Projeto Vale da Música oferece final de semana em celebração ao folclore com exposições, oficinas e trajeto interativo para a criançada

O final de semana de 27 e 28 de agosto vai ser de celebração do folclore paranaense e brasileiro na Ópera de Arame. Isso porque o projeto Vale da Música, festival permanente de música instrumental apresentado pelo Bradesco e com realização da Futura Fonte em parceria com a DC Set Group, preparou atrações especiais para o público que vai passar pelo espaço. Na programação, oficinas, contações de história, apresentações musicais, exposições e um trajeto interativo para as famílias curtirem o caminho da mata. As oficinas fazem parte do projeto “Do Ritmo ao Algoritmo”, apresentado pelo Ebanx e pela Empalux e que estão em exposição no palco da Ópera.

“A gente uniu as mais variadas manifestações populares como uma forma de trazer luz para a cultura paranaense e brasileira. O espaço da Ópera de Arame é perfeito para isso, pois estamos em meio a uma natureza exuberante, com muitas possibilidades para manifestações culturais diferenciadas. Queremos que o público aproveite ao máximo esse espaço tão rico em Curitiba”, afirmou Alana Alboitt, gerente de marketing da Futura Fonte.

No sábado (27), uma oficina aberta ao público explora o universo das danças tradicionais da África Ocidental promovido pelo pessoal do Coletivo Dunyaben, com presença de mestres de percussão e dança do Oeste Africano. Ainda, para quem gosta de dança será possível participar também de uma oficina de hip hop da arte-educadora Flávia Martins. Além da dança, a exposição de artesanatos indígenas da Aldeia Tekoa Takuaty, liderados pela cacique Juliana Kerexú, vai rolar durante todo o final de semana no palco interno da Ópera.

No domingo (28), uma oficina de vivências caiçaras com Léo Cardoso vai explorar o fandango do litoral paranaense no salão interno da Ópera, e Fernando Lobo vai conduzir a experiência de misturar ritmos caiçaras como Anú, Xará e Sinsará com música contemporânea na oficina Tamancada High Tech.


Já pra quem vai atrás de uma programação para toda a família, o Caminho da Mata vai oferecer nos dois dias de programação um trajeto interativo com personagens famosos como o saci-pererê, o curupira, o boitatá e outros. Os pequenos, além de encontrarem objetos desses personagens pelo espaço, poderão conhecer informações e histórias dos personagens. O Palco Flutuante continua com sua programação musical durante todo o final de semana, oferecendo uma programação pensada exclusivamente para temas folclóricos, populares, tradicionais e contemporâneos.

Serviço:

Data: 27 e 28 de agosto (sábado e domingo)

Horário: das 10h às 18h
Valor para entrada no Vale da Música: R$ 15,00 inteira e R$ 7,50 meia-entrada. O benefício é válido para pessoas que estejam dentro da lei da meia-entrada, crianças de até 12 anos e para moradores de Curitiba e região metropolitana, que precisam levar um comprovante de residência para obter o desconto. Às quartas-feiras, moradores de Curitiba que comprovarem residência têm entrada gratuita.

Endereço: Rua João Gava, 970 – Abranches.

Mais informações: @festivalvaledamusica


ATIVIDADES

27/08 (sábado)
Mostra de Dança – Mandinka Lab_ Coletivo Dunyaben
Local:
Palco Ópera
Público:
Aberto ao público

Horário: 10h
Faixa Etária:
Livre
Curso de dança focado na poética do corpo em movimento com ênfase na expressão corporal e investigação, tendo como aporte metodológico o vasto universo das danças tradicionais da África Ocidental. Com a presença de mestres de percussão e dança do Oeste Africano, essa vivência traz um pouco da cultura mandingue. infos: https://dunyaben.com/

Oficina “Tentes Ver Hip Hop – Danças Urbanas e suas vertentes”_ Flávia Martins

Local: Palco Ópera
Público:
Aberto ao público

Horário: 16h

Propõe trazer a origem das Danças Urbanas para reflexão e em seguida para aula prática de movimento corporal em busca de identificar a influência da cultura Hip Hop nas diversas vertentes e estilos de dança que hoje são classificados como Urban Dance, mas possui conotação social e étnica que contrapõem pontos de nomenclatura e vão além de técnicas de movimento corporal. Em 4 momentos divididos entre apresentação e aquecimento, aula técnica e sequência coreo, freestyle e chypher, conversa final. Flávia Martins (28) é arte-educadora, professora de Educação Física e desenvolve seu trabalho como bailarina e coreógrafa há mais de 13 anos na cidade de Curitiba. Com uma identidade que provém da vivência urbana e inspirada pela cultura Hip Hop, busca por meio de suas aulas e criações interligar movimento corporal e arte, ambos para além da dança. É também artista cênica e modelo, trazendo sua linguagem contemporânea em todos os campos em que atua. Hoje tem como principal objeto de estudo a ancestralidade e desenvolvimento técnico em dança

28/08
Oficina “Tamancada High Teh”
Local :
Deck Lateral

Oficineiro Fernando Lobo.

Horário: 14h30
Oficina “Tamancada High Tech”_ Fernando Lobo. Na oficina serão trabalhadas questões e formas de adaptaçãoda Música Caiçara do Litoral Paranaense. Serão abordados ritmos como: Anú, Xará e Sinsará em diferentes marcas e batidas de fandango e as possibilidades de adaptação à música contemporânea. O escopo da produção musical, das tradições e da amplificação da Cultura Tradicional para novos territórios é o principal interesse da oficina. Venha conhecer e experimentar o tamanco e suas possibilidades sonoras e musicais

Vivências Caiçaras_ Dança, cantos e bailados.
Local:
Salão interno Ópera Arte
Público: Aberto ao publico
Faixa Etária: Livre
Horário: 10h30
Oficineiro
– Léo Cardoso.
“Música Batida”_ Léo Cardoso. A oficina “música pisada” abordará o fandango caiçara da forma mais prática e didática possível. Os/As participantes terão uma contextualização sobre a musicalidade do território caiçara e o acesso a todos os seus instrumentos e ritmos: Tamancos, viola fandangueira, adufo, machete, tambor e rabeca. Ao final da experiência, todos sairão sabendo cantar versos, dançar, sapatear e realizar as coreografias de 02 modas bailadas (chamarrita e dondom) e 01 marca batida (marinheiro). O objetivo é oferecer uma “tradução musical simplificada” para que todos possam compreender, apreciar e se divertir num baile tradicional caiçara. Duração: 2 horas. Cronograma: 30 min: Contextualização da Cultura Caiçara 30 min: Prática de bailado 30 min: Tamanqueado 15 min: Baile 15 min: Bate-papo

Exposição  Artesanatos Indígenas da Aldeia Tekoa Takuaty, liderados pela cacique Juliana Kerexú.
Local:  Palco interno Ópera Arte ou praça lateral Ópera Arte

Juliana Kerexu é cacique da Aldeia Tekoa Takuaty na Ilha da Cotinga, no município de Paranaguá-PR. Ela é mãe, artesã, professora e educadora popular, palestrante, roteirista de documentários e contadora de histórias. De uma linhagem de mulheres extremamente fortes em sua família, Juliana traz consigo a força, a poética inspiradora e o florescer das Kerexus, filhas de Karai Ru Hete e Karai Xy Ete. Desde criança aprendeu através da sua caminhada a luta em defesa da cultura Guarani, dos direitos indígenas e principalmente dos direitos das mulheres. Há mais de 15 anos é ativista neste meio e busca a garantia de que todas as mulheres indígenas tenham seus direitos, espaços de fala e bem viver assegurados. Através do seu trabalho, busca tecer redes, fortalecer a proteção do todo e sensibilizar para histórias e saberes do seu povo que não se encontram nos livros. Artesanatos Indígenas da Aldeia Tekoa Takuaty, liderados pela cacique Juliana Kerexú. Esse é um esboço não detalhado e que conta com a colaboração e ainda não negociado com todo


TRAJETO INTERATIVO (caminho da mata)
Data:
27 e 28.08
Local: Área externa Ópera de Arame
Público: Familia Abordar o folclore infantil tradicional, através de personagens já conhecidos como saci pererê, curupira, boitatá em um trajeto interativo com objetos que tragam a alusão aos mesmos.
Esses objetos/referências estarão espalhados pela Ópera de Arame, com uma sinalização/placa onde o público irá encontrar informações/mini histórias a respeito de cada personagem. Junto a essa sinalização, um código de QRcode para direcionar os mesmos ao canal do youtube – Turma do Folclore-  que tem contos de aproximadamente 3 minutos sobre essas figuras.

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Supercores estreia com Outros Outubros 

Lançada nas plataformas digitais na última sexta-feira (16), Outros Outubros é a canção de estreia do quarteto curitibano Supercores. Produzida pela banda de maneira independente, a canção vem embalar um momento histórico do país. 

Inspirada no clássico do cinema novo ˜Terra em Transe˜, do diretor Glauber Rocha, a canção se lambuza na poesia marginal para contextualizar e traçar um paralelo entre presente e passado.

A própria banda é quem assina a produção do trabalho, que foi registrado no mês de julho no estúdio Casa do Fundo, em Curitiba, com mixagem e masterização de Matheus Bittencourt.


Fundada em maio de 2022 por Eduardo Souza (bateria), Felix Dee (guitarra e voz), Gustavo X (guitarra) e Renato Rigon (baixo, teclas e voz) a Supercores traz em suas raízes a sede pela música brasileira produzida no fim dos anos 60 e toda a década de 70. Artistas como Os Mutantes, Milton Nascimento, Clube da Esquina e Arnaldo Baptista são a base para as composições do grupo que também mergulha de cabeça na influência dos clássicos do rock’n roll dos anos 60 e toda a onda psicodélica que eles geraram e reverberaram.

A banda planeja mais um lançamento para este ano: a música Verticalidade que, segundo o compositor Felix Dee, fala da vida nas grandes cidades verticalizadas pelos edifícios. A previsão de lançamento é o mês de novembro. Além disso, o grupo comenta que tem se dedicado a novas composições e tem se reunido para fazer a pré-produção de mais um trabalho a ser lançado no ano que vem. 

Para saber mais sobre a Supercores acesse: www.instagram.com/supercoresoficial

Ficha Técnica

Felix Dee: Voz, guitarra e composição.

Gustavo X : Guitarra.

Renato Rigon: Baixo, teclas e voz.

Eduardo Souza: Bateria.

Matheus Bittencourt: Gravação, mixagem e masterização.

Produzida por Supercores.

Aberta seleção de músicas para o 16º Fejacan

Estão abertas até o dia 12 de outubro as inscrições para a 16ª edição do Fejacan – Festival Jacarezinhense da Canção. O evento promovido pelo Sesc PR será realizado em Jacarezinho (PR), nos dias 24 e 25 de novembro, no Sesc Jacarezinho.

Cantores, intérpretes, instrumentistas e compositores de todo o Brasil, maiores de 18 anos, podem submeter para análise até três músicas, de caráter popular ou erudito, em língua portuguesa ou em idiomas indígenas, e que não tenham sido apresentadas no Fejacan em edições anteriores.

Os trabalhos inscritos serão avaliados em conceito, qualidade e execução das obras, formato, linguagem, relevância artística, singularidade e inovação por uma comissão que selecionará até 26 músicas inéditas para apresentação no palco do evento.

Os trabalhos selecionados receberão remuneração de acordo com o número de músicas que foram selecionadas e com a distância da cidade de residência do artista até Jacarezinho. Os valores das remunerações variam de R$ 2.400 a R$ 5.950.

De acordo com os organizadores do evento, o Fejacan é uma oportunidade de apresentação e divulgação de artistas, de intercâmbio entre artistas e produtores, de apreciação musical pelo público.

As inscrições deverão ser realizadas exclusivamente pelo site do Sesc PR, por meio de formulário on-line, até o dia 12 de outubro.

Clique aqui para acessar.  <https://www.sescpr.com.br/edital/edital-de-selecao-fejacan-2022/>