Voltou ao ar!

Como muitos já notaram, nosso site estava fora do ar há algum tempo e precisávamos ajustar algumas coisinhas por aqui e também por a cabeça no lugar.

Se passaram mais de 6 anos desde que o Busão começou e buscamos incessantemente reinventar o nosso conteúdo e a forma de como vamos entregá-lo a vocês, que nos acompanham há muito tempo, e a você também que está chegando agora e só nos conhece pelo Facebook. Digo, não é fácil. Não somos mais aqueles piás que tinham o tempo dedicado apenas para o blog, mas agora dividimos o tempo com a nossa carreira, que foi caminhando juntamente com o crescimento do blog.

Com isso, vimos que algumas coisas vão mudar aqui e estamos preparando coisas novas e pessoas muito boas que se juntarão a nós para criar ainda mais conteúdo e quem sabe passar mais outros 6,7,8,9, 1290722901729011 anos com vocês aqui! 🙂

E finalmente, agradeço muito por tudo e por todos vocês que nos acompanham. Aguardem muitas novidades.

 

Cassio Ferreira (@cassitto)

 

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Brasil é uns dos que lideram a procura e procedimentos em cirurgia plástica: confira as mais procuradas!

O segmento estético e de beleza está entre os mais promissores do País, que ocupa o segundo lugar entre os países mais vaidosos, atrás apenas da Itália.

Na pesquisa, realizada pelo Instituto GFK, da Alemanha, em 22 países, os brasileiros afirmaram gastar, em média, 4,4 horas semanais com cuidados com a aparência, incluindo banho, depilação, escolha de roupa, penteado e maquiagem.

Outro estudo, do The Economist, colocou o Brasil na sétima posição entre 30 países quando se indagou sobre o tempo despendido pensando na própria aparência.

Assim, não é de se surpreender que o Brasil também seja destaque entre os países que mais realizam cirurgias plásticas.

Quais são os tipos mais procurados?

De acordo com dados de 2020 da Sociedade Internacional de Cirurgia Plástica Estética (ISAPS, na sigla em inglês), o Brasil é o segundo país que mais realiza cirurgias plásticas no mundo, atrás apenas dos Estados Unidos.

Em 2018 e 2019 o Brasil ocupava o primeiro lugar no ranking, com 1.498.327 e 1.493.673 procedimentos, respectivamente. Em 2020, entretanto, houve uma diminuição das cirurgias plásticas no país, de forma que os Estados Unidos retomou a primeira posição.

No Brasil, algumas cirurgias plásticas são as mais buscadas pelos pacientes. São elas:

Lipoaspiração 

Procedimento recomendado para remoção dos depósitos de gordura localizada como no abdômen, culotes, flancos, glúteos, pernas e mesmo pequenas regiões, como na papada;

Aumento de mama

A mamoplastia de aumento consiste na colocação da prótese de silicone para dar mais volume aos seios, podendo também remodelar o perfil e desenho das mamas; 

Cirurgia de pálpebra

A blefaroplastia é mais comum na terceira idade sendo indicada para tratamento da ptose palpebral, promovendo rejuvenescimento da região dos olhos;

Abdominoplastia

Consiste na cirurgia para remoção do excesso de pele da região abdominal. É indicada para pacientes com perda significativa de peso, como após a cirurgia bariátrica, e quadros de diástase associada à flacidez na barriga;

Lifting de mama

Também chamada de mastopexia consiste na remoção do excesso de flacidez dos seios, o que pode ser decorrente da idade e da amamentação. O procedimento pode ser associado à colocação de prótese de silicone;

Rinoplastia

Consiste na cirurgia plástica do nariz permitindo mudar o tamanho, angulação da ponta, proeminência da giba nasal, entre outras características do nariz. Pode ser associada a procedimentos para correção de aspectos funcionais do nariz, como desvio de septo.

Portanto, no Brasil há uma priorização de procedimentos com foco no corpo, mas também destaca-se a procura por cirurgias plásticas faciais.

Qual é o motivo da procura por cirurgias plásticas no Brasil?

Com a posição brasileira no ranking mundial de cirurgias plásticas é de se questionar a motivação das pessoas e os especialistas destacam diferentes fatores.

A busca pela saúde mental e bem-estar passa por fatores psicológicos, mas também físicos e muitas pessoas recorrem à cirurgia plástica com esse objetivo, sentirem-se mais felizes e satisfeitas consigo mesmas e com a própria aparência.

Nesse sentido, recorrer à cirurgia plástica não é mais visto como se render aos padrões estéticos impostos socialmente, mas o desejo e motivações individuais também devem ser respeitados.

Apesar disso, não se pode ignorar que ainda há pessoas que recorrem às cirurgias plásticas tendo em vista se enquadrar em um padrão de beleza. Especialistas, entretanto, desaconselham realizar cirurgias com esse tipo de motivação, especialmente em decorrência às expectativas irrealistas geralmente associadas.

Também deve-se considerar os níveis aumentados de exposição nas redes sociais e a influência digital de famosos e artistas que fazem com que uma parcela de pessoas deseje recorrer às cirurgias.

De fato, especialistas relacionam parte da busca pelas cirurgias plásticas a esses fenômenos de nossa geração, em especial entre os mais jovens. 

De acordo com a Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica (SBCP) houve um aumento de 141% na realização de cirurgias plásticas entre o público de 13 a 18 anos nos últimos 10 anos.

A exposição digital, incluindo a popularização das selfies, explica, por exemplo, o aumento da realização das cirurgias plásticas faciais como a rinoplastia e a blefaroplastia.

Quando recorrer à cirurgia plástica?

É importante que as pessoas vejam a cirurgia plástica como uma opção para se sentirem bem consigo mesmas, sendo um recurso para quando uma insatisfação estética se faz presente.

A avaliação do cirurgião plástico é essencial para compreender as motivações individuais e as expectativas em relação ao tratamento, o que garante um alinhamento mais adequado.

Por vezes, especialmente em pacientes mais jovens ou com histórico de cirurgias plásticas prévias, pode ser recomendada a busca orientação psicológica antes de recorrer ao tratamento.

Entretanto, também é importante reconhecer que a motivação para cirurgia plástica pode ser funcional, casos nos quais os procedimentos são oferecidos no Sistema Único de Saúde (SUS) e contam com cobertura de planos de saúde.

Esse é o caso, por exemplo, da mamoplastia redutora e também da abdominoplastia pós bariátrica. Nesses casos, a cirurgia plástica é importante para promoção da saúde, bem-estar e qualidade de vida dos pacientes.

Quebra de barreiras: ASID Brasil promove ações de sensibilização durante Semana Nacional da Luta da Pessoa com Deficiência

Constrangimentos, preconceitos, falta de acessibilidade, poucas oportunidades no mercado de trabalho e perda de autonomia. Estas são apenas algumas barreiras que fazem parte do dia a dia de pessoas com deficiência no Brasil. Quebrá-las é imprescindível para construir uma sociedade inclusiva e acolhedora para todos. Em homenagem ao Dia Nacional de Luta da Pessoa com Deficiência, celebrado em 21 de setembro, a Ação Social para Igualdade das Diferenças (ASID Brasil) promoverá a Semana Nacional da Luta da Pessoa com Deficiência entre os dias 19 e 23 de setembro.

A iniciativa tem a finalidade de aumentar a conscientização sobre os empecilhos enfrentados por pessoas com deficiência através de uma campanha nas redes sociais com dados do Projeto Ponto de Partida, mapeamento realizado pela ASID para compreender essa realidade, e os programas desenvolvidos pela organização. O projeto foi criado em 2021 para descobrir as prioridades, necessidades e percepções de pessoas com deficiência em todo o país e apontar caminhos e soluções a fim de alcançar melhorias. Os dados compilados foram obtidos a partir de pesquisas pré-existentes, formulários on-line e encontros com quem tem deficiência, familiares, amigos e pessoas próximas à causa, como profissionais da área socioassistencial, da área de saúde e de educação.

 “A compreensão e a constante atualização sobre o contexto da pessoa com deficiência no Brasil e suas prioridades é fundamental para guiar nossas ações de impacto social. O fortalecimento de espaços de escuta permite que as soluções para os desafios citados sejam criados a partir e com a pessoa com deficiência, um passo essencial para a representatividade e a assertividade. Este é um primeiro passo da ASID Brasil e sabemos que ainda há muito para ser feito. Já estamos articulando novas estratégias e parcerias para que nossos eixos de pesquisas e disseminação de informações sejam impulsionados nos próximos anos”, ressalta Leonardo Mesquita, Analista de Inovações Sociais da ASID.

Educação

Estimativas realizadas pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), Censo Escolar e Pesquisa Nacional de Saúde (PNS), em 2018, apontam que havia 12,5 milhões de pessoas com deficiência no país e 61% eram mulheres. Na população de 18 anos ou mais, 67,6% não possuíam instrução ou não completaram o Ensino Fundamental, um percentual muito superior aos 30,9% de pessoas sem deficiência com esse nível de escolaridade. Na mesma faixa etária, apenas 16,6% das pessoas com deficiência tinham Ensino Médio ou Superior completo contra 37,2% das pessoas sem deficiência. Devido a esses índices preocupantes, a ASID criou neste ano o Projeto Mais Educação: as diferenças que constroem. Com o  objetivo de fortalecer o papel das lideranças escolares e dos professores para fomentar a inclusão de pessoas com deficiência, o Mais Educação foi implementado no ensino regular em São Raimundo das Mangabeiras (MA).

Mercado de trabalho

Os números relacionados ao mercado de trabalho também revelam  muitos desafios.  A Relação Anual de Informações Sociais (RAIS) de 2020 registrou somente 495.784 pessoas com deficiência em trabalho formal de um total de 46 milhões de pessoas com vínculo empregatício. Segundo dados do Ministério da Cidadania (2020), dentre os 4,33 milhões de indivíduos com deficiência cadastrados no CadÚnico, somente 7% informaram exercer algum tipo de trabalho, sendo que três em cada quatro têm trabalhos informais. Para reverter esse quadro foi criado o Programa Empreenda, que oferece oficinas temáticas multidisciplinares, mentorias e acompanhamento para adaptação e inserção no mercado de trabalho e no empreendedorismo. 

Nos últimos três anos, a ASID realizou seis edições do Programa Empreenda em parceria com empresas, beneficiando 164 famílias de 34 cidades. Uma dessas edições foi realizada em parceria com a Secretaria Municipal da Pessoa com Deficiência da Cidade de São Paulo. Para 76% das pessoas formadas, o curso deu a confiança de que elas podem empreender e 52% indicaram que saíram do curso colocando em prática as ferramentas e os conteúdos que aprenderam. Com isso, ganharam uma fonte de renda e a oportunidade de traçar um novo rumo para suas vidas.

Capacitação e parceria com embaixadores

Outra ação durante a Semana Nacional da Luta da Pessoa com Deficiência será o treinamento interno Inclusão e Diversidade no dia 21 de setembro, com histórico e contexto da pessoa com deficiência no Brasil e terminologias, tipos de deficiência e de acessibilidade, boas práticas inclusivas, capacitismo, eixos do desenvolvimento da pessoa com deficiência e caminhos e soluções a serem construídos pela ASID Brasil. No dia 30 de setembro, ocorrerá um encontro com a equipe da organização para debater os principais pontos abordados. O material será disponibilizado para novos membros da ASID no futuro. 

A organização também dará seus primeiros passos na parceria com embaixadores e convidará duas pessoas com deficiência para desempenharem esse papel. “Este é um grande passo para as novas estratégias de impacto da ASID. Nos últimos anos, iniciamos ações internas de diversidade para o time da ASID. O movimento de embaixadores complementa essas ações e será um pilar importante de representatividade e chancela de nosso impacto social. Queremos ampliar, nos próximos anos, o número de embaixadores e regiões representadas e, com esse grupo, criar novos espaços de discussão, metodologias e gerar conteúdos para fortalecer as pautas de diversidade e inclusão no país”, conclui Leonardo.

Sobre a ASID Brasil

A ASID é uma organização social voltada à construção de uma sociedade inclusiva por meio de projetos de responsabilidade social, como voluntariado, inclusão no mercado de trabalho e desenvolvimento de gestão de organizações parceiras. Com mais de dez anos de atividades, tem mais de 100 mil pessoas impactadas e mais de 7 mil voluntários. A ASID também possui reconhecimento a partir de prêmios nacionais e internacionais, como o Melhores ONGs Época e o United People Global. Mais informações, acesse www.asidbrasil.org.br