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Rússia Apoia Maduro, Trump Critica Putin sobre Guerra

Com Rússia em defesa de Maduro, Trump alfineta Putin sobre guerra - destaque galeria

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, criticou o líder da Rússia, Vladimir Putin, durante uma coletiva de imprensa realizada em Mar-a-Lago, neste sábado (1º). A declaração ocorreu enquanto Trump detalhava a operação militar que resultou na captura do presidente venezuelano, Nicolás Maduro, e de sua esposa, Cilia Flores.

Criticas a Putin e à Guerra na Ucrânia

Em resposta a uma pergunta sobre uma conversa recente com Putin, Trump afirmou: “Não, nós não falamos de Maduro. Eu não estou feliz com ele, com Putin. Ele está matando muita gente.” O presidente dos EUA também comentou a guerra na Ucrânia, que começou antes de sua gestão, descrevendo a situação como um “banho de sangue” e atribuindo responsabilidades a Joe Biden, ao presidente ucraniano Volodymyr Zelensky e a Putin.

“Eu entrei nessa situação e está uma bagunça. Se nossas pessoas estivessem envolvidas desde o começo, essa guerra teria acabado há muito tempo”, declarou.

Demandas da Rússia

Em paralelo, o governo russo emitiu um comunicado exigindo a libertação de Maduro e sua esposa. A chancelaria russa classificou a operação dos Estados Unidos como uma “violação inaceitável da soberania de um Estado independente”. O Ministério das Relações Exteriores da Rússia instou a liderança americana a reconsiderar sua posição e libertar o presidente venezuelano legitimamente eleito.

O comunicado russo ainda ressaltou a importância de buscar uma solução diplomática para a crise entre os EUA e a Venezuela, afirmando que a situação deve ser resolvida por meio do diálogo. Antes desta exigência, a Rússia já havia solicitado esclarecimentos sobre a operação militar.

Captura de Maduro e Próximos Passos

Trump confirmou que Maduro e Cilia Flores foram transportados em helicóptero até o navio USS Iwo Jima e estão a caminho de Nova York, onde enfrentarão julgamentos por narcoterrorismo. O presidente dos EUA anunciou que a administração está decidindo os próximos passos para a governança da Venezuela, até que uma transição de poder seja estabelecida.

Ele justificou a presença militar americana no país, associando-a à exploração de recursos energéticos, especialmente petróleo, e alegou que governos anteriores e o regime de Maduro se apropriaram ilegalmente desse recurso. “A nossa presença na Venezuela tem tudo a ver com o petróleo. Vamos recuperar o petróleo, e essa riqueza ajudará os venezuelanos e reembolsará os danos causados ao nosso país”, concluiu Trump.

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