Tecnologia paranaense acelera atendimento em startup médica

A área de saúde é, de longe, um dos setores com maior volume de dados. Os desafios na gestão são diversos e crescentes, no entanto, só a tecnologia é capaz de tornar os processos mais dinâmicos e seguros.

Neste sentido, o Business Intelligence (BI) se tornou um aliado para a gestão em saúde. Ao armazenar dados de diferentes setores – clínico, financeiro, administrativo –, a inteligência consegue visualizar cenários minuciosos, que auxiliam na hora da tomada das decisões de forma estratégica e assertiva.

Desde fevereiro do ano passado, a Nagis Health, empresa de desenvolvimento de tecnologias e prestação de serviços em saúde, aposta em BI para ganho de performance e celeridade nas entregas.

Leandro Savitraz, gerente de Operações na Nagis Health

Para assegurar aos clientes a disponibilidade das informações com maior qualidade e agilidade, a empresa utiliza o SuperBI, ferramenta de BI desenvolvida pela BXBsoft.

A integração do software na empresa foi um processo fácil e rápido. Poucas horas dedicadas exclusivamente para o treinamento foram suficiente para que, em 15 dias, os dashboards já estivessem disponíveis ao cliente. 

“O atendimento às operadoras de planos de saúde era realizado de maneira convencional e obsoleta. Com isso, os relatórios demandavam um tempo maior. Com o módulo de BI integrado, reduzimos consideravelmente o deadline sem perder a qualidade do serviço prestado”, afirma Leandro Savitraz, gerente de Operações na Nagis Health.

Leonardo Matt, CEO da BXBsoft

Para Leonardo Matt, CEO da BXBsoft, a navegação simples e a usabilidade da ferramenta são alguns dos fatores que garantem o sucesso do SuperBI. “As informações podem ser consultadas em computadores ou smartphone. Isso dá autonomia ao cliente para avaliar os dados em tempo real, de onde e quando quiser”, ressalta.

O software desenvolvido pela  Nagis Health atende duas necessidades. Uma voltada para a gestão de sinistros das operadoras e outra para o custo assistencial dos pacientes. “Os profissionais da área de saúde utilizam o software para lançar protocolo de atendimento, consultas e exames. Até o gasto com o material é registrado”, destaca Leandro.

Os indicadores são personalizados conforme a necessidade do usuário final e apresentados em gráficos e dashboards dinâmicos e intuitivos. Os dados apresentados nos relatórios ajudam a compreender melhor cada empresa e a definir ações com base em informações minuciosas e reais para decisões mais assertivas.

Riscos reais

Entender e atender as demandas gerenciais foram cruciais para a Nagis Health fidelizar seus clientes. “Se não tivéssemos o SuperBI provavelmente não conseguiríamos atender essas demandas de cerca de 60% dos nossos clientes. Era uma demanda expressiva e necessária no momento da pós-implantação da parte operacional do sistema. O BI representa um recurso vital”, finaliza Leandro.

SERVIÇO

Para saber mais:

Super BI – https://www.bxbsoft.com.br/

Nagis Health – http://nagis.com.br/

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Cidades inteligentes podem movimentar US$ 2,4 trilhões até 2025, aponta estudo

Hoje, cerca de 4,2 bilhões de pessoas vivem em centros urbanos. Esse número diz respeito a 55% da população mundial. Para o Brasil, a expectativa da Organização das Nações Unidas (ONU) é de que, até 2050, 70% da população esteja vivendo em áreas urbanas. Esses dados confirmam a necessidade de se pensar em cidades inteligentes, ou seja, que utilizem a tecnologia para melhorar a qualidade de vida das pessoas.

Segundo uma reportagem publicada pela Isto É Dinheiro, ainda não existem métricas que informem sobre a relação direta entre cidade inteligente e atração de investimentos, mas especialistas afirmam que há um vínculo imediato para isso, já que empresas e trabalhadores qualificados tendem a buscar por essas cidades. Um estudo da consultoria Frost & Sullivan citado na mesma reportagem, prevê que as cidades inteligentes podem movimentar US$ 2,4 trilhões em 2025.          

O engenheiro civil e pré-candidato a deputado federal, Joel Krüger, defende que com o número cada vez maior de pessoas que optam por viver nas grandes cidades, é necessário que os governantes pensem em gestões mais ativas. “Quando pensamos que cada vez mais as pessoas estão conectadas e buscam praticidade no dia a dia, é necessário pensar em soluções que atendam essas necessidades, como infraestrutura moderna de transporte, saneamento, moradia e mobilidade urbana que suportem o crescimento de demandas públicas”, explica.

Por aqui, ainda há o fato de que muitos problemas se arrastam por mais de 500 anos e que passam por áreas como planejamento urbano, saneamento básico, regularização fundiária, ineficiência de processos, entre outros. Apesar de o Brasil ter boas iniciativas, nenhuma cidade pode ser considerada inteligente, pois não tem infraestrutura.

Em 2021, a consultoria Urban Systems considerou Curitiba a cidade mais inteligente e conectada do país. Sendo mobilidade urbana um dos indicadores levados em consideração, a capital paranaense, por exemplo, incentiva desde 1980 a utilização de transporte público, tida como um exemplo no campo de mobilidade. “Uma das bandeiras que defendo é transformar as cidades brasileiras em lugares que funcionem melhor, utilizando a tecnologia e o conhecimento técnico que tenho na área de infraestrutura para alcançar o objetivo de oferecer mais qualidade de vida a todos os brasileiros, principalmente aos paranaenses”, enfatiza Joel.

O que são cidades inteligentes?

Songdo, na Coreia do Sul, é um ótimo exemplo de cidade inteligente. Ela foi planejada com edifícios conectados a sistemas que monitoram energia e alarmes de incêndio, assim reduz gastos com manutenção. Além de que todos os apartamentos possuem um sistema que destina resíduos jogados diretamente para a central de coleta de lixo.

Copenhague, capital da Dinamarca, possui 400 km de ciclovias, diminuindo a emissão de poluentes e contribuindo para a preservação ambiental. Por lá, 63% dos parlamentares vão de bicicleta todos os dias para o trabalho. Até 2025, Copenhague quer ser a primeira capital do mundo neutra em carbono.

Joel explica que cidades inteligentes utilizam a tecnologia de maneira estratégica para o planejamento urbano, contribuindo para melhoria da infraestrutura, habitação e mobilidade urbana. “A tecnologia também contribui para o desenvolvimento de ações e soluções sustentáveis, tais como coleta de lixo consciente, controle da poluição do ar e preservação ambiental, entre outras ações que melhorem a qualidade de vida dos habitantes”, finaliza.

Brasil é 1º no ranking mundial de crescimento das compras online

Com a pandemia e as lojas físicas fechadas, as vendas online cresceram significativamente em todos os países do mundo.

A grande surpresa, é que especialmente no Brasil, o aumento foi ainda mais significativo. O país que lidera o ranking de crescimento das vendas online, com 22,2% no ano de 2022, e um crescimento estimado de 20,73% ao ano, entre 2022 e 2025.

É o que revela um estudo divulgado pela CupomValido.com.br <https://www.cupomvalido.com.br/> , plataforma de cupons de descontos online, com dados da Statista sobre as vendas no e-commerce.

De acordo com o estudo, o Brasil possui uma expectativa de crescimento quase duas vezes maior que a média mundial (11,35%), e acima até de países como o Japão (14,7%), o Estados Unidos (14,55%) e a França (11,68%).

 <https://i.imgur.com/NyokP3T.png>

Por que o e-commerce no Brasil cresce tanto?

Dois fatores foram cruciais para influenciar o forte crescimento das vendas online no Brasil.

A pandemia é um dos primeiros fatores, pois com as lojas físicas fechadas, fez com que diversos brasileiros passassem a realizar sua primeira compra online. Ao encontrar facilidade na compra, métodos de pagamento instantâneos (como o PIX), e entregas rápidas (diversas lojas com entregas em 1 dia útil), muitos deles se tornaram consumidores recorrentes.

Um segundo fator, é que o índice de penetração de compras online, ainda é relativamente baixo no Brasil.

Segundo a pesquisa, no Reino Unido, 84% das pessoas realizaram pelo menos uma compra nos últimos 12 meses. Nos Estados Unidos e no Japão, em ambos os países a taxa foi de 77%. E na Alemanha, foi de 74%.

Como boa parte da população, principalmente destes países desenvolvidos, já realiza frequentemente compras online, a taxa de crescimento em potencial tende a ser menor nos próximos anos.

Em contrapartida, no caso do Brasil, apenas 49% da população realizou ao menos uma compra online no último ano. Isto explica o potencial significativo de crescimento que o Brasil ainda possui, ao comparar com os outros países.

Fonte: Statista, CupomValido.com.br <https://www.cupomvalido.com.br/>

 <https://i.imgur.com/RmnjN66.png>

Confira o infográfico completo abaixo:

 <https://i.imgur.com/JXXz1iQ.png>

 <https://i.imgur.com/JXXz1iQ.png>