8 restaurantes de chefs famosos em Curitiba

Um roteiro pra lá de saboroso para você conhecer os pratos dos chefs mais famosos da cidade

Para quem aprecia a alta gastronomia, conhecer restaurantes de chefs conceituados e experimentar as delícias criadas por eles é um passeio inigualável. No Paraná, a chef Manu Buffara conquistou recentemente o título de 21ª melhor chef do mundo, pelo prêmio The Best Chef Awards, e está colocando Curitiba no mapa da gastronomia mundial.

Além de Manu, outros grandes nomes da gastronomia paranaense estão surpreendendo críticos nacionais e internacionais, entre eles os chefs Lênin Palhano, Ivan Lopes e Igor Marquesini. Confira uma lista com oito restaurantes de chefs famosos que você precisa conhecer em sua próxima viagem a Curitiba:

Obst: Inaugurado no em janeiro deste ano, o Obst. conquistou rapidamente o público com um menu criativo, extremamente saboroso e contemporâneo, além de uma coquetelaria de altíssimo nível. O empreendimento é o primeiro restaurante próprio do chef Lênin Palhano, grande nome da culinária paranaense nos últimos anos. Endereço: Alameda Prudente de Moraes, 983 – Centro.

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Raulino Cozinha Autoral: O restaurante Raulino, comandado pelo chef André Raulino, oferece ao público um ambiente moderno com boa gastronomia, uma excelente carta de vinhos e drinks autorais. Endereço: R. Recife, 220 – Cabral.

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Kitsune: Comandado pelo chef André Pionteke, curitibano que ganhou popularidade com a participação no Masterchef Profissionais 2018, o Kitsune trabalha com preparos inspirados em ingredientes locais da região da Mata Atlântica – bioma do litoral do Paraná – aliados às técnicas da culinária oriental. Endereço: R. Celeste Santi – Ahú.

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Mukeka: Ivan Lopes é pernambucano, mas foi em Curitiba onde se consagrou como um dos melhores chefs da cena nacional, por suas criações servidas no restaurante Mukeka. Comida brasileira criativa inspirada na diversidade da gastronomia nacional e excelência de sabores. Endereço: R. Machado de Assis, 417 – Juvevê.

ASU: O chef Danilo Takigawa, participante do reality show de gastronomia Mestre do Sabor, inaugurou em agosto deste ano o seu restaurante solo, o ASU. No cardápio, pequenos pratos para compartilhar e comer inclusive com as mãos, sem separação entre entrada, prato principal e sobremesa, para que o cliente se sinta em um ambiente leve e descontraído. Endereço: Alameda Augusto Stellfeld, 813 – Centro.

Restaurante Igor: O Restaurante Igor serve uma cozinha contemporânea, direta e criativa. O chefIgor Marquesini oferece menu degustação com couvert, quatro opções de entrada, três pratos principais e duas sobremesas num ambiente moderno e descolado. Endereço: R. Gutemberg, 151 – Batel.

Quintana Gastronomia: Funcionando desde 2008, o Quintana Gastronomia é conhecido por sua proposta de cozinha de responsabilidade, baseado fortemente nos pilares da alta gastronomia, sustentabilidade e cultura. A frente do restaurante está a chef Gabriela Carvalho. Endereço: Av. do Batel, 1440 – Batel.

Restaurante Manu: Como o próprio nome já diz, Manu Buffara é a chef responsável pela cozinha do Restaurante Manu, o primeiro restaurante do Sul do Brasil a entrar para a lista dos 50 melhores restaurantes da América Latina. O empreendimento trabalha apenas com menu degustação de produtos frescos, com cardápio sazonal. Endereço: Alameda Dom Pedro II, 317 – Batel.

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Câmara de Curitiba aprova suspensão de reajuste e limita correção do IPTU em 2022

O projeto da Prefeitura que adia a revisão da Planta Genérica de Valores e garante que o Imposto Predial e Territorial Urbano (IPTU) não sofra reajuste em 2022 foi aprovado, por unanimidade, nesta segunda-feira (06/12) em primeiro turno na Câmara Municipal de Curitiba (CMC). A proposta, que recebeu 38 votos favoráveis, será votada em segundo e último turno nesta terça-feira (07/12).

Confirmada a aprovação, a atualização da Planta Genérica de Imóveis fica adiada para outubro de 2022, sendo que o reajuste que será aplicado valerá para 2023.

Dessa forma, os reajustes que estavam em vigor nos últimos anos, de 4% para imóveis residenciais, e de 7% para terrenos (mais a inflação), não serão praticados no IPTU 2022, que terá apenas a correção pela inflação, medida pelo IPCA (Índice de Preços ao Consumidor Amplo).

A revisão da Planta Genérica de Valores atualizaria o valor venal dos imóveis da cidade, de acordo com o mercado. Com isso a cobrança do IPTU poderia variar acima da inflação para aqueles imóveis com valor venal defasado.

“A atual pandemia de Covid-19 teve repercussão no campo econômico, diminuindo a renda de muitas famílias e a receita de muitas empresas, que foram obrigadas a paralisar suas atividades. Fazer essa correção, neste momento, traria inúmeros prejuízos para população”, diz a mensagem da Prefeitura no projeto.

A revisão da Planta Genérica é prevista pela legislação. A Lei Complementar nº 40, de 18 de dezembro de 2001 determina, no § 2º do art. 36, que o Poder Executivo deve encaminhar ao Poder Legislativo, até o dia 15 de outubro do primeiro ano do mandato, projeto de lei com proposta de atualização dos valores unitários de metro quadrado de construção e de terrenos, constantes na Planta Genérica de Valores Imobiliários

No entanto, a valorização imobiliária observada nos últimos quatro anos e a entrada em vigor da nova Lei de Zoneamento, em agosto de 2020, provocaram consideráveis alterações na ocupação urbana, com reflexos diretos no valor venal dos imóveis na capital.

Vai soltar fogos de artifício em Curitiba? Saiba o que é permitido na cidade

Apenas efeitos visuais, sem estampido. Esse deve ser o cenário das festas de fim de ano em Curitiba, pelo segundo ano consecutivo de vigência da lei que proíbe o uso de fogos de artifício com efeitos sonoros na cidade. O consumidor que estiver pensando em adquirir o material para as comemorações, deve estar atento. 

Podem ser usados na capital paranaense fogos de artifício com efeitos de cores, os ditos luminosos, que produzem efeitos visuais sem tiro (fogos de vista, sem estampido). 

“É importante lembrar que a comercialização de fogos com efeito de tiro não é proibida. As lojas fazem a sua parte orientando o consumidor, que deve estar consciente na hora da compra”, explica o superintendente de Controle Ambiental da Secretaria Municipal do Meio Ambiente, Marcos Traad. 

A orientação por parte do comércio é uma exigência do mais recente decreto que regulamenta a norma. Ações de fiscalização do município vem acontecendo neste caráter informativo, informa a diretora de Pesquisa e Monitoramento da Secretaria do Meio Ambiente, Erica Mielke. 

“As lojas receberam cartazes com as informações para que o consumidor não fique em dúvida”, reforça. Também é necessário que o estabelecimento mantenha o cadastro dos compradores, informando o tipo de produto adquirido, data, local e horário previsto da soltura. 

Esforço conjunto

Além de distribuir os folhetos informativos, manter a legislação visível e orientar o consumidor, a Associação Industrial e Comercial de Fogos de Artifício do Paraná (Aincofapar) criou selos que diferenciam os dois tipos de fogos para facilitar a identificação na prateleira. O verde está presente nos produtos com uso liberado em Curitiba e o vermelho, nos que não podem ser soltos na cidade.

O presidente da entidade, Rodolpho Aymoré Junior, conta que o projeto é piloto e que os selos estão disponíveis aos associados. Ainda de acordo com ele, a Aincofapar tem uma lista para orientar a identificação, conforme a legislação municipal. “É uma espécie de homologação dos ‘fogos ecológicos’ que possuem uma frequência sonora menor e atendem aos requisitos da legislação”, comenta.

Para o consumidor que está na dúvida, Aymoré explica que os fogos sem estampido mantêm a beleza e a plasticidade, sem prejuízo nenhum ao evento. “Com a vantagem de poderem ser utilizados em qualquer cidade do Brasil”, acrescenta e alerta, ainda, para que a compra seja feita, sempre, por maiores de 18 anos, em lojas devidamente autorizadas.

O que diz a lei

As multas para o cidadão que fizer a soltura ou manuseio dos fogos proibidos variam de R$ 400 a R$ 100 mil, conforme a gravidade da infração. O comércio que não cumprir as normas de orientação e cadastro pode ter o alvará cassado.

Selos desenvolvidos para os produtos para facilitar a venda e orientar os consumidores sobre a legislação municipal. Curitiba, 06/12/2021. Foto: Levy Ferreira/SMCS.

A demanda é, principalmente, da proteção animal, mas também beneficia crianças, especialmente aquelas com Transtorno do Espectro Autista, e os idosos, que também sofrem com os barulhos dos fogos.

A lei foi uma proposta da Câmara Municipal, ainda em 2019, com a motivação, em especial, de proteger animais domésticos, a fauna silvestre, bebês e pessoas portadoras de transtornos do espectro autista. Quem flagrar a soltura de fogos com barulho na cidade, deve fazer a denúncia pela Central 156.