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Trump afirma que vencer guerra na Ucrânia é difícil sem atacar invasor

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Trump Defende Ataques à Rússia em Conflito com a Ucrânia

O ex-presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, fez declarações contundentes sobre a guerra entre Ucrânia e Rússia, sugerindo que o país europeu deve atacar o invasor para ter chance de vitória. As afirmações ocorreram em sua rede social, Truth Social, durante um pronunciamento na última quinta-feira, 21 de agosto.

“É muito difícil, senão impossível, vencer uma guerra sem atacar um país invasor. É como um grande time no esporte que tem uma defesa fantástica, mas não pode jogar no ataque”, disse Trump.

Ele argumentou que atualmente “não há chance de vitória” para a Ucrânia na guerra contra a Rússia.


Preparativos para Reunião Trilateral

  • A Casa Branca revelou que estão em andamento os preparativos para uma reunião entre Donald Trump, o presidente russo Vladimir Putin e o presidente ucraniano Volodymyr Zelensky.
  • De acordo com o governo dos EUA, tanto Putin quanto Zelensky demonstraram interesse em participar das negociações, e Washington está se esforçando para acelerar a realização do encontro presencial.
  • Recentemente, Zelensky esteve em Washington para discutir a situação, seis meses após um encontro anterior que foi considerado tenso.
  • A movimentação segue um encontro produtivo entre Trump e Putin na sexta-feira, 15 de agosto, que abriu caminho para avançar nas negociações.

Trump também criticou o ex-presidente Joe Biden, afirmando que, sob sua administração, a Ucrânia teria uma abordagem mais agressiva contra a Rússia. “Como isso funcionou? Esta é uma guerra que nunca teria acontecido se eu fosse presidente — chance zero. Tempos interessantes pela frente”, destacou Trump em sua publicação.

As declarações do ex-presidente surgem em um momento em que ele se posiciona como um potencial mediador em um cessar-fogo entre os dois países. Além disso, outros países reforçaram seu apoio à Ucrânia após a cúpula de Trump com líderes europeus, realizada na segunda-feira, 28 de agosto. Essa garantia de segurança foi parte de um esforço mais amplo envolvendo a Coalizão dos Dispostos, com Zelensky ressaltando que os EUA estão comprometidos em apoiar a Ucrânia.

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