5 lugares para comer fish n’ chips em Curitiba

Você sabe como surgiu o tradicional fish n’ chips? A história é tão controversa quanto a origem das partes que compõem o prato, as batatas fritas e o peixe empanado. De acordo com a história, a batata frita foi inventada na Bélgica, mas os franceses também reivindicam a autoria dessa iguaria culinária. Já o peixe empanado provém de países mais ao sul da Europa, inventado pelos povos judeus de regiões de Portugal e Espanha. A junção das duas comidas se tornou símbolo nacional da Inglaterra, mas não se sabe ao certo em qual parte do país o preparo teve origem.

Tradicionalmente, as batatas fritas são feitas no estilo rústico, ou seja, cortadas grosseiramente, mais espessas do que as americanas. O peixe comumente utilizado é de água salgada, normalmente arinca ou bacalhau, coberto por uma mistura de farinha de trigo, ou “farelo de pão”, e água, ou mais raramente cerveja, para assim ser frito empanado. De acordo com John K. Walton, especialista em história do turismo inglês, a partir da metade do século XIX o preparo se tornou fonte de alimentação rápida e barata entre a classe operária inglesa. Inicialmente, comercializado nas ruas de Londres embrulhado em papel absorvente e jornal, o peixe com fritas caiu no gosto dos britânicos, e hoje faz parte do cardápio de restaurantes de todo país. E é lógico que o preparo ganhou o mundo com sua receita tradicional e releituras.

Em Curitiba, o preparo desembarcou há pouco tempo, mas já é uma febre entre os jovens. Está no país, inclusive, a maior rede de fish n´ chips do mundo: o Sirène Fish & Chips, com origem em Curitiba (PR) e presente nas cidades de Florianópolis (SC), São Paulo (SP) e Brasília (DF). Fundado em 2016, pelos empresários Afonso Natal Neto,Lucas Lopes Muller, Alexandre Lopes e Raphael Umbelino, no ano passado o empreendimento comercializou mais de 80 mil porções de fish n’ chips. No Sirène, o público tem a oportunidade de saborear o fish n’ chips servido em um cone (pequeno ou grande) com peixe frito empanado e batatas fritas deliciosas, com preço a partir de R$ 15. O preparo da casa é desenvolvido com tilápia e recebe um tempero secreto que dá um sabor que se adequa com o paladar dos brasileiros. Para completar, existem várias opções de molhos especiais, entre eles tártaro, picante, barbecue e maionese da casa. Existe a possibilidade, também, de pedir um cone só com peixe frito empanado (Só Fish) ou só com batatas rústicas fritas (Só Chips).

 

Ficou com vontade? Confira 5 empreendimentos que oferecem fish n’ chips em Curitiba:

1 – Sirène Fish & Chips: a principal casa de fish n´chips do Brasil conta com quatro unidades na capital paranaense: Trajano Reis (nº 150), Vicente Machado (nº 632), Mercado Sal – Rua Itacolomi (n° 1515) e Pagu – Rua Conselheiro Carrão (nº 222). A rede trabalha com uma receita exclusiva no país, além de vários molhos.

2 – Bávaro: localizado na Rua 24 Horas (Rua Visconde de Nácar – sem número), um dos principais pontos turísticos de Curitiba, o empreendimento oferece um incrível fish n’ chips de 400g por apenas R$ 27,90.

3 – Go Fish: focado em frutos do mar, o empreendimento, que fica no descolado FRESH Live Market (Alameda Doutor Carlos de Carvalho, 1502), um dos principais polos gastronômicos de Curitiba, tem como um de seus grandes destaques o preparo britânico.

4 – The Fish & Chips English Pub: a casa, instalada no Shopping Hauer (Rua Cel. Dulcídio, 739), oferece a comida típica inglesa no bairro Batel desde 2016. Um dos destaques é a versão do preparo feita com bacalhau.

5 – Paradoja: a rede curitibana especializada em lanches rápidos oferece a receita tradicional de fish n’ chips. Em sua loja no Pátio Faivre (Rua Doutor Faivre, 229), no Centro de Curitiba, é possível comprar o preparo no cone e sair saboreando pela rua.

 

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Curso de smartphone para idosos está com inscrições abertas

Estão abertas as inscrições para o curso Inclusão Digital – Smartphone para Idosos, promovido pela Fundação de Ação Social (FAS), em parceria com o Instituto das Cidades Inteligentes (ICI). Os interessados podem se inscrever até sexta-feira (24/9), no portal Aprendere.

As aulas começam no dia 5 de outubro, com previsão de término em 4 de novembro. São 40 vagas ofertadas. Os conteúdos serão apresentados na forma de viodeaulas transmitidas pelo canal do ICI no YouTube.

Os temas abordados no curso serão configurações básicas do smartphone, fotos e vídeos, downloads de aplicativos; uso de WhatsApp, Facebook e e-mail e segurança e privacidade.

Além das aulas on-line, os participantes serão acompanhados por alunas do curso de Terapia Ocupacional da Universidade Federal do Paraná (UFPR), para complementar o conteúdo apresentado.

As estudantes, que integram o Projeto ID60+: promovendo ações educativas favoráveis à inclusão digital de idosos, vão tirar dúvidas dos idosos e ajudar a fixar o conteúdo, de acordo com o modelo do aparelho de smartphone que ele  possui.

O curso de inclusão digital para idosos foi implantado pela FAS em 2019. Ele faz parte do Programa Liceu de Ofícios e acontecia presencialmente, mas precisou ser adaptado para a forma on-line para evitar os riscos de contaminação pelo novo coronavírus.

Dúvidas e informações podem ser obtidas pelo telefone (41) 3250-7475.

MON promove programação especial na 15ª Primavera de Museus

Museu Oscar Niemeyer (MON) oferece ao público uma programação especial neste mês. As ações fazem parte da 15ª Primavera dos Museus, evento coordenado anualmente pelo Instituto Brasileiro de Museus (IBRAM) e que acontecerá até o dia 26 de setembro. São 680 instituições inscritas e mais de 1.700 atividades em todo o Brasil.

Nesta quarta-feira (22), às 16 horas, ocorrerá a edição especial do programa MON ao Vivo: a oficina virtual “Um Mapa na Palma da Mão”. Esta ação é gratuita e destinada a toda pessoa interessada, de 7 anos ou mais – crianças menores de 7 anos devem estar acompanhadas de um adulto.

A inspiração para a oficina é o tema proposto pela Primavera de Museus em 2021, “Museus: Perdas e Recomeços”, além das obras da série “Tente Ver o Oceano” (Maya Weishof), presentes no acervo do Museu. Para fazer a inscrição, é preciso acessareste link.

Depois de preencher o formulário, é só aguardar o recebimento do link de participação. Esta ação, realizada na plataforma Zoom, contará com intérprete de Libras. Para mais informações, é só entrar em contato pelo e-mail educativo@mon.org.br ou 3350-4448.

Já no dia 24 (sexta-feira), às 19 horas, o MON oferecerá o encontro virtual com Vanessa Lima – educadora, historiadora e coordenadora do Núcleo Educativo do Arquivo Histórico Municipal de São Paulo. É coautora do livro “Caminhando a Paulista: Pequeno Manual do(a) Historiador(a) da Cidade” e desenvolve projetos na área de mediação cultural em diferentes museus e instituições.

A videoconferência terá como tema “Sobre Patrimônios e Afetos: Os Museus e a Dimensão da(s) Memória(s)” e pretende traçar relações com territórios, artistas visuais, educadores e dinâmicas do patrimônio cultural que trabalham a partir de poéticas da memória e do esquecimento. Para participar, basta se inscrever em bit.ly/VideoconferênciaVanessaLima.

Serviço

Programação especial – 15ª Primavera dos Museus
ACESSÍVEL EM LIBRAS

Oficina virtual “Um Mapa na Palma da Mão”
Data: quarta-feira (22/9)
Horário: 16h – Plataforma Zoom
Inscrições pelo formulário bit.ly/MONaoVivoSetembro

Videoconferência com Vanessa Lima
Data: sexta-feira (24/9)
Horário: 19h – Plataforma Zoom
Inscrições pelo formulário bit.ly/VideoconferênciaVanessaLima

www.museuoscarniemeyer.org.br