O Movimento Agroportos foi lançado em Curitiba, promovendo uma série de discussões sobre a logística do agronegócio. O evento, realizado na quinta-feira (25), destacou a importância de ações para tornar o setor mais eficiente e competitivo, com foco na redução do “Custo Brasil”.
Participação da Portos do Paraná
O diretor-presidente da Portos do Paraná, Luiz Fernando Garcia, apresentou as iniciativas bem-sucedidas do Porto de Paranaguá, reconhecido como o mais eficiente do Brasil. Durante o evento, ele compartilhou estratégias que podem ser replicadas em outros portos do país, enfatizando a importância de um ambiente regulatório sólido.
Objetivos do Movimento
A proposta do Agroportos é fomentar diálogos que resultem em melhorias na logística do agronegócio. A iniciativa conta com o apoio da Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA) e do Instituto Brasileiro de Infraestrutura (IBI), visando a construção de um setor mais forte e integrado.
Conquistas do Porto de Paranaguá
Garcia destacou que o Porto de Paranaguá é o primeiro no Brasil a ter 100% de suas áreas arrendadas, o que proporciona segurança jurídica às empresas operadoras. O executivo também mencionou um investimento de R$ 650 milhões na obra do Moegão, que está quase finalizada.
Sustentabilidade e Preparação para o Futuro
O Porto de Paranaguá conquistou o selo internacional EcoPorts, reconhecendo suas boas práticas em gestão ambiental. Garcia afirmou que as melhorias e investimentos planejados visam aumentar significativamente a capacidade de produção do porto nos próximos anos.
Desafios e Eficiência Logística
Na discussão sobre os obstáculos enfrentados pelo Movimento Agroportos, Garcia ressaltou a necessidade de tratar o custo logístico das cargas. Ele enfatizou que, para atrair empresas, é crucial oferecer vantagens comerciais e operacionais.
Visão do Ministério de Portos e Aeroportos
Alex Sandro de Ávila, do Ministério de Portos e Aeroportos, também participou do painel e destacou a importância da requalificação das áreas portuárias no Paraná. Ele mencionou que a Região Sul tem um papel significativo na exportação de cereais, um modelo que pode ser replicado em outras regiões do Brasil.



