Polícia Civil prende suspeitos de golpes imobiliários que somam prejuízos de R$ 2,5 milhões

A Polícia Civil do Paraná (PCPR) prendeu quatro integrantes de uma organização criminosa que aplicava golpes utilizando uma incorporadora de fachada, em Curitiba. A ação aconteceu na manhã desta segunda-feira (7). Um homem também foi autuado em flagrante por posse de arma de fogo.

Durante as investigações foram identificadas e ouvidas oito vítimas. O prejuízo verificado até o momento é de R$ 2,5 milhões. A PCPR estima que há, ao menos, 30 vítimas e que o prejuízo total causado pela organização criminosa passa de R$ 6 milhões. Algumas das vítimas já identificadas haviam contratado serviços com obras que deveriam ter sido entregues há um ano, pagando valores expressivos.  

Os suspeitos usavam uma empresa de fachada para venda de imóveis na planta, construções ou reformas de casas. A maioria dos empreendimentos nunca foi iniciada. Os que tiveram início não foram finalizados. Além de retirar o máximo de dinheiro das vítimas, o grupo criminoso não dava retorno nenhum sobre os empreendimentos.

Além dos mandados de prisão, os policiais civis também cumpriram quatro ordens de busca e apreensão. A operação ocorreu nos bairros Centro Cívico, Seminário e Uberaba, além do município de Fazenda Rio Grande, na Região Metropolitana de Curitiba. 

Nas buscas foram apreendidos documentos, computadores, celulares, dois veículos e uma arma de fogo. Os indivíduos devem responder pelos crimes de organização criminosa e estelionato.

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Grupo suspeito de comprar celulares com notas de R$100 falsas é alvo de operação da PF em Curitiba

Um grupo suspeito de comprar celulares em plataformas virtuais com notas de R$100 falsas é alvo de uma operação da Polícia Federal, na manhã desta quarta-feira (1º), em Curitiba e região metropolitana (RMC).

Na “Operação Derrame” estão sendo cumpridas 16 ordens judiciais, sendo seis mandados de prisão e dez de busca e apreensão na capital e Contenda. Os mandados judiciais foram expedidos pela 14ª Vara da Justiça Federal em Curitiba.

A introdução das cédulas falsas era feita através da compra de aparelhos celulares anunciados para venda em uma grande plataforma virtual. As compras eram realizadas com cédulas de R$ 100,00 (cem reais) falsas, com apenas três numerações de série diferentes. Conforme foi identificado na investigação policial, os suspeitos agiam de forma organizada para praticar os fatos criminosos e fizeram várias vítimas com suas ações.

Segundo a PF, os suspeitos possuíam funções distintas dentro do grupo investigado. Há o mentor intelectual das ações, que monitorava os anúncios de venda de aparelhos celulares na plataforma virtual e criava, para cada contato com os vendedores, um usuário falso para iniciar a negociação. Já os outros suspeitos atuavam na parte operacional do grupo, se passando pelos usuários falsos criados e indo até as residências das vítimas para comprar os aparelhos celulares com o dinheiro falsificado.

O grupo é suspeito de praticar um grande número de ações criminosas, em que cada compra eram repassadas entre 15 e 25 cédulas de R$ 100,00 falsas. Para obter lucro, os suspeitos efetuavam a venda dos aparelhos celulares, inclusive por intermédio de uma distribuidora de bebidas do pai de um dos investigados.

Com as medidas cumpridas nesta quarta-feira, a PF espera identificar outros indivíduos que tenham participação nos fatos, bem como recuperar os bens vendidos pelas vítimas.

Os presos serão indiciados pelo crime de moeda falsa, associação criminosa e lavagem de dinheiro, cujas penas podem ultrapassar 12 anos de reclusão.

Informações Banda B

Vídeo mostra dupla tentando matar cachorro a tiros em Curitiba; polícia busca suspeitos

Um vídeo divulgado pela Polícia Civil, nesta segunda-feira (30), mostra o momento em que uma dupla tenta matar um cachorro no bairro Tatuquara, em Curitiba. O caso, segundo a polícia, aconteceu no último sábado (28), na rua Doutor Cesar Perneta. Com a divulgação, e o flagrante, os investigadores pedem denúncias à população que levem ao encontro dos suspeitos.

Nas imagens é possível notar que um dos suspeitos saca arma e aperta o gatilho para acertar o animal. No entanto, de acordo com o delegado Matheus Laiola, da Delegacia de Proteção ao Meio Ambiente (DPMA), o revólver falha e os disparos não acontecem.

“A gente precisa identificar quem são estas duas pessoas. Assim, poderemos pedir a prisão deles por maus tratos e responsabilizá-los criminalmente pelo o que eles fizeram ou, neste caso, tentaram fazer”, alegou.

Após tomar conhecimento, um dos investigadores da Polícia Civil esteve no local. O cão está bem.

Caso você tenha informações sobre as identidades dos suspeitos, entre em contato com o número (41) 3251-6200. A polícia garante o anonimato.

Vídeo

Veja o momento flagrado pela Polícia Civil, abaixo.

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