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Professora Relata Ataque de Homem Pelado em Curitiba

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Professora é Agredida por Homem Nu em Curitiba

Uma manhã comum se transformou em um momento de terror para uma professora de 20 anos no bairro Butiatuvinha, em Curitiba, nesta terça-feira (29). Ao chegar à escola na Rua Acelino Grande, a jovem foi atacada por um homem nu, que estava em aparente surto e partiu para a agressão física.

Detalhes do Ataque

A professora caminhava em direção ao trabalho quando foi surpreendida pelo agressor. Segundo seu relato, o homem começou a atacá-la sem aviso prévio.

“Eu fiquei desesperada. Ele começou a me chutar do nada. O primeiro chute foi na lombar, depois acertou o glúteo, atrás da coxa e, por fim, entre a panturrilha e o joelho. Foi muito rápido, mas parecia não ter fim”, afirmou a vítima, que pediu para não ser identificada.

O incidente ocorreu por volta das 6h30, horário de entrada das crianças. A situação se tornou ainda mais alarmante, pois o homem, além de nu, estava gritando frases desconexas e agredindo passantes.

“Ele só parou de me agredir porque um homem gritou o nome dele. Quando ele ouviu, saiu correndo atrás dessa testemunha. Foi nesse momento que consegui me levantar e correr para dentro da escola. O mais assustador é pensar que poderia ter sido uma das crianças que estavam chegando naquele momento. É aterrorizante”, disse a professora.

Contenção do Agressor

Durante a agressão, a professora caiu em um caixote e torceu o pé. Após algum tempo, o agressor começou a se vestir e foi contido por pessoas que estavam nas proximidades. Ele foi encaminhado à Central de Flagrantes da Polícia Civil.

“A delegacia não acatou como flagrante. Eles disseram que lesão corporal não é flagrante, então o indivíduo foi solto”, explicou a jovem.

Estado do Agressor

De acordo com a Polícia Civil, o homem, de 51 anos, foi preso pela PM e assinou um termo circunstanciado pelos crimes de ato obsceno e lesão corporal. A cena foi capturada por câmeras de segurança e rapidamente se espalhou pelas redes sociais.

A professora ainda tenta lidar com o trauma gerado pela situação. “Não sei o que pensar. Não sei se era surto, se ele estava drogado. Só sei que foi desesperador”, concluiu.

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