Futebol de Rua

Criado em 2006, o Instituto Futebol de Rua é uma organização sem fins lucrativos que utiliza o esporte, a educação e a cultura como ferramentas para o desenvolvimento de crianças e adolescentes em situação de vulnerabilidade social. Presente em 12 estados, 22 cidades e com mais de dois mil beneficiários, o Instituto conta com metodologia exclusiva que alia aulas de formação humana ao futebol de rua. 

Segundo a Fiocruz, Curitiba está entre as capitais com tendência de avanço da covid-19

O boletim semanal Infogripe divulgado pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) revela que 97,7% das ocorrências de Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG) reportadas no país em 2020 e com exame positivo para alguma infecção viral se deram em decorrência da covid-19. De acordo com os pesquisadores envolvidos no levantamento, os dados divulgados nesta quinta-feira (3) também mostram um avanço da doença.

“O registro de crescimento que vem se observando em todo o território nacional durante o mês de novembro sugere a necessidade de cuidado redobrado ao longo do mês de dezembro. Ações de conscientização e prevenção devem ser tomadas para evitar que as tradicionais aglomerações no comércio e nas celebrações de fim de ano agravem o quadro atual”, alerta o boletim.

O levantamento traz uma análise para as próximas três semanas (curto prazo) e para as próximas seis semanas (longo prazo). Das 27 capitais, 13 registram  sinal moderado ou forte de crescimento na tendência de longo prazo: Campo Grande, Curitiba, Goiânia, Maceió, Palmas , Salvador, Belo Horizonte, Cuiabá, Manaus, Brasília, Rio de Janeiro, São Luís e São Paulo.

Em apenas quatro estados, as tendências de curto e longo prazo apresentam sinal de queda ou estabilização em todas as suas macrorregiões de saúde: Acre, Amapá, Roraima e Sergipe. Essa situação também ocorre no Distrito Federal.

Todas as regiões do país foram classificadas em zona de risco e com ocorrência de casos muito altos na semana epidemiológica entre 22 e 28 de novembro. A íntegra do boletim está disponibilizada no portal da Fiocruz.

Síndrome respiratória

O Infogripe leva em conta as notificações de SRAG registradas no Sivep-gripe, sistema de informação mantido pelo Ministério de Saúde e alimentado por estados e municípios. A nova edição se baseia nos dados inseridos até  segunda-feira (30).

A SRAG é uma complicação respiratória associada muitas vezes ao agravamento de alguma infecção viral. O paciente pode apresentar desconforto respiratório e queda no nível de saturação de oxigênio, entre outros sintomas.

As notificações de SRAG em 2020 aumentaram em decorrência da pandemia do novo coronavírus (covid-19), Sars-CoV-2.

No ano passado, foram reportados 39,4 mil casos. Neste ano, já são 584.176, dos quais 54,8% tiveram resultado laboratorial indicando presença de algum vírus respiratório.

Entre as ocorrências com exame positivo para infecção viral, foram identificados quadros de SRAG associados não apenas ao novo coronavírus (97,7%), como também ao vírus influenza A (0,4%), ao vírus sincicial respiratório (0,4%) e ao vírus influenza b (0,2%). Quando analisados os casos que evoluíram à óbito, 99,3% estão vinculados ao novo coronavírus.

Este ano já são 141.351 mortes por SRAG. Em 2019, foram 3.811.