Ocupação dos leitos de UTI SUS Covid-19 fica abaixo de 90% pela primeira vez desde fevereiro em Curitiba

Depois de 129 dias, a Secretaria Municipal da Saúde voltou a registrar uma taxa de ocupação dos leitos de UTI SUS para covid-19 menor que 90%. Nesta quinta-feira (1/7), a ocupação baixou para 88%, o que não acontecia desde 21 de fevereiro, quando a taxa foi de 84%.

Mesmo assim, a população não deve baixar a guarda contra a pandemia. Nesta quinta, foram registrados 781 novos casos de covid-19 e 21 óbitos de moradores da cidade infectados pelo novo coronavírus. Treze destes óbitos ocorreram nas últimas 48 horas.

As vítimas são 15 homens e seis mulheres, com idades entre 24 e 74 anos. Dezesseis pessoas tinham menos de 60 anos. 

Até o momento foram contabilizadas 6.177 mortes na cidade provocadas pela doença neste período de pandemia.

Novos casos

Com os novos casos confirmados, 241.280 moradores de Curitiba testaram positivo para a covid-19 desde o início da pandemia, dos quais 227.644 estão liberados do isolamento e sem sintomas da doença.

São 7.459 casos ativos na cidade, correspondentes ao número de pessoas com potencial de transmissão do vírus.

Leitos do SUS

Nesta quinta-feira (1º/7), a taxa de ocupação dos 548 leitos de UTI SUS exclusivos para covid-19 caiu para  88%. Hoje, restam 68 leitos UTI-covid livres.

A taxa de ocupação dos 746 leitos de enfermarias SUS covid-19 está em 71%. Há 218 leitos vagos.

A SMS esclarece que os dados da ocupação de leitos em Curitiba são dinâmicos, com alterações ao longo do dia.

Números da covid-19 em 1ª de julho

781 novos casos confirmados
21 novos óbitos (13 nas últimas 48h)

Números totais

Confirmados – 241.280
Casos ativos – 7.459 
Recuperados – 227.644
Óbitos – 6.177

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Saúde garante ao STF que país terá vacinação completa contra covid-19

O Ministério da Saúde afirmou hoje (18) que vai garantir o esquema vacinal completo contra a covid-19 para a Bahia e os demais estados do país. A garantia foi dada durante audiência de conciliação realizada no Supremo Tribunal Federal (STF).

A audiência foi convocada pelo ministro Ricardo Lewandowski, relator da ação na qual o governo baiano afirma que há defasagem de aproximadamente 1 milhão de doses para o estado. Além disso, a procuradoria estadual alegou que doses da CoronaVac que foram interditadas pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) não foram repostas.

Conforme a ata da reunião, ficou acordado que o governo federal dará andamento à reclamação do estado no prazo de dez dias.  “O Ministério da Saúde compromete-se a assegurar o esquema vacinal completo ao estado da Bahia, bem como aos demais estados, conforme definido em consenso tripartite, observando os cálculos de envio de quantitativos de seus informes técnicos”, diz o documento. 

Athena ou Pandora? População pode escolher nome da nova onça-parda de Curitiba

Os paranaenses podem ajudar a escolher o nome completo da onça-parda encaminhada para o Zoológico de Curitiba na última semana. A iniciativa é da Secretaria estadual do Desenvolvimento Sustentável e do Turismo, por meio do Instituto Água e Terra (IAT), em parceria com a prefeitura da Capital.

A onça-parda passou por quatro meses de tratamento no Cafs UniFil, unidade parceira do IAT no atendimento à fauna silvestre, em Londrina, no Norte do Estado. Encontrada na PR-151, próximo a Ribeirão Claro, no Norte Pioneiro, a suspeita é que ela tenha sido vítima de atropelamento.

No Centro de Atendimento à Fauna Silvestre, ela foi tratada pelo nome de Mali. O objetivo agora, como parte da Política Estadual de Educação Ambiental do IAT, é que a população escolha um segundo nome para ela, de forma a despertar o cuidado para a fauna silvestre.

Para a escolha do nome da onça-parda, é possível votar em duas opções, uma sugerida pelos funcionários do Zoológico de Curitiba, local de residência definitiva do animal, e outra escolhida pelos funcionários da Secretaria do Desenvolvimento Sustentável e do Turismo, em votação interna.

As sugestões são Mali Athena e Mali Pandora.

Inicialmente em quarentena, a onça será encaminhada para visitação pública no Zoológico e poderá ser vista por todos que visitarem o local.

“Manter o nome que ela já vinha sendo chamada durante os quatro meses de tratamento no CAFS é importante para a recuperação da onça e continuidade do seu tratamento. Mas a campanha é importante para que toda a comunidade se sinta parte dessa história”, disse a chefe do setor de Fauna do IAT, Paula Vidolin.

CAMPANHA  Mali passou por um tratamento com células-tronco no Cafs UniFil e ainda apresenta pequenos sinais de problemas neurológicos. Além disso, o fato de ela ser encontrada sem a mãe, muito nova, faz com que não consiga mais desenvolver o instinto de caça, necessário para sobreviver no seu habitat.

COMO PARTICIPAR – A população pode realizar a votação até a próxima quinta-feira (21) no site www.sedest.pr.gov.br/Formulario/Vamos-dar-um-sobrenome-oncinha-Mali. O questionário foi desenvolvido pela Companhia de Tecnologia da Informação e Comunicação do Paraná (Celepar) e pode ser acessada por qualquer dispositivo.