Polícia Civil prende líderes de igreja envolvidos em trabalho escravo infantil

A Polícia Civil do Paraná (PCPR) prendeu três pessoas de uma mesma família, líderes religiosos envolvidos no aliciamento de crianças e adolescentes com intuito de submetê-las ao trabalho escravo. Ao menos cinco crianças foram vítimas dos indivíduos. A prisão aconteceu nesta sexta-feira (23), em Maringá, no Noroeste do Estado. 

A PCPR também apreendeu computadores, celulares, tablet, máquina fotográfica, máquinas de cartão, celular, pen drive, HD externo, arma e munições. Além de uma quantia superior a R$ 15 mil. A Vigilância Sanitária confiscou ainda 200 pizzas, que seriam vendidas pelas vítimas. Dezoito policiais civis participam da operação, que contou com o apoio da Vigilância Sanitária e do Conselho Tutelar. 

CRIME

Os alvos da operação são pai, mãe e filho. Os três são líderes religiosos e comandavam a venda de pizzas feitas em uma igreja, comercializadas em Maringá e cidades da região. O trio atraía as crianças e adolescentes afirmando que a ação seria uma obra divina e que o dinheiro seria doado para crianças com câncer. 

Após o aliciamento, os menores eram submetidos ao trabalho forçado, em jornada excessiva. Os suspeitos ainda obrigavam as crianças a prestar contas relacionadas às vendas de pizzas, por meio de ameaças e agressões físicas e verbais.   

Uma das vítimas, de 13 anos, foi subtraída dos pais para trabalhar como empregada doméstica na casa da família de pastores. Os pais que tentavam contestar os métodos do grupo também eram agredidos e ameaçados.

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Gaeco e PM prendem 16 pessoas suspeitas de tráfico de drogas em esquema no Centro de Curitiba

O Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco), do Ministério Público do Paraná (MPPR), e o 12º Batalhão de Polícia Militar do Paraná cumprem nesta terça-feira (19) 16 mandados de prisão preventiva e dez mandados de busca e apreensão em Curitiba e também em Piraquara e Pinhais, na Região Metropolitana. A ação faz parte da operação denominada Marco Zero, que investiga possíveis crimes de tráfico de drogas e associação para o tráfico de drogas no centro da capital.

As ordens judiciais foram expedidas pelo Juízo da 5ª Vara Criminal de Curitiba e são cumpridas em diversas residências, uma pousada e um estacionamento. O coordenador estadual do Gaeco do MPPR, Leonir Batisti, afirma que entre os alvos dos mandados de prisão, sete já têm sentença condenatória e quatro foram recentemente denunciados pelo MPPR.

“Desses 16, pelo menos 11 pessoas estão continuamente traficando e portanto são criminosos habituais infelizmente. Isso que levou à necessidade de uma ação mais organizada com a finalidade de fazer cessar, pelo menos momentaneamente, essa situação de tráfico no centro de Curitiba”, explicou Batisti.

Ainda segundo o coordenador estadual do Gaeco, acredita-se que alguns dos alvos da operação escondiam as drogas em casa, outros em carros dentro de estacionamentos ou em quartos de hotel.

“Essa estrutura ela se compunha de uma pessoa que era a atacadista, por assim dizer, e demais seis pessoas que gerenciavam e vendiam as drogas. Depois havia mais oito pessoas que vendiam drogas no varejo, como se diz, e tinha uma espécie de supervisor que supõem-se seja ligado à facção criminosa também”, concluiu Batisti.

Câmera flagra mulher sendo assediada durante corrida de rua em Maringá

Uma mulher foi assediada enquanto praticava corrida de rua em Maringá. O caso aconteceu na semana passada e veio a público esta semana.

A vítima praticava corrida de rua no Jardim Alvorada quando um motociclista se aproximou e passou a mão no corpo dela. Imagens de câmeras de segurança registraram o momento do crime de importunação sexual. 

A vítima conversou com a reportagem, mas preferiu não se identificar. O grupo de corrida que ela integra pratica o exercício três vezes por semana na região, no período de início da noite. No momento da importunação sexual, ela estava sozinha. 

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