Pinhais vai doar máscaras de tecido para quem não pode comprar

A Prefeitura de Pinhais comprou cerca de 60 mil máscaras para distribuir à população em vulnerabilidade social. A partir de hoje (22), as máscaras se tornam de uso obrigatório em Pinhais, como mais uma medida de prevenção ao novo Coronavírus.

Em um primeiro momento a distribuição será realizada pela Secretaria de Assistência Social em três frentes: nos Centros de Referência de Assistência Social – CRAS, nas entregas diárias de cestas básicas e junto com o programa “Leite das Crianças”, distribuídos nos colégios estaduais.

As máscaras foram adquiridas de cooperativas que estão utilizando mão-de-obra de mulheres do município de Pinhais, com a finalidade de gerar emprego e renda neste momento difícil.

As máscaras doadas são de uso individual, de tecido, reutilizáveis e seguem os parâmetros recomendados pelo Ministério da Saúde.

Saiba como cuidar da sua máscara:

  • A máscara é individual, não pode ser compartilhada;
  • A máscara pode ser usada por duas horas ou até ficar úmida. Depois desse tempo, é preciso trocar;
  • Use a máscara sempre que precisar sair de casa e leve uma sacola para guardar a máscara suja, quando precisar trocar;
  • Evite tocar na máscara, e ao colocar e retirar, higienize bem as mãos com água e sabão ou com álcool 70%;
  • Para colocar e retirar a máscara segure sempre pelo elástico;
  • Chegando em casa, deixe de molho em água e sabão ou solução de água sanitária (1 colher de sopa para 500 ml de água) por cerca de 30 minutos

Via: Prefeitura de Pinhais

Prevista para Copa de 2014, obra de acesso ao Afonso Pena finalmente deve ser entregue

Depois de mais de sete anos deve ser entregue em dezembro a remodelação do acesso ao Aeroporto Internacional Afonso Pena, em São José dos Pinhais, na Região Metropolitana de Curitiba (RMC). A Coordenação da Região Metropolitana de Curitiba (Comec), responsável pelas obras, informou que a nova previsão é que as intervenções fiquem prontas nos próximos dias, depois de um período de suspensão e retomada em 2019. Faltam a colocação da sinalização e a conclusão das calçadas.

As alterações na Rua Comandante Aviador José Paulo Lepinski fazem parte da última etapa de um pacote de obras que integravam o Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) da Mobilidade, que deveria ter sido entregue para a Copa do Mundo de 2014.

Segundo a Comec, após o atraso na conclusão, a empresa responsável entrou em recuperação judicial em 2016 e paralisou os empreendimentos, que incluíam também melhorias na Avenida das Américas e na Avenida Comendador Franco, além da construção de uma ponte e de uma trincheira, todos em São José dos Pinhais. Além do aeroporto, o trecho revitalizado pretende desafogar o trânsito na BR-376, na saída para Santa Catarina.

As outras duas obras foram entregues em setembro: a trincheira da Rua Arapongas, no cruzamento com a Avenida das Torres, e uma ponte sobre o Rio Iguaçu, na continuação da Avenida Senador Salgado Filho.

Em Brasília, Comec cobra conclusão do Contorno Norte de Curitiba

O presidente da Comec, Gilson Santos, se reuniu nesta semana em Brasília com o diretor-geral da Agência Nacional de Transportes Terrestres – ANTT, Rafael Vitale, para falar sobre a conclusão do Contorno Norte de Curitiba, no trecho ainda não existente, mas que deverá ligar a PR-418 (Rodovia da Uva) à Rodovia Régis Bittencourt, no município de Colombo.

A obra está prevista no contrato de concessão da rodovia Régis Bittencourt, sob responsabilidade da concessionária Arteris, mas ainda não teve início e nem mesmo definição de traçados e apresentação de projetos. O contrato foi assinado em 2008 e tem duração de 25 anos.

“Nós já ultrapassamos a metade do contrato e sequer temos a previsão de início desta obra. Vale lembrar que ela é paga com o valor arrecadado pelo pedágio, ou seja, a população já está pagando por isso. E sabemos que é uma obra complexa e que levará tempo até sua conclusão. Não podemos mais ficar esperando que algo aconteça. A importância desta obra para todo o contexto metropolitano é enorme”, destacou Santos.

Segundo a Arteris, a empresa trabalha na elaboração do Estudo de Impacto Ambiental – EIA/RIMA da obra, que deverá ser entregue no primeiro semestre de 2022, após atrasos ocasionados pela pandemia.

Durante o encontro, Santos lembrou que existe uma grande expectativa pela execução deste trajeto e que o seu andamento é uma preocupação do Governo do Estado, municípios impactados e principalmente da sociedade.

“Além da questão da mobilidade urbana, que será amplamente beneficiada com esta obra, a sua não conclusão tem impactos na logística de produtos e no desenvolvimento da região, visto que as áreas ainda sem definição ficam congeladas pelo poder público e impossibilitadas de receber qualquer empreendimento”, afirmou.

Santos solicitou que houvesse ao menos um cronograma estabelecido com as etapas a serem cumpridas pela concessionária para que a sociedade pudesse compreender o que está sendo feito e tivesse informações mais assertivas.

Vitale se comprometeu a participar de uma reunião presencial com todos os interessados, no início do próximo ano, na região das futuras obras, para esclarecer o que está sendo feito e as próximas etapas do trabalho. Ele também renovou o comprometimento e interesse do governo federal com a conclusão do projeto.