3 milhões de paranaenses estão completamente vacinados contra a Covid-19

O Paraná atingiu nesta quarta-feira (25) o marco de 3.058.806 milhões de pessoas completamente imunizadas contra a Covid-19. Elas receberam imunizantes de dose única ou segunda dose, completando seu ciclo vacinal. O número corresponde a 35,07% da população paranaense com mais de 18 anos, estimada em 8.720.953 pessoas.

“Estamos muito felizes em ver o Paraná salvando vidas ao avançar na vacinação contra o coronavírus. Nesta semana, batemos o marco das 10 milhões de doses aplicadas e de 3 milhões de pessoas totalmente imunizadas. Isso vai criando um escudo imunológico cada vez maior, e fazendo com que caiam os números de internamentos e de casos mais graves de Covid-19”, ressaltou o governador Carlos Massa Ratinho Junior.

Dos que foram totalmente vacinados, 10,3% receberam a dose única da Janssen (Johnson & Johnson) — o equivalente a 316.022 pessoas. Os outros 2.742.784 receberam a segunda dose de seus respectivos imunizantes: 44% da Coronavac (Instituto Butantan/Sinovac), 41,7% com doses da AstraZeneca/Fiocruz/Oxford, e 3,9% com vacinas Comirnaty (Pfizer/BioNTech). Os dados são do Vacinômetro do SUS. 

Além destas, o Paraná também aplicou 7.139.695 primeiras doses. No total, foram 10.198.501 doses administradas em todo o Estado desde o início da campanha de imunização, em janeiro. Atualmente, 85,5% dos paranaenses adultos receberam ao menos uma dose (D1 ou DU). A meta da secretaria estadual da Saúde é chegar a 100% até o fim de setembro.

“A segunda dose é fundamental para garantir o esquema vacinal completo e a possibilidade efetiva da imunização do organismo, combatendo novas variantes. É importante que cada cidadão seja responsável e tome esse reforço na data correta. Essa é uma atitude não apenas de cuidado próprio, mas também coletivo”, ressaltou o secretário estadual de Saúde, Beto Preto.

Perfil de vacinados

Entre os imunizados com D2 ou DU, o grupo que mais concluiu o ciclo vacinal, em números absolutos, foram as pessoas de 60 a 64 anos (459.304 pessoas), seguidas pela população geral de 18 a 59 anos (415.383), pessoas de 65 a 69 anos (408.628), trabalhadores de saúde (359.921) e pessoas de 70 a 74 anos (300.933). Além disso, os imunizados são, em sua maioria, mulheres, correspondendo a 55,9% do total.

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PGR diz ao STF que abriu apuração preliminar sobre ataques às urnas

O procurador-geral da República, Augusto Aras, informou à ministra do Supremo Tribunal Federal Cármen Lúcia que abriu uma apuração preliminar para investigar se declarações do presidente Jair Bolsonaro contra as urnas eletrônicas e o sistema eleitoral configuram crimes.

O posicionamento de Aras, divulgado na noite dessa segunda-feira (17), veio depois que a ministra deu um novo prazo de 24 horas para que ele se manifestasse a respeito de um pedido de inquérito feito por parlamentares ao Supremo. Eles pedem que a Suprema Corte investigue as declarações do presidente, durante uma transmissão ao vivo na TV Brasil. Na ocasião, no fim de julho, o presidente fez críticas ao sistema de urna eletrônica. Posteriormente, o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) reafirmou a segurança das urnas.

Como já havia aberto uma investigação preliminar no âmbito da PGR, na última quinta-feira, o argumento de Aras, nesse caso do STF, é pelo arquivamento.

Aras destaca que a abertura da apuração preliminar vem sendo adotada sempre que o Supremo Tribunal Federal encaminha à PGR “notícia-crime protocolada na Suprema Corte, desde que exista lastro probatório mínimo em torno da prática, em tese, de conduta (s) criminosa(s).”

Ao pedir à PGR para emitir o parecer sobre o caso, a ministra Cármen Lúcia considerou graves as denúncias e os atos que podem configurar crime de natureza eleitoral, utilização ilegal de bens públicos e atentado contra a independência de poderes da República. Como resposta, o procurador afirma que vai investigar a existência de possíveis crimes, que justifiquem a abertura de inquérito.

“A depender da robustez dos elementos obtidos por meio dessas diligências, cabe ao órgão ministerial, então, discernir em torno de oferecimento de denúncia, de dedução de pedido de instauração de inquérito ou ainda de arquivamento, comunicando-se, oportunamente, ao respectivo relator”, acrescenta a petição.

Curitiba vacinou 1.237.545 pessoas contra a covid-19

A Secretaria Municipal da Saúde (SMS) de Curitiba imunizou, até quarta-feira (18/8), 1.237.545 pessoas com a primeira dose da vacina anticovid ou com o imunizante de dose única (Janssen).

Até o momento, 1.199.891 curitibanos receberam a primeira dose da vacina contra o novo coronavírus. Desse total, foram vacinados: 681.544 pessoas da população em geral (convocadas por idade); 213.206 idosos com 65 anos ou mais; 116.728 pessoas com comorbidades; 11.986 gestantes e puérperas; 8.196 pessoas com deficiência; 82 indígenas; 1.140 pessoas em situação de rua; 7.001 moradores, funcionários e cuidadores de instituições de longa permanência; 97.871 profissionais dos serviços de saúde da cidade (incluindo as equipes de vacinação); 16.348 trabalhadores das forças de segurança; 42.579 educadores (entre professores e trabalhadores da Educação Básica e Ensino Superior) e 1.252 trabalhadores da limpeza pública.

Imunização completa

Em Curitiba, 494.339 pessoas receberam a segunda dose da vacina até quarta-feira (18/8) e outras 37.654 pessoas receberam a vacina em dose única, completando esquema vacinal anticovid.

A cidade já aplicou 1.731.884 unidades da vacina anticovid – primeira e segunda doses ou dose única. Ao todo, 85% da população de Curitiba acima de 18 anos já receberam ao menos uma dose.

Doses recebidas

Até o momento, Curitiba recebeu do Ministério da Saúde, repassadas pelo Governo do Paraná, 1.887.941 doses de vacinas, sendo 1.227.634 para primeira dose, 621.282 para segunda dose e 39.025 doses de aplicação única. Nesse montante já estão contabilizados os 5% de reserva técnica.

A reserva técnica é uma medida de segurança, faz parte dos protocolos da logística e é necessária para evitar problemas no fluxo de imunização que possam ser causados por imprevistos eventuais, como por exemplo, quebra acidental de frascos.

O município tem capacidade para vacinar até 30 mil pessoas por dia e o avanço do cronograma de imunização ocorre à medida que as doses são com o envio de novas doses enviadas pelo Ministério da Saúde ao governo estadual, responsável por distribuir os lotes do imunizante aos municípios.

A Secretaria Municipal da Saúde (SMS) de Curitiba imunizou, até quarta-feira (18/8), 1.237.545 pessoas com a primeira dose da vacina anticovid ou com o imunizante de dose única (Janssen).

Até o momento, 1.199.891 curitibanos receberam a primeira dose da vacina contra o novo coronavírus. Desse total, foram vacinados: 681.544 pessoas da população em geral (convocadas por idade); 213.206 idosos com 65 anos ou mais; 116.728 pessoas com comorbidades; 11.986 gestantes e puérperas; 8.196 pessoas com deficiência; 82 indígenas; 1.140 pessoas em situação de rua; 7.001 moradores, funcionários e cuidadores de instituições de longa permanência; 97.871 profissionais dos serviços de saúde da cidade (incluindo as equipes de vacinação); 16.348 trabalhadores das forças de segurança; 42.579 educadores (entre professores e trabalhadores da Educação Básica e Ensino Superior) e 1.252 trabalhadores da limpeza pública.

Imunização completa

Em Curitiba, 494.339 pessoas receberam a segunda dose da vacina até quarta-feira (18/8) e outras 37.654 pessoas receberam a vacina em dose única, completando esquema vacinal anticovid.

A cidade já aplicou 1.731.884 unidades da vacina anticovid – primeira e segunda doses ou dose única. Ao todo, 85% da população de Curitiba acima de 18 anos já receberam ao menos uma dose.

Doses recebidas

Até o momento, Curitiba recebeu do Ministério da Saúde, repassadas pelo Governo do Paraná, 1.887.941 doses de vacinas, sendo 1.227.634 para primeira dose, 621.282 para segunda dose e 39.025 doses de aplicação única. Nesse montante já estão contabilizados os 5% de reserva técnica.

A reserva técnica é uma medida de segurança, faz parte dos protocolos da logística e é necessária para evitar problemas no fluxo de imunização que possam ser causados por imprevistos eventuais, como por exemplo, quebra acidental de frascos.

O município tem capacidade para vacinar até 30 mil pessoas por dia e o avanço do cronograma de imunização ocorre à medida que as doses são com o envio de novas doses enviadas pelo Ministério da Saúde ao governo estadual, responsável por distribuir os lotes do imunizante aos municípios.