Série original da Rádio Evangelizar leva ao ar histórias inspiradoras e emocionantes de sobreviventes

“Eu sou um milagre vivo”, afirma o caminhoneiro José Biscaia, de 43 anos, sobrevivente de um dos maiores desastres naturais da história do Paraná: o deslizamento de terra que soterrou diversos veículos na BR-376, no dia 28 de novembro de 2022 em Guaratuba, Litoral do Paraná. A imagem de um vídeo que Biscaia gravou de dentro da cabine de seu caminhão, sob sete mil metros cúbicos de terra, viralizou na internet e correu o mundo nos programas jornalísticos. Em outro registro, que fez nas mais de quatro horas em que ficou mergulhado na escuridão, o caminhoneiro chegou a se despedir da família, pensando que não voltaria mais para casa. Toda a carga emocional daqueles momentos e a serenidade que ele ancorou na fé, soterrado de medos e incertezas, são trazidas em detalhes na entrevista que Biscaia concedeu ao jornalista e diretor da Rádio Evangelizar, Marcelo Medeiros. “A minha fé teve de ser maior que o medo”, revela em um dos trechos do depoimento.

Testemunhos inspiradores como o do caminhoneiro sobrevivente são a matéria-prima da série inédita e original “Milagres”, criada pela equipe de produtores das emissoras de rádio que integram a Rede Evangelizar e que foi lançada nesta semana, com veiculação em mais de 1.600 emissoras de todo o Brasil, pertencentes ao sistema de expansão da Associação Evangelizar É Preciso. No total, quatro episódios já estão prontos e programados para serem transmitidos semanalmente. Além do primeiro, com o testemunho de fé e de esperança de José Biscaia, “Milagres” vai apresentar outros personagens do mundo real e narrar fatos inspiradores do cotidiano de pessoas comuns, que se agigantam na superação das dificuldades humanas, na confiança do poder divino e na valorização da vida.

A série amplifica a voz e o exemplo desses tantos “milagres vivos”. A repercussão do lançamento foi positiva e emocionou os ouvintes da Rádio Evangelizar na estreia da série, colocada no ar nos programas “Viva a Alegria”, às 9h da manhã, nas emissoras de frequência modulada (FM), e “A Hora do Associado”, transmitido às 11h, em amplitude modulada (AM).

A equipe de produção da série lembra que o caminhoneiro do desastre ambiental de Guaratuba, católico e devoto de Nossa Senhora de Aparecida, disse estar muito feliz em contar sua história para abrir “Milagres”, uma vez que ele teve um tempo maior para transmitir com riqueza de detalhes o que viveu. A mensagem de despedida à família, o motorista nem chegou a mostrar. Ele substituiu por outra, de agradecimento, que viaja mais longe, por meio dos microfones da série original da Rádio Evangelizar: “O que fica é que você nunca sabe qual será o último abraço, a última mensagem, o último adeus e começa, a partir desse momento, a dar mais valor às pequenas coisas”, conclui.

Na segunda-feira, 23 de janeiro, nos mesmos programas e horários, a Rádio Evangelizar transmitiu o segundo episódio da série “Milagres”, narrando as experiências do soldado voluntário Adilson Ganzer, de 43 anos, morador da cidade de Piraquara, que lutou na guerra entre a Ucrânia e a Rússia no ano passado. Mesmo em meio ao cenário de destruição do conflito no Leste Europeu, Adilson presenciou milagres e encontrou espaço para exercer a caridade católica, levando conforto às pessoas à sua volta, incluindo outros soldados e moradores das comunidades na mira dos bombardeios.

O terceiro episódio da série vai ao ar no dia 30 de janeiro e o quarto, no dia 6 de fevereiro. O episódio 4 ganhará um formato também de videocast para veiculação no canal do YouTube da Rádio Evangelizar. E há mais estreias à vista: a série vai virar podcast para ampliar o alcance e contemplar a audiência dos conteúdos das plataformas de streaming e aplicativos da Evangelizar. “Milagres vem para emocionar e inspirar as pessoas. Ao mostrar personagens que passaram por grandes provações e enfrentaram situações dramáticas, a intenção é transmitir uma mensagem de esperança, de confiança para o público, apontando caminhos de força e de iluminação para que não desistam diante dos primeiros obstáculos encontrados”, diz Medeiros.

A Rádio Evangelizar pode ser sintonizada na AM 1060 MHz, AM 1430 MHz, FM 99.5, para a Região Metropolitana de Curitiba, e FM 90.9, que abrange o Planalto Norte de Santa Catarina.

SERVIÇO:

Série “Milagres” da Rádio Evangelizar

Quatro (4) episódios, que vão ao ar às segundas-feiras

Às 9h no programa “Viva Alegria”, pelas rádios FM 99.5, para Curitiba e Região Metropolitana, e FM 90.5, para Lapa e região do Planalto Norte de Santa Catarina. Ou pelo aplicativo da Associação Evangelizar É Preciso e neste horário.

Às 11h, no programa “A Hora do Associado”, das rádios AM 1060 e 1430, em Curitiba e Região Metropolitana. Ou pelo aplicativo da Associação Evangelizar É Preciso neste horário.

Mais de 1.600 emissoras da rede de expansão da Evangelizar também retransmitem a série na sua grade de programação.

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Ano novo, casa organizada: confira quatro dicas para organizar tudo em pouco tempo

Com a chegada do novo ano, é comum programar aquela faxina para se desfazer do que não é mais necessário e liberar espaço. Os papéis acumulados, decorações de Natal, roupas em excesso, objetos dispensáveis e utensílios antigos que acumulam, bagunçam e impedem o aproveitamento dos espaços são o principal foco da organização. Assim, é possível preservar uma casa mais prática, organizada e que promova conforto e aconchego. E, vale lembrar, um lar pequeno não é limitador para ajustar móveis, organizar objetos, dispor dos objetos de maneira funcional e sem comprometer a estética.

A Espaço A+, rede de self storages, separou algumas dicas para começar o ano com a casa organizada e os espaços mais otimizados:

Revise papéis e documentos  

Na hora de fazer a limpa na papelada, é preciso prestar atenção para não jogar fora notas fiscais de produtos que ainda estão na garantia e documentos pessoais originais, como certidões. Aqueles que possuem mais de cinco anos ou que não precisam mais ser guardados, podem ser descartados. Manuais e papéis em geral também podem ser eliminados, caso não sejam mais necessários. Para facilitar, o ideal é dividir os documentos em pastas etiquetadas e com indicação do conteúdo que guardam.

Outra dica funcional é guardar as caixas de arquivos em um box self storage, para mantê-los seguros. “Os boxes são como containers que permitem o armazenamento de caixas, objetos e arquivos que não são usados com frequência e acabam ocupando o espaço que poderia servir para guardar algo mais útil. É uma forma de liberar espaço tendo a certeza de que tudo está bem guardado em um local seguro”, explica a gerente de operações da Espaço A+ Self Storage, Rousy Mary Rojas. 

Arrumar o guarda-roupas

Mais uma sugestão para facilitar o dia a dia é deixar à mão as roupas utilizadas na estação corrente, como vestidos, bermudas, regatas e itens de praia. Já casacos e botas podem ser guardados em local separado, com antimofo.Para alguns materiais específicos, como o couro, é desejável tirá-los do guarda-roupa a cada 30 dias, deixando a peça na sombra e em ambiente fresco. Independentemente do item, se ele tem uso e serventia esporádica, é importante que seja armazenado limpo, lembrando que as peças brancas precisam de cuidados extras para evitar o amarelamento. A regra que pode ser aplicada é: se a peça não foi usada no último ano, é sinal que está sobrando e você pode passar adiante, doando ou revendendo.

Organizar os objetos

Prancha de surfe, barraca, bicicleta, ferramentas, quadros, móveis, entre outros, são alguns exemplos de itens que ocupam bastante espaço e que nem sempre são utilizados no dia a dia. Uma alternativa é armazená-los em um box, visto que a maioria dos apartamentos não possuem espaço suficiente para guardar objetos sobressalentes.“Assim, os ambientes do lar acabam sendo otimizados e um ‘quartinho da bagunça’ pode virar uma sala de estudos, um atelier ou estúdio”, sugere a gerente.

Outro utensílio frequente no fim do ano, e que ocupa muito espaço, é a árvore de Natal e os enfeites . Segundo Rousy, esse item é um dos mais comuns de ser encontrado nos boxes locados. “Com os apartamentos e as casas centrais diminuindo de tamanho, as pessoas têm buscado alternativas para guardar seus pertences com pouca utilização. Esse é o caso das decorações natalinas, que não precisam ocupar os espaços de casa o ano inteiro.”

Mantenha a organização

Essa é uma tarefa que deve ser rotineira para evitar o acúmulo de bagunça e facilitar a manutenção dos espaços. Colocar na agenda um horário semanal e tratá-lo como compromisso é uma proposta que funciona: não acumule tarefas. Assim, as pequenas organizações semanais tornam o processo mais rápido e ajudam a evitar a procrastinação. “Manter a casa organizada também facilita a limpeza diante da correria do dia a dia, já que a pessoa não perde tempo procurando o que precisa, uma vez que os materiais estarão guardados no lugar certo”, finaliza a gerente da Espaço A+.

Sobre a Espaço A+

A Espaço A+ Self Storage é uma rede de self storages, com unidades em pontos estratégicos de Curitiba (PR) e São José dos Pinhais (PR), que disponibiliza boxes para locação de pessoa física ou jurídica. Além da fachada moderna, os espaços possuem sala de reuniões e uma infraestrutura com corredores claros em tons de laranja e azul, sistema de controle de acesso e monitoramento 24 horas. Mais informações: www.espacoamaisself.com.br.

Cinco tendências do mercado automotivo para 2023

Dois anos de pandemia, disparada do dólar, aumento no preço dos combustíveis e falta de componentes para a fabricação mundial de veículos. O mercado automotivo vem sofrendo com queda de vendas e problemas na cadeia de produção desde o início de 2020. Por outro lado, as mudanças que aconteceram nesse segmento nos últimos dois anos foram maiores e mais rápidas que todas as registradas na década anterior. De acordo com o vice-presidente da Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave), Luís Antônio Sebben, o mercado se transformou rapidamente devido, principalmente, à mudança brusca no comportamento do consumidor durante e pós-pandemia. “O cliente passou por uma transformação digital brusca que não teve volta, mesmo com o fim do lockdown“, aponta.

Ele explica que, em 2021 e 2022, as motos foram as grandes responsáveis por segurar o mercado em pé, com a queda no número de empregos formais e o aumento da procura por veículos de delivery (motocicletas). Isso aconteceu porque faltaram componentes para a produção dos zero-quilômetro. Mesmo com os juros de financiamento de seminovos em queda, tornando a compra mais atrativa para o consumidor, esse segmento ainda não conseguiu voltar a crescer. Para 2023, Sebben prevê um aumento tímido da indústria automobilística brasileira como um todo, algo em torno de 3% a 5%. “Dependemos muito do novo governo. Se a política econômica for bem conduzida, esperamos um número ainda melhor”, revela.

De acordo com o professor de Engenharia Mecânica da Universidade Positivo, Tulio Paim Horta, um aumento na procura por novos veículos também é esperado para os próximos meses. “Tivemos, já no final do ano, filas de espera por automóveis novos. Acredito que, no Brasil, carros econômicos e que possam de alguma forma agregar valor, como no caso dos carros para Uber ou com caçamba, irão liderar as vendas”.

Segundo pesquisa do Instituto dos Engenheiros Eletrônicos e Eletricistas (IEEE), organização técnico-profissional mundial dedicada ao avanço da tecnologia em benefício da humanidade, o setor automotivo e de transporte será um dos três mais impactados pela tecnologia em 2023. “Ainda que seja difícil prever o comportamento do mercado no futuro, este ano tem potencial para uma melhoria mais rápida na produção, nas vendas e uma normalização mais rápida nos preços”, ressalta Sebben. 

As megatendências mundiais conhecidas como ACES (sigla em inglês que significa Autonomia, Conectividade, Eletrificação e Compartilhamento) terão um impacto periférico no setor – e não uma profunda transformação, como mostra um estudo do International Car Distribution Programe (ICDP), que realiza pesquisas sobre distribuição automotiva na Europa, China e Brasil. Segundo especialistas, cinco tendências devem acelerar a recuperação brasileira no segmento. São elas:

Retomada dos importados

Horta lembra que muitos dos carros usados hoje no país vêm de outros países da América do Sul e outros, de outras partes do planeta. Por sua vez, Sebben aposta na recuperação das vendas de veículos importados, que em 2022 tiveram grande queda, principalmente em função do aumento do câmbio e de um rescaldo da falta de componentes eletrônicos. 

Tecnologia e conectividade

Segundo especialistas da Dealersites, empresa que lidera a digitalização do mercado automotivo, a tecnologia redefinirá a experiência de dirigir, por meio de veículos mais seguros, customizados e inteligentes, criando verdadeiros computadores sobre rodas. “Podemos esperar ainda mais tecnologia, transparência de informações e conectividade para 2023, com carros elétricos, híbridos e por assinatura ganhando espaço”, afirma Cesar Cantarella, CEO da Dealersites.

Quando se fala em descarbonização, o Brasil ainda caminha a passos lentos, mas tem potencial para acelerar. “Um cenário possível é que, com estímulo vindo principalmente do setor privado, agências de fomento e pequenos incentivos do Estado, em 2035 é possível que 30% da frota no país já sejam de veículos elétricos”, avalia Horta. Ele projeta, ainda, outros dois cenários. Em um deles, políticas públicas mais claras e funcionais incentivam a pesquisa nas universidades públicas e privadas para, por consequência, aumentar a produção e desenvolver a infraestrutura local. Assim, até 40% da frota poderiam ser elétricos. Por fim, o terceiro cenário parte de um produto nacional estratégico: o etanol. “Em termos de volume, esse cenário teria também 30% da frota nacional composta por veículos elétricos. Para isso, precisaríamos de valores menores para o investimento em infraestrutura. Podemos aproveitar as grandes pesquisas que já estão em andamento com relação ao combustível e combiná-las com a intensificação de novos investimentos a fim de promover uma descarbonização representativa”, acrescenta.

Menos estoque e mais experiência para o consumidor

Se antes as concessionárias precisavam dispor de vários modelos de veículos, hoje, os vendedores vêem na internet uma forma de driblar a concorrência. Para o CEO da Dealersites, Cesar Cantarella, migrar a jornada do cliente para o digital vai trazer facilidades e incremento na experiência do comprador. “Com o catálogo on-line, o consumidor não precisa mais bater perna e pode comprar seu próximo carro de qualquer lugar. Mas a jornada totalmente digital deve amadurecer nos próximos anos antes de passar a ser a principal forma de se comprar um automóvel”, complementa.

A pandemia e o avanço dos serviços digitais mudaram a forma de vender carros. Com uma transformação que abre novos caminhos para a mobilidade urbana, as concessionárias vão precisar inovar o modelo de negócios. “O mercado está se adaptando, na busca por trazer mais opções de produtos e condições que se adequem a cada perfil de cliente. Por isso, a tendência é que as ofertas sejam mais assertivas e estejam acompanhadas do valor final pago na concessionária. Por outro lado, implementar as novidades pode ser uma tarefa muito complexa e, por isso, é importante contar com a ajuda de parceiros especialistas em cada assunto”, explica Cesar.

Para o gerente comercial da Cia. de Automóveis Slaviero, tradicional concessionária Ford em Curitiba, Rogério Lechinski, as revendas caminham para instalações menores, mais modernas e atualizadas e o papel do vendedor se tornou ainda mais importante. “Veremos muita venda direta e personalizada. A tendência é que o cliente vá menos à concessionária – e quando for, já vai decidido pelo que quer. Por isso, vai se destacar o vendedor que tiver mais habilidades e agilidade no meio digital, oferecendo maior comodidade ao cliente”, aponta. Ainda segundo Lechinski, as concessionárias terão papel decisivo no momento da experiência do test drive e da entrega das chaves.

Processos burocráticos mais rápidos

Com o avanço da tecnologia, os processos burocráticos em cartórios, como registros de veículos, estão cada vez mais rápidos. “A tecnologia venceu a burocracia; o próximo ano será determinante para as mudanças no processo de digitalização. Dessa forma, as pessoas podem economizar tempo e dinheiro”, afirma o diretor comercial da Tecnobank, Cristiano Dantas. 

Locação por hora: custo unificado pelo tempo de uso, processo digital e liberdade 

De acordo com dados do Sindicato Nacional da Indústria de Componentes para Veículos Automotores (Sindipeças), o Brasil tem a sexta maior frota de veículos do mundo, ficando atrás dos EUA, China, Japão, Rússia e Alemanha. A busca por soluções de mobilidade urbana passa pela locomoção intermodal, que utiliza vários meios de transporte, mas também pela conscientização a respeito de como os veículos particulares influenciam o cenário urbano e a qualidade de vida das pessoas como um todo. Nesse sentido, uma iniciativa inovadora que já está presente em diversas capitais brasileiras é a locação por hora. O V1, braço da Vix Logística, um dos maiores players do setor no país, é um serviço inédito de aluguel de veículos 100% digital por diversos períodos, inclusive meia-diária (12h) – algo raro dentre as locadoras tradicionais. Nestes casos, o processo de locação é muito simples: após o download do app e cadastro inteiramente on-line, o cliente já pode selecionar a modalidade de aluguel e o período de contratação. Após o cadastramento de um cartão de crédito válido, o aluguel é efetuado. Em seguida, basta encontrar o veículo no ponto de coleta selecionado, escanear o QRCode localizado no parabrisa e abrir a porta do carro via bluetooth direto do celular. “As estações são abertas 24h e o interessado loca o automóvel em três minutos. Os principais motivos para as locações mais curtas, como a meia-diária, é a utilização de um veículo para mobilidade eventual, como uma reunião, uma viagem ou trabalho. Percebemos que os consumidores não querem ficar à mercê dos serviços de motoristas particulares ou arcar com os custos fixos de possuir um automóvel. No modelo de locação por hora, a pessoa paga apenas pelo tempo de uso e realiza todo o processo digitalmente pelo aplicativo. É uma alternativa à mobilidade”, explica o gerente de marketing do V1, Vinicius Carneiro

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