O Parque de Ciência e Inovação da Universidade Estadual de Maringá (UEM) está prestes a se tornar uma realidade. Com previsão de início das obras no primeiro semestre de 2023, o espaço promete ser um importante polo para a geração de negócios a partir da pesquisa científica da instituição.
Investimento e Estrutura
Localizado no câmpus Maringá, o parque ocupará uma área de 3.761 metros quadrados e contará com um investimento de R$ 24 milhões, oriundos do Governo do Estado. O processo licitatório deve ser iniciado em março, com expectativa de que o espaço comece a funcionar em até dois anos após o início das obras.
Fomento à Inovação
O parque será vinculado ao Hub de Inovação da UEM, tornando-se um ponto de convergência para toda a comunidade acadêmica. Com a inclusão de 50 deep techs — startups que buscam soluções para problemas complexos —, o ambiente tem potencial para gerar novos produtos e serviços. Além disso, promoverá a captação de recursos, a transferência de tecnologia e a formação de startups, priorizando parcerias entre o setor público e privado.
Impacto na Comunidade
Leandro Vanalli, reitor da UEM, enfatizou a importância do parque para transformar desafios em inovações. “Com apoio do poder público, esses problemas serão solucionados, podendo resultar em patentes e negócios que beneficiem a sociedade e fortaleçam o tripé ensino, pesquisa e extensão”, destacou.
Benefícios para o Setor Público
O projeto também traz benefícios para o Governo do Estado e agências de fomento. As empresas terão acesso a uma infraestrutura adequada para inovar, enquanto as agências poderão otimizar seus recursos, gerando retorno social de forma rápida e qualificada.
Vanalli concluiu ressaltando que o futuro Parque de Ciência e Inovação será um marco na missão da UEM em conectar ciência e inovação, oferecendo um ambiente que integra as esferas pública e privada no contexto acadêmico.
