Semana começa com 3.491 vagas ofertadas pelas Agências do Trabalhador

As 216 Agências do Trabalhador do Estado ofertam nesta semana 3.491 vagas de empregos com carteira assinada em empresas do Paraná. Destas, 1.458 estão disponíveis nas agências de Curitiba e Região Metropolitana.

As principais vagas disponíveis são para alimentador de linha de produção (275); auxiliar administrativo (255), operador de telemarketing ativo e receptivo (249) e ajudante de carga e descarga de mercadoria (192).

A Agência do Trabalhador de Curitiba disponibiliza vagas, para contratação imediata, para vendedor interno (16 vagas), pizzaiolo (4 vagas), torneiro mecânico (2 vagas), trabalhador de preparação de pescados (1 vaga) e técnico em saúde bucal (1 vaga).

O secretário estadual da Justiça, Família e Trabalho, Ney Leprevost, destaca que a Sejuf tem intensificado o trabalho de captação e intermediação de vagas, procurando estabelecer parcerias com as empresas do Estado. “O melhor programa social que existe é o emprego. O trabalhador precisa ter autonomia e dignidade para sustentar a família”, afirma.

ATENDIMENTOS – Os interessados em algumas das vagas ofertadas devem buscar orientações entrando em contato com a Agência do Trabalhador de seu município. Na capital paranaense, a Agência do Trabalhador de Curitiba voltou a atender o público de forma presencial.

Para evitar aglomeração, e respeitando todas as orientações das autoridades sanitárias, o atendimento é feito somente com horário marcado, das 9h às 17h. Os interessados devem fazer o agendamento pelo site da secretaria através deste LINK.

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298 cidades do Paraná não registram óbitos por Covid-19 há dois meses

Apesar do aumento no número de infecções pela Covid-19 no Paraná, puxadas pela circulação da variante Ômicron, 298 cidades (74,6% do Estado) não registram óbitos pela doença há dois meses (20 de novembro a 20 de janeiro). É como se 3 em cada 4 municípios estivessem sem óbitos nesse período.

Em alguns, como Pinhal de São Bento e Jardim Olinda, as últimas mortes em decorrência do vírus foram registradas em abril de 2021. São 39 cidades há mais de 200 dias sem óbitos e, se a análise baixar para 150 dias, são 113 municípios nessa condição, quase 30% do Estado. Os dados são da Secretaria de Estado da Saúde (Sesa).

A queda no número de mortes em todo o Estado é resultado da vacinação em massa. Até o momento, o Paraná tem mais de 70% da população completamente imunizada com segunda dose e dose única. O impacto disso no número de mortes pode ser exemplificado em um comparativo dos períodos. Entre novembro de 2020 e janeiro de 2021, o número de mortes registradas foi de 5.211. No mesmo período um ano depois, entre 2021 e 2022, foram 566. Nos primeiros 20 dias de janeiro, 71 paranaenses morreram, menor resultado desde abril de 2020.

“Sem a vacina, teríamos perdido a vida de ainda mais paranaenses. Com o avanço da campanha de imunização, conseguimos frear a evolução da doença no Paraná. A queda na mortalidade sem dúvida é reflexo da efetividade e segurança das vacinas”, disse o secretário de Estado da Saúde, Beto Preto.

Até o momento, foram 19.202.935 vacinas aplicadas na população geral, sendo que, destas, 9.106.027 foram destinadas à primeira dose, e 8.434.414 à segunda dose ou dose única. As doses de reforço em idosos e imunossuprimidos já contabilizam 1.177.109 aplicações.

Em relação à dose adicional, para imunossuprimidos que receberam mais uma dose além das duas normais ou dose única, foram 150.236 aplicações. Os dados constam no sistema do Ministério da Saúde, atualizado em tempo real pelos estados, portanto, podem conter algumas divergências.

SALTO – Mesmo com a queda no número de mortes, os casos tiveram um salto no início do ano. Somente nos primeiros dias de janeiro, foram 167.278 infectados, número maior do que o registrado durante o mês todo em 2021, de 119.048 contaminados.

“Com a chegada da variante Ômicron ao Paraná, percebemos a mudança no padrão de contaminação. Estamos diante de algo que é muito difícil de controlar e só estamos conseguindo evitar mais óbitos do que já vínhamos contando, porque temos uma população vacinada”, afirmou o secretário.

ÔMICRON – A Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) Paraná confirmou na quarta-feira (19) à Secretaria de Estado da Saúde, que o índice de predominância da variante Ômicron gira em torno de 85,3%. Dentro de 190 novas amostragens analisadas, 162 positivaram para a cepa, e 28 para a Delta, que era predominante no Estado em 2021.

O relatório de circulação de linhagens do vírus Sars-CoV-2, responsável pela Covid-19, do Instituto Carlos Chagas, já havia confirmado a predominância da variante no sequenciamento genômico do último sábado (15). A análise considera testes coletados entre 3 e 9 de janeiro deste ano nas quatro macrorregiões do Estado em parceria com o Instituto de Biologia Molecular do Paraná (IBMP).

O primeiro caso da variante Ômicron foi confirmado no Paraná no último dia 12, um paciente de 24 anos residente em Curitiba, com caso confirmado para a Covid-19 em dezembro.

Confira o levantamento completo AQUI .

Paraná se mantém na liderança nacional da produção de mel

O Paraná se manteve como o principal produtor nacional de mel, com 7.844 toneladas produzidas pela espécie Apis mellifera em 2020, o que representa 15,2% de toda produção nacional. A atividade é importante na geração de emprego e renda, na diversificação da propriedade rural e nos benefícios sociais, econômicos e ecológicos que proporciona.

Esse é um dos assuntos do Boletim Semanal de Conjuntura Agropecuária referente à semana de 14 a 20 de janeiro O documento é preparado pelos técnicos do Departamento de Economia Rural (Deral), da Secretaria de Estado da Agricultura e do Abastecimento.

A apicultura caracteriza-se pela exploração econômica e racional da abelha do gênero Apis e espécie Apis mellifera, que possui ferrão. A atividade é realizada em todo o território brasileiro. De acordo com a Pesquisa Pecuária Municipal (PPM), do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), em 2020 elas produziram 51.508 toneladas de mel, volume 12,5% maior que no ano anterior, resultando em R$ 621,447 milhões em Valor Bruto de Produção (VBP).

Produção de mel Ortigueira – Pr Gilson Abreu/AEN

A pesquisa aponta que o Paraná teve aumento de 8,9% sobre a safra de 2019, fechando 2020 com 7.844 toneladas e deixando novamente em segundo lugar o Rio Grande do Sul, que tradicionalmente liderava o setor. Em 2020, o Estado gaúcho atingiu 7.467 toneladas, com Valor Bruto de Produção de R$ 97,043 milhões. No Paraná, o VBP foi de R$ 98,619 milhões, aumento de 15,9% em relação a 2019.

O município de Arapoti é o principal produtor estadual e nacional, com 810 toneladas produzidas em 2020, o que rendeu VBP de R$ 8,6 milhões. No Paraná, é seguido por Ortigueira, com 720 toneladas; e Prudentópolis, com 440 toneladas.

CEASA E MANDIOCA – O boletim do Deral registra dados preliminares da Ceasa/PR mostrando que, em 2021, nas cinco unidades do Estado, foram comercializadas 1,3 milhão de toneladas de 200 itens diversos, com participação de 99,1% de produtos nacionais. O montante financeiro alcançou R$ 3,7 bilhões, com preço médio de R$ 2,82 por quilo.

Para os produtores de mandioca, as condições climáticas dos últimos dias, com chuvas mais constantes, favoreceram sobretudo a colheita nas regiões de Paranavaí, Umuarama e Toledo, que respondem por 70% da produção estadual. As indústrias de fécula e de farinha também estão retomando o trabalho após o recesso de final de ano.

SOJA, MILHO E TRIGO – A soja avançou dois pontos percentuais na colheita em relação à semana passada, totalizando 4% dos 5,6 milhões de hectares estimados. No campo, 67% da área a colher estão em condições medianas ou ruins, enquanto 33% são consideradas boas e podem atingir o potencial produtivo esperado.

No caso do milho, a colheita da primeira safra segue bastante lenta no Paraná, com previsão de acelerar a partir da primeira semana de fevereiro. A segunda safra está sendo plantada e atingiu nesta semana 2% da área estimada de 2,56 milhões de hectares.

O documento informa, ainda, que a inflação oficial, medida pelo IPCA, ficou em 10,1% em 2021. Já os produtos à base de trigo pesquisados tiveram 8,4% de variação no preço, percentual muito próximo do registrado pelo item alimentação no domicílio, que ficou em 8,2%.

AVICULTURA CORTE E POSTURA – Na avicultura de corte, o registro é para as exportações de carne de frango, que cresceram 9% em 2021, com o embarque de 4,23 milhões de toneladas. Em receita, a alta foi de 25,7%, chegando a US$ 7,66 bilhões.

A produção nacional de ovos estabilizou-se em 2,971 bilhões de dúzias nos nove primeiros meses de 2021, praticamente o mesmo do ano anterior. O Paraná foi o segundo maior produtor nesse período, com 268,223 milhões de dúzias. A liderança é de São Paulo, com 825,423 milhões de dúzias.