USD: R$ -- EUR: R$ -- BTC: R$ -- BTC: USD --

Trump afirma que ataque à Venezuela resultou em “muitos” mortos

Em um discurso realizado em Washington na terça-feira (6), o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, elogiou a recente operação militar na Venezuela, que resultou no sequestro do presidente Nicolás Maduro e de sua esposa, Cília Flores. O evento marcou a abertura do ano legislativo no Congresso norte-americano.

Detalhes da Operação

Durante a reunião com deputados do Partido Republicano, Trump afirmou que “do outro lado, muitos morreram”, indicando que havia grande número de cubanos entre as vítimas. Embora não tenha revelado muitos detalhes, ele ressaltou a complexidade da operação militar, que contou com a participação de 152 aeronaves e teve numerosos soldados em campo.

“A operação foi incrível. Ninguém morreu do nosso lado. Do outro lado sim, muitos morreram, infelizmente. Muitos cubanos,” disse Trump ao se referir aos seguranças de Maduro.

Comentários sobre Maduro

Trump não poupou críticas ao presidente venezuelano, chamando-o de “um cara violento” e fazendo referência a um vídeo em que Maduro tentava imitar uma de suas danças. Ele também enfatizou o papel do exército dos EUA na operação, alegando que um corte estratégico de eletricidade em Caracas foi um momento crucial para ilustrar a situação da população.

Força Militar

O presidente destacou a superioridade das forças armadas norte-americanas, afirmando: “Nós temos a força militar mais poderosa, letal e sofisticada do planeta. Ninguém pode nos enfrentar.”

Críticas ao Partido Democrata

Trump também dirigiu críticas ao Partido Democrata, que se opôs à ação militar. Ele desqualificou os manifestantes em Nova York que protestaram contra o sequestro de Maduro, afirmando que eram “pessoas pagas”.

Reação da Venezuela

Em resposta, o ministro da Defesa da Venezuela, Vladimir Padrino, denunciou que a equipe de segurança de Maduro foi morta “a sangue frio”, afirmando que soldados e civis inocentes também foram vitimados no ataque. Em um vídeo, Padrino, acompanhado de membros das Forças Armadas, reafirmou a oposição à intervenção norte-americana e exigiu a liberação de Maduro, que está detido em Nova York sob acusações de narcoterrorismo.

As tensões entre os Estados Unidos e a Venezuela continuam a aumentar, enquanto a comunidade internacional observa atentamente os próximos desdobramentos dessa crise.

📲 Receba as notícias de Curitiba no WhatsApp!

Participe do grupo do Busão Curitiba e fique por dentro de tudo que acontece na cidade. Entrar no grupo ›

Publicações recomendadas

Leia também